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  1. Pesquisa Ipsos encomendada pelo DEM para avaliar a percepção dos brasileiros sobre o momento atual do país e as expectativas em relação à eleição presidencial de 2022 mostra que o presidente Jair Bolsonaro dificilmente seguirá no Planalto em um eventual segundo turno das eleições. Na disputa direta entre Lula e Bolsonaro, o petista venceria a disputa por 58% a 25% dos votos. Brancos e nulos somam 13% e os entrevistados que não responderam são 4%. A pesquisa mostra ainda que Lula venceria no segundo turno outros quatro nomes da chamada terceira via. Contra Sergio Moro, seria 57% a 20%. Na disputa com Ciro Gomes, o petista levaria por 57% a 14%. Contra Mandetta, o resultado seria 60% a 12%. Lula venceria ainda Tasso Jereissati por 60% a 9%. Se Bolsonaro fosse o nome no segundo turno contra os candidatos da terceira via, os votos brancos e nulos superariam a casa dos 30% e Bolsonaro perderia a eleição para Sergio Moro (29% a 27%) e para Ciro Gomes (30% a 29%). O presidente só venceria no segundo turno o seu ex-ministro da Saúde Mandetta (29% a 24%) e Tasso Jereissati (31% a 20%). Segundo a pesquisa, Bolsonaro é o nome mais rejeitado entre todos os outros postulantes. Enquanto 59% dos entrevistados disseram que não votariam de jeito nenhum no atual presidente, a marca de Lula nessa mesma questão foi de 33%. João Doria não teria os votos de 54% dos entrevistados, seguido por Moro (47%), Mandetta (47) e Ciro Gomes (45%). https://veja.abril.com.br/blog/radar/lula-venceria-bolsonaro-no-segundo-turno-por-58-a-25-diz-ipsos/amp/?__twitter_impression=true
  2. A coleta foi feita com 1.500 brasileiros em todas as regiões do país, entre maio e junho deste ano. Além de apontar a consolidação da polarização entre Lula e Bolsonaro (com 48% e 22% respectivamente), o levantamento indica que, qualquer que seja, um nome ‘de centro’, alternativo ao ‘bolsopetismo,’ ainda terá uma longa caminhada a ser percorrida. Isso porque, somados a Moro, não passam de 15% das intenções de voto. São eles: Ciro Gomes (4%), João Doria (2%), Guilherme Boulos (1%), Luiz Henrique Mandetta (1%), Luiza Trajano (1%) e João Amoedo (1%). A pesquisa também mostra que o nome de Moro seria o que teria maior desempenho num eventual segundo turno com Lula: 20% contra 57% do petista. O cenário não considerou Bolsonaro.
  3. Se as eleições de 2022 fossem em junho deste ano, o governador Gladson Cameli teria uma reeleição aparentemente tranquila. É o que aponta uma pesquisa do Instituto Data Control, encomendada pela Federação das Indústrias do Acre (Fieac). No levantamento estimulado, Cameli (PP) aparece na liderança com 57,2%, contra 19,2% de Jorge Viana (PT). Sérgio Petecão (PSD) aparece na terceira colocação com 9,1%. O ex-presidente da Fieac, Francisco Salomão, também aparece na amostragem com 0,7%. Branco ou nulo registrou 7,1% e não souberam ou não responderam 6,7%. A pesquisa ainda simulou um cenário estimulado sem a candidatura de Jorge Viana, o substituindo pelo empresário Adem Araújo, sócio-proprietário da Rede Arasuper. Nesta amostragem, a vantagem de Gladson sobre os adversários aumenta para 64,7%. Petecão aparece em segundo com 12,2%, Adem, surge com 2,8% e Salomão registra 1%. Brancos e nulos registraram 9,4% e não souberam ou não responderam marcou 9,9%. Já no cenário espontâneo, Cameli aparece também na frente com 44,9%, seguido por Jorge com 8,6% e Petecão com 3,6%. Márcio Bittar aparece com 0,4%. Marcus Alexandre e Tião Bocalom declarou registraram 0,1, respectivamente. Branco ou nulo registrou 5,1%. Não responderam ou não souberam, 37,2%. No quesito rejeição, o petista Jorge Viana lidera com 25,9%, seguido por Petecão com 22,1%. Cameli aparece com 10,6% e Salomão com 10,4%. Adem marcou 4,5%. Não rejeita nenhum registrou 22,1% e rejeita todos, 5,5%. Mais de 67% aprovam governo de Gladson, aponta pesquisa Data Control/Fieac Com relação a avaliação da atual gestão do Estado, 67,6% dos entrevistados avaliaram o trabalho do governador Gladson Cameli como ótimo e boa, sendo 16,5% ótimo e 51,1% bom. 18,9% consideram irregular. Os quesitos ruim e péssimo registraram 6,7% e 4,3%, respectivamente. 2,5% não souberam opinar. A pesquisa foi realizada entre o dias 11 a 20 de junho onde foram ouvidas 1.203 pessoas nas cidades de Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Tarauacá, Feijó e Brasiléia. A margem de erro da amostragem é de 2,9% para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. _______________________________________________________________________________________________________ A disputa pela a única vaga do Acre no senado federal nas eleições de 2022 promete ser acirrada. É o que indica a pesquisa do Instituto Data Control, encomendada pela Federação das Indústrias do Acre (Fieac). De acordo com o levantamento espontâneo, o ex-senador Jorge Viana (PT) aparece na frente com 14,1% das intenções de voto, seguido pelo deputado federal Alan Rick (DEM) com 10,4%. Mara Rocha e Flaviano Melo registraram 5,5% e 4,2%, respectivamente. Mailza Gomes registrou 1,8%. Sanderson Moura e Márcio Bittar, também marcaram presença, com 0,7%, e 0,6%, respectivamente. Vanda Milani registrou 0,5% e Jéssica Sales 0,4%. Marcus Alexandre marcou 0,1%. Branco ou nulo registrou 8% e não souberam ou não responderam 53,9%. No cenário estimulado, Jorge Viana aparece na frente com 23,7%, seguido por Alan Rick com 16,1%. Mara Rocha surge com 11,3% e Flaviano com 8%. Mailza Gomes registra 3,5%. Sanderson Moura e Vanda Milani registraram 1,4% e 1,2%, respectivamente. Brancos e nulos marcou 11,6% e não souberam ou não responderam 23,1%. O Instuto Data Control ainda fez o cenário estimulado sem o Jorge Viana. Na amostragem, Alan Rick lidera com 18,4% e Mara Rocha vem em segundo com 13%. Flaviano registra 10,1%. Angelim, Mailza, Vanda e Sanderson registraram 5,2%, 4,7%, 2% e 1,8%, respectivamente. Branco ou nulo registrou 15%. 29,8% não souberam ou não responderam. No quesito rejeição, Jorge Viana tem o maior percentual negativo com 18,3%, seguido por Flaviano 11,2%. Angelim e Alan registraram 7,3% e 5,2%, respectivamente. Mara, Mailza e Vanda marcam a rejeição de 4,9%, 4,2% e 3,9%. Sanderson tem 2,8%. Não rejeita nenhum registrou 30,9% e rejeita todos 11,3%. https://ac24horas.com/2021/07/03/eleicoes-2022-gladson-lidera-com-57-jorge-viana-tem-19-e-petecao-9-diz-pesquisa/
  4. ESTIMULADA PARA GOVERNADOR Cenário 1 O Instituto BrVox apresentou aos entrevistados alguns nomes prováveis para o pleito de 2022 e pediu que eles escolhessem um nome ou afirmassem se votariam em branco ou nulo. No primeiro cenário foram apresentados os seguintes pré-candidatos: Ciro Nogueira (PP), Rafael Fonteles (PT), a vice-governadora Regina Sousa (PT), a deputada estadual Lucy Soares (PP), o senador Marcelo Castro (MDB) e a deputada federal Margarete Coelho (PP). Entre essas opções, o mais votado foi o senador Ciro Nogueira, com 26,83%. Em segundo aparece o secretário Rafael Fonteles com 11,99%. Cenário 2 No segundo cenário apresentado pelo Instituto BrVox aos entrevistados foram informados dois nomes: Rafael Fonteles e Margarete Coelho. Nessa situação, o candidato petista levaria a melhor. Fonteles foi lembrado por 33,94% dos entrevistados. Já Margarete Coelho por 29,27%. Cenário 3 O terceiro cenário trouxe Ciro Nogueira em uma eventual disputa eleitoral contra Regina Sousa. Entre essas opções, 39,84% dos entrevistados escolheram o senador Ciro Nogueira e 27,85% Regina Sousa. Cenário 4 Já num quarto cenário, numa escolha entre dois nomes ligados ao PT (Regina Sousa e Rafael Fonteles), o mais bem avaliado foi o secretário de Fazenda. Rafael Fonteles, que apareceu com 28,46%, enquanto Regina Sousa ficou com 21,34%. Cenário 5 E um quinto cenário foi montado com base nos possíveis pré-candidatos de oposição. Ciro Nogueira, Margarete Coelho e Lucy Soares foram apresentados aos entrevistados como alternativas para o eleitor em 2022. 39,02% escolheram Ciro Nogueira, 15,65% optaram por Margarete Coelho, e 15,45 por Lucy Soares. ESPONTÂNEA PARA GOVERNADOR DO PIAUÍ No levantamento feito de forma espontânea (quando o eleitor fala o nome de seu candidato sem ser mostrado a ele opções), o entrevistado respondeu à seguinte pergunta: “Se as eleições fossem hoje, em que o(a) senhor(a) votaria para governador(a) do Piauí?”. Entre os nomes lembrados pelos entrevistados, o atual governador do Piauí, Wellington Dias (PT), aparece em primeiro lugar, com 14,02% das intenções de votos. Lembrando que Wellington encerra, em 2022, seu quarto mandato e não pode mais se candidatar, pelo menos agora, a governador. A previsão é de que saia do governo em abril e se lance candidato a senador. Confira os números da espontânea: ESTIMULADA PARA PRESIDENTE O Instituto BrVox também perguntou aos entrevistados sobre um cenário estimulado, em quem esses entrevistados de Teresina votariam para presidente da República em 2022 numa eventual disputa envolvendo apenas o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido). Lula foi escolhido por 58,13% dos entrevistados e Bolsonaro por 22,15%. O percentual daqueles que votaram branco ou nulo ficou em 15,65% e não souberam ou não quiseram opinar em 4,07%. https://www.oitomeia.com.br/noticias/politica/2021/06/11/saiu-a-primeira-pesquisa-com-os-candidatos-a-governador-do-piaui-ciro-26-x-rafael-11/
  5. https://valor.globo.com/politica/noticia/2021/07/02/alckmin-lidera-em-cenario-com-divisao-de-voto-da-esquerda-entre-haddad-e-boulos.ghtml
  6. https://valor.globo.com/politica/noticia/2021/07/02/alckmin-lidera-em-cenario-com-divisao-de-voto-da-esquerda-entre-haddad-e-boulos.ghtml
  7. O ex-governador Ciro Gomes (PDT) é o terceiro colocado na disputa presidencial no Ceará , onde fez a sua carreira política, atrás do presidente Jair Bolsonaro e bem atrás do seu neodesafeto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva , segundo levantamento feito entre os dias 25 e 29 de junho pelo instituto Paraná Pesquisas. De acordo com a sondagem, Ciro tem 13,5% das intenções de voto no principal cenário, atrás de Bolsonaro (19,4%) e de Lula (45,9%). O senador Tasso Jereissati (PSDB), que também pode ser candidato a presidente da República e que foi padrinho político de Ciro, aparece com 4,3% Ciro Gomes ganhou Ceará em todas as eleições presidenciais que disputou. Em 2018 o resultado no Ceara foi Ciro 41, Haddad 33, Bolsonaro 22. https://veja.abril.com.br/blog/maquiavel/no-ceara-sua-base-eleitoral-ciro-fica-em-terceiro-na-disputa-ao-planalto/ A pesquisa foi feita por meio de entrevistas telefônicas (sem o uso de robôs) com 1.528 eleitores de 84 municípios do Ceará.
  8. Apesar de ainda ser um grupo importante de seu eleitorado, 59% dos evangélicos dizem não confiar no presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O percentual de apoiadores é de 39%, enquanto A 2% não souberam opinar ou não responderam. Os dados são da pesquisa do instituto Ipec. Os evangélicos seguem, porém, mostrando uma confiança maior no presidente do que a média geral da população brasileira. Segundo a pesquisa, a rejeição de Bolsonaro entre todos os entrevistados é de 68%. A pesquisa foi feita no período de 17 a 21 de junho de 2021, com 2.022 pessoas, das quais 560 são evangélicas. A margem de erro é de dois pontos percentuais. https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2021-06-28/59--dos-evangelicos-nao-confiam-em-bolsonaro-pesquisa-ipec.html
  9. PRESIDENTE: Lula - 42.8% Bolsonaro- 41.0% Ciro- 7.0% Mandetta- 3.7% Dória- 1.4% Brancos/Nulos- 4.1% O deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ) lidera isolado para governador do Rio de Janeiro, com 33% das intenções de voto, segundo levantamento da pesquisa Atlas realizado entre os dias 18 e 22 deste mês. No mesmo levantamento, o ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva (PT) venceria o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) no estado na disputa para a Presidência . O governador bolsonarista Cláudio Castro (PL), que assumiu o cargo após o impeachment de Wilson Witzel (PSC), aparece em segundo lugar com 20,2%. Seu governo é aprovado por 24,3% do eleitorado ante 58,9% de reprovação. A pesquisa foi feita com 807 pessoas entre 18 e 22 de junho de 2021, com convites randomizados pela internet. A margem de erro é de 3% e o levantamento tem um nível de confiança de 95%. https://cdn.revistaforum.com.br/wp-content/uploads/2021/06/atlas-rj-br-062221.pdf
  10. https://www.poder360.com.br/poderdata/so-13-nao-votariam-em-lula-nem-em-bolsonaro/
  11. https://news.gallup.com/poll/350486/record-high-support-same-sex-marriage.aspx Apoio para casamento gay em 70% pela primeira vez PELA 1 º VEZ A maioria dos republicanos agora apóia o casamento do mesmo sexo O apoio entre os idosos atingiu a marca de 60% Apenas 27% são contra em 2021 Era apenas 27% a favor em 1999 EM 22 ANOS, A APROVAÇÃO DOBROU DE 35% PARA 70%
  12. 1º Turno Governador: Zema (Novo) 36 Kalil (PSD) 33 Janones (Avante) 3 Aurea (PSOL) 3 2º Turno Governador: Kalil 41 Zema 41 1º Turno Presidente: Lula 36 Bolsonaro 34 Ciro 7 Amoedo 3 2º Turno Presidente: Lula 53 x Bolsonaro 40 Ciro 47 x Bolsonaro 37 https://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:https:%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F06%2F08%2Fzema-e-kalil-lideram-pesquisa-para-governador-em-cenario-que-emula-polarizacao-nacional.ghtml
  13. 1º Turno Governador: Zema (Novo) 36 Kalil (PSD) 33 Janones (Avante) 3 Aurea (PSOL) 3 2º Turno Governador: Kalil 41 x Zema 41 1º Turno Presidente: Lula 36 Bolsonaro 34 Ciro 7 Amoedo 3 2º Turno Presidente: Lula 53 x 40 Bolsonaro Ciro 47 x 37 Bolsonaro
  14. O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) aparece à frente em três cenários para o governo do Rio de Janeiro sondados pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 28 de maio e 1º de junho – em um deles está empatado com a delegada Martha Rocha (PDT). O governador Cláudio Castro (PSC), que vai disputar a sua primeira eleição para o cargo – ele era vice de Wilson Witzel, que sofreu impeachment –, aparece com percentuais que variam de 15,6% a 16,7%, variando entre a segunda e a terceira posição dependendo do cenário. Veja os três cenários abaixo: Cenário 1 Marcelo Freixo 23,8% Martha Rocha 23,1% Cláudio Castro 16,3% Filipe Santa Cruz 2,1% Cenário 2 Marcelo Freixo 23,5% Cláudio Castro 15,6% Rodrigo Maia 12,8% Washington Reis 8% Bernardinho 5,6% Cenário 3 Marcelo Freixo 25,2% Cláudio Castro 16,7% Washington Reis 8,8% Rodrigo Neves 7% Bernardinho 6% O cenário eleitoral do Rio de Janeiro para 2022 ainda está bastante indefinido. Em todas as simulações, o contingente de eleitores que não apontaram um candidato — disseram que vão anular o voto, votar em branco ou em nenhum, não sabem ou não responderam — ultrapassou um terço dos entrevistados Outra variável é que o xadrez eleitoral está bastante confuso, inclusive com alguns políticos tradicionais do estado mudando de partido. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, trocou o DEM pelo PSD em movimentação visando a eleição do próximo ano. Ainda não está certo quem ele irá apoiar. Uma das possibilidades é Felipe Santa Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Já Marcelo Freixo pode trocar o PSOL pelo PSB ou até pelo PDT – é boa também a possibilidade de ele ter o apoio do PT, já que esteve recentemente com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, onde discutiram a formação de alianças para enfrentar o bolsonarismo em 2022 tanto no Rio quanto no país. Outro que vai trocar de legenda, mas não se sabe para qual, é o ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que deixará o DEM após desavenças públicas com a cúpula da sigla – as alternativas principais são o PSD e o PSDB. Tanto Maia quanto Freixo, no entanto, só podem trocar de partidos na janela partidária, em abril de 2022, para não perderem os mandatos de deputados federais. Já no núcleo bolsonarista, o senador Flávio Bolsonaro deixou o Republicanos – para o qual havia migrado em 2020 – e foi para o Patriota, partido que também poderá abrigar o pai, o presidente Jair Bolsonaro. O governador Cláudio Castro deve ser apoiado pelo bolsonarismo. O levantamento do Paraná Pesquisas ouviu 1.530 eleitores em 44 municípios do Rio de Janeiro, por meio de entrevistas pessoais telefônicas (sem o uso de robôs). A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. https://veja.abril.com.br/blog/maquiavel/eleicoes-2022-marcelo-freixo-lidera-disputa-para-o-governo-do-rio/amp/?utm_source=whatsapp&__twitter_impression=true Pesquisa completa: https://www.paranapesquisas.com.br/pesquisas/pesquisa-estado-do-rio-de-janeiro-situacao-eleitoral-para-o-executivo-estadual-e-legislativo-federal-em-2022-e-avaliacao-da-administracao-estadual-junho-2021/
  15. O presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão empatados tecnicamente na corrida pela Presidência da República em 2022 entre os eleitores do estado do Rio de Janeiro nos dois cenários pesquisados pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 28 de maio e 1º de junho. No primeiro cenário, com a presença do ex-juiz Sergio Moro e do apresentador Luciano Huck, Bolsonaro tem 34,2% contra 30,3% de Lula – a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos (veja quadro abaixo). Na segunda simulação, sem Moro e Huck, Bolsonaro tem 35,2% das intenções de voto contra 32,2% de Lula – os dois continuam, portanto, empatados dentro da margem de erro Rejeição Tanto Bolsonaro quanto Lula têm rejeições altíssimas, em torno de metade do eleitorado. Quando o candidato é o presidente, 47,8% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum enquanto 27% disseram que fariam isso com certeza – outros 22,5% declararam que poderiam votar. Já com Lula, 49,5% rejeitam totalmente a sua candidatura enquanto 22,2% afirmaram que o escolheriam nas urnas com certeza – outros 26,9% disseram que poderiam votar. Na eleição presidencial de 2018, Bolsonaro foi bem melhor em seu berço político. Ele teve 59,79% dos votos válidos no primeiro turno e 67,95% no segundo na disputa contra Fernando Haddad (PT). A pesquisa foi feita por meio de entrevistas pessoais telefônicas (sem o uso de robôs) com 1.530 eleitores de 44 municípios do estado do Rio de Janeiro. https://veja.abril.com.br/blog/maquiavel/rio-de-janeiro-bolsonaro-e-lula-tem-empate-tecnico-em-corrida-para-2022/
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