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recc33

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  1. Pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo União Brasil, Anthony Garotinho – que já governou o estado entre 1999 e 2002 – admitiu que seu atual partido não é o que mais se identifica. O radialista passou por nove partidos ao longo de sua vida pública: PT (1980-1983), PDT (1983-2000), PSB (2001-2003), PMDB (2003-2009), PR (2009-2018), PRP (2018-2019), Patriota (2019), PROS (2019-2022) e União Brasil, legenda a qual se filiou esse ano. – Os partidos do Brasil são como fantasia de carnaval. Infelizmente, você usa e depois descarta. Eu sou um trabalhista, tenho a mesma doutrina desde sempre, que vem de Alberto Pasqualini, Getúlio Vargas e Leonel Brizola. Agora, tenho que me adaptar à realidade. Eu iria para onde? Chegou o momento aqui no Rio em que eu não conseguia nem me filiar, fui candidato na eleição passada pelo PRP, que nem tempo de televisão tinha. Há dez anos tento voltar para o PDT, um pedido do Brizola na véspera de morrer, mas o (Carlos) Lupi não deixa – disse o ex-governador https://oglobo.globo.com/politica/partido-fantasia-de-carnaval-voce-usa-descarta-diz-garotinho-em-entrevista-1-25515194
  2. Jair Bolsonaro (PL) decidiu apoiar um tucano na corrida ao governo do Mato Grosso do Sul: Eduardo Riedel (PSDB), aliado da ex-ministra Tereza Cristina (PP), será o palanque do presidente no estado. https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/o-palanque-tucano-de-jair-bolsonaro.html
  3. O PT do Rio de Janeiro atua nos bastidores para levar o prefeito Eduardo Paes (PSD) para o palanque do ex-presidente Lula (PT) no estado, terceiro maior colégio eleitoral do Brasil. Com esse objetivo, os petistas passaram a defender que o PSD indique a vaga de vice na chapa do deputado federal Marcelo Freixo (PSB), que disputará o governo fluminense com apoio do PT. Lideranças petistas sugerem que o companheiro de chapa de Freixo poderia ser, inclusive, o ex-presidente da OAB Felipe Santa Cruz (PSD), atual pré-candidato ao Palácio Guanabara com o apoio de Paes. Outra moeda de troca para atrair o PSD seria fechar, desde já, o apoio do PT à reeleição de Paes em 2024. Segundo petistas, o apoio da sigla à reeleição do atual prefeito não será automático. Dirigentes petistas no Rio admitem, porém, que o maior entrave para atrair o PSD para a coligação do PT com PSB seria uma resistência do próprio Eduardo Paes a subir no mesmo palanque que Freixo na eleição estadual. APOIO EM XEQUE Nesta semana, lideranças do PT do Rio demonstraram, nos bastidores, preocupação com o impacto da aliança com Freixo no estado para a candidatura de Lula ao Palácio do Planalto. O sinal amarelo foi aceso após pesquisas mostrarem que Jair Bolsonaro (PL) está empatado com o petista no Rio, reduto político do atual presidente da República há mais de três décadas. Coordenador do grupo de eleições do PT, o deputado federal José Guimarães (PT) atuou para botar panos quentes. Na quinta-feira (19/5), ele foi às redes sociais ratificar a aliança com Freixo. Guimarães também deixou claro que o PT não abre mão de lançar o presidente da Assembleia Legislativa, André Ceciliano (PT), como candidato ao Senado, na chapa. A vaga também é almejada pelo deputado Alessandro Molon (PSB). https://www.metropoles.com/colunas/igor-gadelha/por-apoio-de-paes-a-lula-pt-sugere-que-vice-de-freixo-fique-com-psd
  4. É uma novela memorável, sem dúvidas um grande clássico da teledramaturgia brasileira. Agora, maior clássico da Globo? Que surto...
  5. Partido Novo é linha auxiliar do Bolsonaro, não surpreende ninguém. Tomara que esse partido seja dizimado nas eleições desse ano.
  6. Quem vê os movimentos do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) em relação a uma candidatura do PSDB à Presidência pode ficar confuso. Ora em defesa de uma candidatura própria tucana, ora a favor de uma “saída honrosa” por parte do ex-governador João Dória (PSDB-SP) da disputa presidencial. Mas fontes apostam que Aécio Neves prefere que os tucanos não desperdicem o fundo eleitoral com uma candidatura ao Planalto que corra grande risco de amargar uma baixa votação. E garantem que a preferência é que o PSDB concentre os recursos que tem no fortalecimento de uma bancada no Congresso Nacional. E é aí que entraria o objetivo do ex-governador de Minas Gerais. Aécio, segundo interlocutores, quer retomar o controle do partido que presidiu entre 2013 e 2017, mas sabe que tem do outro lado do ninho tucano dois adversários de peso: o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia; e o atual presidente da legenda, Bruno Araújo. O deputado federal também entende que isso seria mais fácil como senador da República. De olho em compor um palanque em Minas, lançou o ex-deputado e seu o ex-secretário de Saúde Marcus Pestana ao governo mineiro. Há quem diga que, lá na frente, caso a candidatura de Pestana não vingue, Aécio e os tucanos mineiros terão um bom poder de barganha para retirar o nome da disputa e negociar apoios. Mas Aécio é visto, nos dias de hoje, como alguém mais próximo do campo bolsonarista do que do campo petista. https://g1.globo.com/politica/blog/natuza-nery/post/2022/05/19/disputa-pelo-controle-do-partido-tambem-explica-racha-no-psdb.ghtml
  7. O PT nacional considera romper a aliança histórica com o PDT no Ceará se Ciro Gomes (PDT) “esticar a corda” no estado. Recentemente, Ciro disse que também existiria um lado corrupto no PT local, o que esquentou ainda mais o clima entre petistas e pedetistas no estado. Há um impasse sobre quem vai ser o candidato do PDT a encabeçar a chapa. O PT e parte do PDT querem a atual governadora, Izolda Cela (PDT), que era vice do ex-governador Camilo Santana (PT), que renunciou para concorrer ao Senado. Já os irmãos Ciro e Cid Gomes (PDT) querem que o candidato seja o ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (PDT), nome rejeitado pelo PT. O PT nacional também avalia a possibilidade de usar o impasse cearense como uma forma de pressionar o PDT a rifar Ciro Gomes. Lula ainda não jogou a toalha e segue insistindo com Carlos Lupi por uma aliança. https://www.metropoles.com/colunas/guilherme-amado/pt-nacional-considera-romper-com-pdt-no-ceara-se-ciro-esticar-a-corda
  8. A Executiva Nacional do PSDB se reúne nesta quinta-feira para discutir sobre a federação do partido com o Cidadania. Oficialmente, a pauta é a união entre legendas. Extraoficialmente, porém, podem ser debatidos, caso seja pedida a palavra, os rumos da campanha presidencial. Os recados enviados por integrantes do PSDB esta semana a João Doria são de que não é ele quem conduz os rumos do processo eleitoral e, sim, a presidência do PSDB e a bancada federal. Uma nota assinada pelos líderes do partido no Senado, Izalci Lucas, e na Câmara, Adolfo Viana, legitima Bruno Araújo a assumir coordenação da campanha presidencial e a costurar um único nome dentro da aliança com MDB e Cidadania para disputar a Presidência. Os critérios para a escolha do candidato da terceira via foram definidos com base em pesquisas qualitativa e quantitativa. E, como essas pesquisas apontam empate técnico entre os pré-candidatos, a tendência é decidirem com base na rejeição, o que dificulta o cenário de Doria. Enquanto isso, Doria participa do Person of de Year em Nova Iorque. https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/os-novos-recados-do-psdb-joao-doria.html
  9. O PT colocou um grupo de bombeiros para evitar que o senador Alexandre Silveira (PSD) assuma a liderança do governo Jair Bolsonaro (PL) no Senado. O senador esteve com Bolsonaro na terça-feira e preferiu adiar a decisão sobre ser líder até que aliados de Lula (PT) definam quem vão apoiar na disputa ao Senado: se Silveira ou Reginaldo Lopes (PT). A campanha de Silveira à reeleição do Senado é tido como um dos principais projetos do PSD em Minas Gerais e terá impacto nas campanhas ao governo do estado e, principalmente, na corrida presidencial, já que Minas abriga 15 milhões de eleitores, segundo maior colégio eleitoral do país. A cúpula petista quer um recuo de Lopes para evitar que Silveira arraste para o campo bolsonarista prefeitos e também o apoio de seu correligionário de PSD, Rodrigo Pacheco. Diante do risco de verem a diferença entre Lula e Bolsonaro ser reduzida em Minas, ameaçando a campanha de Alexandre Kalil (PSD) ao governo, aliados buscam uma saída para o imbróglio: oferecer a vice de Kalil a Reginaldo Lopes. https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/pt-aciona-bombeiros-para-evitar-que-alexandre-silveira-assuma-lideranca-do-governo.html
  10. O Palácio do Planalto tenta nos bastidores transformar Alexandre Silveira (PSD-MG) em seu candidato ao Senado por Minas Gerais. E assim, enfraquecer o palanque de Lula (PT) no estado. Interlocutores de Jair Bolsonaro (PL) dizem que o sonho do presidente da República é ter Silveira como aliado de Carlos Viana (PL-MG), pré-candidato da sigla ao governo de Minas. Atualmente, o pré-candidato de Bolsonaro ao Senado é o ex-ministro do Turismo e deputado federal Marcelo Álvaro Antonio (PL-MG). Nas articulações, Bolsonaro quer contar ainda com uma indicação do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para vice de Viana ao Palácio Tiradentes. Silveira, por sua vez, seria conduzido à liderança de governo logo no início da próxima legislatura. O senador é o favorito de Bolsonaro para o posto. Mas, diante de um ano legislativo reduzido por causa da eleição, ficaria pouco como líder caso assumisse agora. O maior entrave aos planos de Bolsonaro é o pré-candidato do PSD ao governo de Minas, Alexandre Kalil. O ex-prefeito de Belo Horizonte é próximo de Lula. E busca o apoio formal do petista na disputa pela sucessão de Romeu Zema (Novo). O PT, por sua vez, não tem planos de apoiar um candidato mineiro do PSD ao Senado. A sigla lançou formalmente o líder da sigla na Câmara, deputado Reginaldo Lopes, para a disputa ao cargo de senador. Nesse imbróglio, há apostas de que Kalil pode ficar sem apoio do PT. O ex-prefeito de Belo Horizonte não se encontrou com Lula nesta semana, em passagem do petista pelo estado. E vê o PSB cogitar lançar o ex-ministro da Saúde Saraiva Felipe para garantir um palanque da frente de esquerda em Minas Gerais. https://www.metropoles.com/colunas/igor-gadelha/bolsonaro-quer-alexandre-silveira-como-seu-candidato-ao-senado
  11. "Especialistas" em terrorismo eleitoral. PT governou por 13 anos, entre erros e acertos, nunca houve desabastecimento no país; nunca o litro da gasolina chegou a R$ 8; e nunca se praticou a covardia de cobrar em dólar algo que é produzido em reais. Não surpreende que essa matéria venha de um jornal mau caráter como o Estadão, que em 2018 disse que era a escolha entre um professor, democrata e melhor ministro da educação que o país já teve e uma criatura autoritária, que homenageava torturador no plenário da Câmara e que em 30 anos de Congresso nunca aprovou uma lei era "muito difícil".
  12. Pior que é verdade kkk, mas no caso de A Favorita eu achei que isso acontece com ainda mais intensidade. Achei toda a reta final muito forçada.
  13. Ele forçou a barra em tudo o que acontece depois do sequestro da Lara, na minha opinião. A Flora é uma vilã icônica, longe de mim querer diminuí-la, mas grande parte dos "feitos" dela são graças a furos e/ou conveniências de roteiro. Para a Flora parecer inteligente, o JEC fez todos os personagens da novela se tornaram demasiadamente estúpidos.
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