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Estadão Passando Pano pro Bruno Covas


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8 minutos atrás, CondeOlaf disse:

 

Existe UOL/Folha, Estadão, Veja, Grupo Globo, CNN, Record, Band, RedeTV, SBT, Carta Capital, além de blogueiros independentes e você ainda acha que existe um oligopolio ou monopólio? 

Carta Capital e blogueiros independentes infelizmente não tem o mesmo alcance dos veículos tucanos.

Temos sim um mercado oligopilizado, com meia dúzia de famílias concentrando mais de 90% da mídia brasileira (e repito, metade com só uma delas).

Oligopólios que se estabeleceram com diversas ajudas estatais, empréstimos generosos a juros maternais, verbas publicitárias generosas, e que passaram a perseguir os blogs independentes quando eles estavam recebendo verba também (menos de 0.1% do que estavam recebendo os grandes veículos...).

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1 hora atrás, LUCAS MAURÍCIO disse:

Carta Capital e blogueiros independentes infelizmente não tem o mesmo alcance dos veículos tucanos.

Temos sim um mercado oligopilizado, com meia dúzia de famílias concentrando mais de 90% da mídia brasileira (e repito, metade com só uma delas).

Oligopólios que se estabeleceram com diversas ajudas estatais, empréstimos generosos a juros maternais, verbas publicitárias generosas, e que passaram a perseguir os blogs independentes quando eles estavam recebendo verba também (menos de 0.1% do que estavam recebendo os grandes veículos...).

 

Ué, mas se você disse que felizmente os veículos tradicionais não têm mais a mesma relevância e que a diferença passou a ser feita mas redes sociais, por que essa preocupação? :clo8:

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1 hora atrás, Gessinger disse:

Se não fosse a Globo o preconceito que existe no Brasil seria ainda maior. 

A Globo foi responsável por anos por propagar machismo, racismo, LGbTfobia, gordofobia e classismo.

Não faz o mínimo de hoje colocar programas como o da Fátima que debatem isso, pois é responsável também por entranhar esses preconceitos no brasileiro.

 

O que é cômico (se não fosse trágico), é que apesar de parecer querer se redimir do que enraizou por anos (às vezes parece ser só a Fátima Bernardes que tem interesse disso) ela ainda prefere apoiar candidatos que estão aliados a esses preconceitos (colocou o Temer no poder que acabou com várias pautas de discussão racial, de gênero, e de sexualidade) ou até subverter narrativas como o caso do Carrefour chamando de vândalos os manifestantes antirracistas, se ajoelhando aos interesses de seus anunciantes ao invés de defender a vida de um homem preto.

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2 horas atrás, LUCAS MAURÍCIO disse:

Carta Capital e blogueiros independentes infelizmente não tem o mesmo alcance dos veículos tucanos.

Temos sim um mercado oligopilizado, com meia dúzia de famílias concentrando mais de 90% da mídia brasileira (e repito, metade com só uma delas).

Oligopólios que se estabeleceram com diversas ajudas estatais, empréstimos generosos a juros maternais, verbas publicitárias generosas, e que passaram a perseguir os blogs independentes quando eles estavam recebendo verba também (menos de 0.1% do que estavam recebendo os grandes veículos...).

 

E tu acha que deveria existir algum mecanismo pra "empurrar goela abaixo" uma mídia a la "Carta Capital" na população? Isso é completamente descabido. O pessoal da esquerda mais radical precisa APRENDER a se calibrar ao gosto do brasileiro, que em maioria é muito parecida com a americana, por exemplo. Aqui essas ideias de comunismo/socialismo/anticapitalismo não tem vez, e não dá pra forçar essas coisas sem virar um regime autoritário.

Edited by TheOnce&FutureKing
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12 minutos atrás, Ricardo Viz disse:

@LUCAS MAURÍCIO @EsperssaDado o cenário atual, concretamente o que vocês entendem que deva ser feito em relação à mídia brasileira? Vocês acharam interessante a tentativa de execução da Ley de Medios pela Cristina Kirchner na Argentina, por exemplo? 

 

Metendo meu bedelho sem ser chamado: a mídia brasileira precisa do oposto de regulamentação. Precisa urgentemente da possibilidade da participação de capital estrangeiro no seu controle. Só assim as empresas menores podem sequer sonhar em ter cacife pra bater de frente com as gigantes do setor.

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19 minutos atrás, TheOnce&FutureKing disse:

 

E tu acha que deveria existir algum mecanismo pra "empurrar goela abaixo" uma mídia a la "Carta Capital" na população? Isso é completamente descabido. O pessoal da esquerda mais radical precisa APRENDER a se calibrar ao gosto do brasileiro, que em maioria é muito parecida com a americana, por exemplo. Aqui essas ideias de comunismo/socialismo/anticapitalismo não tem vez, e não dá pra forçar essas coisas sem virar um regime autoritário.

Foi com dinheiro público que a Globo foi empurrada goela abaixo na população. 

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31 minutos atrás, Ricardo Viz disse:

@LUCAS MAURÍCIO @EsperssaDado o cenário atual, concretamente o que vocês entendem que deva ser feito em relação à mídia brasileira? Vocês acharam interessante a tentativa de execução da Ley de Medios pela Cristina Kirchner na Argentina, por exemplo? 

Nesse caso realmente teve uma tentativa de cercear o Clarin - que apesar de ser um jornal duvidoso de conteúdo pra mim, está no seu direito. O problema foi a interferência política. 

 

Mas a regulação da mídia e seu debate pode ser democrático. O ideal seria a criação de órgãos reguladores independentes de indicação política do governo vigente, com objetivo apenas de garantir a diversidade da sociedade e até coibir absurdos como por exemplo o Cidade Alerta expor e constranger pessoas de maneira perversa com a desculpa de "liberdade de imprensa". O que mais tem é exemplos de absurdos que são veiculados com essa desculpa, e se tratando de concessões públicas pior ainda.

A distribuição de verba do governo não deveria ser relacionado a interesse político (por exemplo agora o Bolsonaro bancando o SBT e Record). E claro, impedir monopólios como é hoje no setor.

 

Se existem órgãos reguladores pra diversos setores e bastante independentes, não vejo porque para a imprensa não haveria. Além de que existe legislação contra monopólios de diversos outros setores, e não se vê isso como uma caça as bruxas a determinadas empresas que o governante não goste, e sim algo que defende o direito do consumidor. Não sou parlamentar, nem especialista em direito, mas tem países que fizeram projetos assim com sucesso, não vejo porque o Brasil não poderia.

 

EDIT: Até a UNESCO defende a regulação da mídia, e tudo que a UNESCO não é é ser antidemocrática. 

Edited by Esperssa
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Agora, TheOnce&FutureKing disse:

 

Que? De onde tu tirou isso? Kkkkk Depois ainda reclama dos bolsominios espalhando fake news no zap zap.

Querido, quem você acha que a ditadura militar financiou como veículo oficial do governo?

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Agora, Esperssa disse:

Querido, quem você acha que a ditadura militar financiou como veículo oficial do governo?

 

Filho, se solta desse tempo, a ditadura já acabou a 56 anos e inclusive é uma bela amostra do que acontece quando o estado "ganha" o direito de meter o bedelho em tudo. Essas questões de sensacionalismo e abuso da liberdade de imprensa são pra justiça resolver, não governo ou qualquer órgão ligado a ele. 

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1 minuto atrás, TheOnce&FutureKing disse:

 

Filho, se solta desse tempo, a ditadura já acabou a 56 anos e inclusive é uma bela amostra do que acontece quando o estado "ganha" o direito de meter o bedelho em tudo. Essas questões de sensacionalismo e abuso da liberdade de imprensa são pra justiça resolver, não governo ou qualquer órgão ligado a ele. 

 

Faz as contas antes de lacrar sem ter conhecimento. A ditadura acabou num dia e no outro tudo já era normal? Não mesmo, os primeiros políticos eleitos ainda eram de partidos filhotes da ditadura. E isso tem apenas 35 anos. 

 

É como dizer que só porque algo oficialmente acabou, no dia seguinte ainda não existiam marcas. A escravidão acabou há 129 anos. E o racismo? 

 

A ditadura acabou há 35 anos. No dia seguinte a Globo já passou a ser antiditadura? Não, nunca nem foi, só em 2013 foi assumir que não era revolução e sim golpe. E por décadas continuou sendo financiada pelo governo.

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