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CORONAVÍRUS | Cobertura sobre a pandemia no Brasil e no mundo


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Paciente de 66 anos se curou do Covid, galera. Vamos também repercutir as coisas boas, não vamos transformar esse ambiente só na desgraceira psicológica. 

Praticamente não temos mais covid no Brasil. A partir de semana que vem com a grande queda dessa semana, qualquer restrição é politicagem pra agradar a classe média apavorada.

EUA registram mais de 2 mil mortes diárias pela Covid-19 pela primeira vez em três meses

 

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Os Estados Unidos registraram nas últimas 24 horas mais de 2 mil mortos pela Covid-19, a pior cifra diária em três meses, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. O país, que enfrenta um aumento da disseminação do novo coronavírus desde junho, teve 2.060 óbitos contabilizados entre ontem à noite e esta quinta-feira, um recorde desde 7 de maio.

 

https://oglobo.globo.com/mundo/eua-registram-mais-de-2-mil-mortes-diarias-pela-covid-19-pela-primeira-vez-em-tres-meses-24572232

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34 minutos atrás, Mako disse:

EUA registram mais de 2 mil mortes diárias pela Covid-19 pela primeira vez em três meses

 

x89082681_Healthcare-workers-at-Fountain

 

Os Estados Unidos registraram nas últimas 24 horas mais de 2 mil mortos pela Covid-19, a pior cifra diária em três meses, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. O país, que enfrenta um aumento da disseminação do novo coronavírus desde junho, teve 2.060 óbitos contabilizados entre ontem à noite e esta quinta-feira, um recorde desde 7 de maio.

 

https://oglobo.globo.com/mundo/eua-registram-mais-de-2-mil-mortes-diarias-pela-covid-19-pela-primeira-vez-em-tres-meses-24572232

Nao entendi essa notícia, o maior número em 24h que teve por esses dias foi 1400 e pouco (não que seja pouco)

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2 minutos atrás, Johnny disse:

Nao entendi essa notícia, o maior número em 24h que teve por esses dias foi 1400 e pouco (não que seja pouco)

O worldometers e a Johns Hopkins provavelmente contabilizam os óbitos diários em períodos distintos (o Worldometers encerra a contagem às 22h, por exemplo).

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Evolução de casos e mortes no Brasil entre quarta e quinta


Brasil: 2.962.442 (+50.230)

1. São Paulo
: 608.379 (+9.709)
2. Bahia: 187.892 (+4.202)
3. Ceará: 185.409 (+2.108)
4. Rio de Janeiro: 175.696 (+1.632)
5. Pará: 164.759 (+1.937)
6. Minas Gerais: 147.323 (+4.495)
7. Maranhão: 128.846 (+1.781)
8. Distrito Federal: 119.903 (+1.903)
9. Amazonas: 105.857 (+803)
10. Pernambuco: 102.872 (+1.477)
11. Santa Catarina: 101.582 (+2.948)
12. Espírito Santo: 89.923 (+1.380)
13. Paraíba: 89.117 (+1250)
14. Paraná: 88.899 (+1.630)
15. Goiás: 82.807 (+2.910)
16. Rio Grande do Sul: 79.026 (+189)
17. Alagoas: 65.916 (+823)
18. Sergipe: 63.728 (+884)
19. Mato Grosso: 62.785 (+2.944)
20. Piauí: 58.390 (+1.290)
21. Rio Grande do Norte: 54.717 (+611)
22. Rondônia: 43.390 (+665)
23. Amapá: 37.964 (+229)
24. Roraima: 35.540 (+611)
25. Tocantins: 30.358 (+819)
26. Mato Grosso do Sul: 29.988 (+887)
27. Acre: 21.376 (+113)


Mortes do Brasil

Brasil: 99.572 (+1.079)

1. São Paulo
: 24.735 (+287)
2. Rio de Janeiro: 14.028 (+87)
3. Ceará: 7.921 (+28)
4. Pernambuco: 6.867 (+39)
5. Pará: 5.854 (+19)
6. Bahia: 3.843 (+54)
7. Minas Gerais: 3.381 (+77)
8. Amazonas: 3.345 (+10)
9. Maranhão: 3.138 (+18)
10. Espírito Santo: 2.698 (+31)
11. Rio Grande do Sul: 2.282 (+51)
12. Paraná: 2.270 (+46)
13. Mato Grosso: 2.037 (+63)
14. Paraíba: 1.965 (+20)
15. Rio Grande do Norte: 1.965 (+11)
16. Goiás: 1.946 (+58)
17. Distrito Federal: 1.682 (+31)
18. Alagoas: 1.654 (+11)
19. Sergipe: 1.558 (+21)
20. Piauí: 1.452 (+16)
21. Santa Catarina: 1.400 (+43)
22. Rondônia: 934 (+11)
23. Amapá: 599 (+5)
24. Acre: 556 (+4)
25. Roraima: 544 (+6)
26. Mato Grosso do Sul: 481 (+23)
27. Tocantins: 437 (+9)

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Hoje veio um pouco mais "tranquilo" (se é que podemos chamar assim)

 

RJ nessa semana teve uma queda mais profunda, poucos dias passaram das 100 mortes, e está com um isolamento ridículo

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16 minutos atrás, Loiríssimo disse:

Evolução de casos e mortes no Brasil entre quarta e quinta


Brasil: 2.962.442 (+50.230)

1. São Paulo
: 608.379 (+9.709)
2. Bahia: 187.892 (+4.202)
3. Ceará: 185.409 (+2.108)
4. Rio de Janeiro: 175.696 (+1.632)
5. Pará: 164.759 (+1.937)
6. Minas Gerais: 147.323 (+4.495)
7. Maranhão: 128.846 (+1.781)
8. Distrito Federal: 119.903 (+1.903)
9. Amazonas: 105.857 (+803)
10. Pernambuco: 102.872 (+1.477)
11. Santa Catarina: 101.582 (+2.948)
12. Espírito Santo: 89.923 (+1.380)
13. Paraíba: 89.117 (+1250)
14. Paraná: 88.899 (+1.630)
15. Goiás: 82.807 (+2.910)
16. Rio Grande do Sul: 79.026 (+189)
17. Alagoas: 65.916 (+823)
18. Sergipe: 63.728 (+884)
19. Mato Grosso: 62.785 (+2.944)
20. Piauí: 58.390 (+1.290)
21. Rio Grande do Norte: 54.717 (+611)
22. Rondônia: 43.390 (+665)
23. Amapá: 37.964 (+229)
24. Roraima: 35.540 (+611)
25. Tocantins: 30.358 (+819)
26. Mato Grosso do Sul: 29.988 (+887)
27. Acre: 21.376 (+113)


Mortes do Brasil

Brasil: 99.572 (+1.079)

1. São Paulo
: 24.735 (+287)
2. Rio de Janeiro: 14.028 (+87)
3. Ceará: 7.921 (+28)
4. Pernambuco: 6.867 (+39)
5. Pará: 5.854 (+19)
6. Bahia: 3.843 (+54)
7. Minas Gerais: 3.381 (+77)
8. Amazonas: 3.345 (+10)
9. Maranhão: 3.138 (+18)
10. Espírito Santo: 2.698 (+31)
11. Rio Grande do Sul: 2.282 (+51)
12. Paraná: 2.270 (+46)
13. Mato Grosso: 2.037 (+63)
14. Paraíba: 1.965 (+20)
15. Rio Grande do Norte: 1.965 (+11)
16. Goiás: 1.946 (+58)
17. Distrito Federal: 1.682 (+31)
18. Alagoas: 1.654 (+11)
19. Sergipe: 1.558 (+21)
20. Piauí: 1.452 (+16)
21. Santa Catarina: 1.400 (+43)
22. Rondônia: 934 (+11)
23. Amapá: 599 (+5)
24. Acre: 556 (+4)
25. Roraima: 544 (+6)
26. Mato Grosso do Sul: 481 (+23)
27. Tocantins: 437 (+9)

Interessante como os dados de Goiás, divulgados tanto pelo CONASS quanto pelo MS, sempre estão desatualizados. O G1 divulgou às 16h, 83.274 casos e 1974 óbitos confirmados no estado.

 

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2020/08/07/coronavirus-goias-registra-50-mortes-e-2859-casos-confirmados-em-um-dia.ghtml

Edited by M.R
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Peru recorre a médicos venezuelanos na pandemia

 

Lei libera atuação de profissionais de saúde mesmo sem licença, em medida para aliviar hospitais superlotados durante a crise. País, que abriga mais de 800 mil refugiados venezuelanos, é um epicentro da doença.

 

Cadeirante dentro de ambiente hospitalar com pessoas de máscara

 

Com quase 450 mil infectados e mais de 20 mil mortos, o Peru se tornou um dos epicentros de coronavírus da América Latina. Somente no Brasil e no México os números são ainda maiores – mas esses países têm população significativamente maior.

 

O Peru enfrenta o coronavírus com um sistema de saúde precário: poucos leitos hospitalares, poucos medicamentos, poucos respiradores e poucos profissionais. Para combater este último problema, o presidente peruano, Martín Vizcarra, assinou nesta segunda-feira (03/08) um decreto emergencial permitindo que médicos peruanos e estrangeiros possam trabalhar mesmo sem terem licença para praticar a medicina, ou seja, sem registro oficial. Os médicos estrangeiros podem até mesmo já trabalhar na profissão sem ter de esperar pelo reconhecimento de seus diplomas.

 

Este último detalhe provavelmente beneficiará sobretudo refugiados venezuelanos: o Peru abriga cerca de 830 mil venezuelanos que deixaram a Venezuela devido à crise política e humanitária no país.

 

A medida talvez possa aliviar as tensões entre peruanos e venezuelanos. A disposição inicial de ajudar os migrantes desapareceu após um tempo no Peru, e a pandemia aparentemente aumentou o ressentimento mútuo. Um dos exemplos foi a afirmação de um venezuelano ao portal online Blickpunkt Latin America, contando que um lojista acusou seus compatriotas de trazer o vírus para o país.

 

Em todo caso, o novo regulamento parece trazer ganhos para ambos os lados, beneficiando tanto os hospitais sobrecarregados quanto os médicos venezuelanos que estão desempregados ou subempregados.

 

Fila de pessoas com máscara de respiração

 

O decreto dá a médicos estrangeiros até seis meses após serem empregados para que tenham seus títulos profissionais reconhecidos pelas autoridades peruanas. Segundo a imprensa local, o salário para o médico que atua sem reconhecimento nacional do título deve corresponder, no mínimo, ao salário mínimo peruano de 930 sóis (quase 1.400 reais). Seis meses de prática profissional também é o prazo em que os médicos peruanos sem licença médica têm para passarem no exame necessário para obter o registro profissional.

 

Em meados de maio, o Ministério do Exterior do Peru anunciou que espera integrar cerca de 3.400 médicos e enfermeiros venezuelanos no sistema de saúde do país. Já o embaixador da Venezuela no Peru falou em abril de mil médicos e 4 mil enfermeiros. Entretanto, não está claro quantos profissionais venezuelanos a nova regra deve beneficiar.

 

Pandemia gera crise política

 

No início da semana, o primeiro-ministro peruano, Pedro Cateriano, saudou a remoção de obstáculos burocráticos em tempos de pandemia de coronavírus. “Desta forma, todos os médicos podem ajudar na tarefa nacional de combate ao vírus”, afirmou, acrescentando que nos últimos dias houve um "pequeno aumento" de infecções e mortes.

 

Mas no dia seguinte, Cateriano perdeu seu cargo. O Parlamento em Lima aprovou uma moção de desconfiança contra o chefe do governo por causa de sua gestão da pandemia, forçando todo o gabinete de ministros a renunciar e obrigando o presidente Martín Vizcarra a formar um novo governo. Isso, semanas depois de o chefe de Estado ter demitido o premiê anterior, Vicente Zeballos, e vários outros ministros em meados de julho após ter sua popularidade abalada pelo alto número de infecções no país e a crise econômica.

 

Presidente peruano, Martín Vizcarra

 

O Colégio Médico do Peru também havia criticado Cateriano. "Ao dizer que existe um pequeno aumento, o primeiro-ministro minimiza o problema desnecessariamente. A curva que vemos é uma tragédia para o Peru", disse Palacios Celi, presidente da entidade, em entrevista à TV. A entidade disse que consideraria propor uma nova paralisação de 15 dias para conter os números da infecção.

 

Apesar da pandemia, a instituição afirmou não considerar a desburocratização para os médicos uma boa ideia. "O decreto é desnecessário e, embora se limite ao período da emergência médica, é um precedente perigoso para a instituição das associações médicas profissionais", afirmou em nota, acrescentando que a medida promove o exercício ilegal da profissão médica.

 

O órgão afirma também que o decreto é desnecessário porque, desde o início da pandemia, as associações médicas regionais passaram a fornecer a médicos com diplomas autenticados registros online e num prazo de 48 horas. Mesmo os estrangeiros habilitados por uma "instituição respeitada" receberiam aprovação por um mês dentro de 48 horas.

 

Crise do governo, crise de refugiados, crise de coronavírus – apesar das preocupações, a autorização antecipada para médicos estrangeiros e aqueles sem licença para exercer a medicina pode ser um novo alicerce para ajudar o Peru em pelo menos uma das três crises.

 

FONTE

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Covid: assintomáticos têm carga viral de coronavírus tão alta quanto a dos pacientes com sintomas, diz estudo

 

 

Um estudo liderado por pesquisadores da Soonchunhyang University, da Coreia do Sul, isolou 303 pacientes com teste laboratorial positivo para o Sars CoV-2. Eles observaram que os pacientes assintomáticos, mais de 30% do grupo, têm carga similar àqueles que apresentam os sintomas durante a Covid-19. O resultado sugere que todos os infectados, independentemente dos sintomas, são capazes de transmitir da doença.

 

Dados do estudo:

Participaram 303 pacientes, que foram isolados em um centro comunitário de tratamento na Coreia do Sul;

110 deles (36,3%) estavam assintomáticos no momento do isolamento;

21 (19,1%) dos assintomáticos eram, na verdade, pré-sintomáticos, já que desenvolveram os sintomas posteriormente;

 

A carga viral observada por meio de testes RT-PCR foi similar em todos os pacientes.

 

A idade média do grupo isolado foi de 25 anos (22 a 36 anos) e 66,3% eram mulheres. Doze pessoas apresentavam comorbidades - 10 tinham hipertensão, uma tinha câncer e outra tinha asma. O tempo médio de desenvolvimento dos sintomas dos pacientes sintomáticos (193) foi de 15 dias (13 a 20 dias).

Após 2 semanas do teste positivo, 33,7% dos assintomáticos já apresentaram exame RT-PCR negativo para a Covid-19; em três semanas, a taxa subiu para 75,2%. No caso dos pacientes com os sintomas, esses índices foram de 29,6% e 69,9%, também para duas e três semanas da confirmação do vírus, respectivamente.

 

"Neste estudo de coorte de pacientes sintomáticos e assintomáticos com infecção por Sars CoV-2 isolados em um centro de Cheonan, na Coreia do Sul, os valores de carga viral entre os grupos foram semelhantes. O derramamento molecular viral foi prolongado. Como a transmissão por pacientes assintomáticos com Sars CoV-2 pode ser um fator-chave para a disseminação na comunidade, pode ser necessária uma vigilância populacional e o isolamento de pacientes mesmo sem sintomas".

 

A pesquisa foi publicada nesta quinta-feira (6) na revista "JAMA". Entre as limitações apontadas pelos próprios cientistas, está o fato de que "é possível que os pacientes assintomáticos não tenham sido representativos de todos os pacientes" da comunidade, já que outros estudos também apontam para resultados falsos positivos e negativos em testes da Covid-19.

"Embora a alta carga viral observada em pacientes assintomáticos aumenta uma possibilidade de risco de transmissão, nosso estudo não foi desenhado para isso", disseram os autores, que chamam a atenção para a necessidade de "grandes estudos epidemiológicos e experimentos mais rigorosos".

 

https://g1.globo.com/google/amp/bemestar/coronavirus/noticia/2020/08/06/covid-assintomaticos-tem-carga-viral-de-coronavirus-tao-alta-quanto-a-dos-pacientes-com-sintomas-diz-estudo.ghtml?__twitter_impression=true

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