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Marquinhos C.

Ricco (25/01): Igreja deve fornecer novos autores pra Record | Programa de humor na Band | Programas do SBT sob risco

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Ele também implica com o dia, diz que deveria ser aos sábados KKK

 

Fico imaginando o fracasso que seria a maioria desses colunistas como diretores de TV 

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Tá, calma, vamos lá

 

"Audiência é premissa básica para um programa popular ter faturamento". O que isso quer dizer: um programa popular NÃO tem audiência, ele NÃO tem faturamento. O Geraldo MESMO tendo audiência não tinha faturamento, e o que aconteceu? A Record mexeu, mexeu, não adiantou e o programa acabou. Simples assim. 

 

O que a Hebe tem a ver? O programa dela nunca foi popular. Nunca fez questão de ser. E não dava audiência. O Ratinho sempre foi popular, mas nem sempre deu audiência. Depois que ele estabilizou num formato, não saiu do ar nunca mais. O Ratinho quando não dava audiência sambava a grade inteira e mudava de formato, porque não adianta NADA um programa popular não ter audiência, porque você não vende pra pobre (fazendo dinheiro em escala) e nem pra rico (que 10 gatos pingados pagam a conta do programa inteiro).

 

Sobre o Raul, não dá pra saber, a gente tá inferindo informações que não temos acesso. Meu ponto de novo é: se o programa fatura 8 com merchans e breaks e gasta 7, ele tem 1 de lucro. Se o Scooby Doo fatura 2 com 1,5 de lucro, porque só precisa pagar os direitos, o Scooby Doo é uma atração mais interessante que o Raul Gil. 

 

Diferente do Raul, A Praça e o The Noite têm audiencia alta, o The Noite repercute, é forte com os jovens, nas redes sociais e no horário não imagino nada traga um resultado tão bom comercialmente e em prestígio. Gente, sinceramente, se o Raul Gil sai do ar hoje ninguém nota, não tem nem comparação com a relevância que o Gentili tem (pro bem e pro mal).

 

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Um comunicador popular, mesmo sem ter grande audiência, pode ter faturamento. O Raul é uma prova disso e a Hebe também era. Lembrando que o popular que falo é de POPULARIDADE. Quem não conhece o Raul? Mesmo dando 5 pontecos.

 

Tenho informações e te garanto que o lucro do Raul é alto, principalmente pelo fato da produção ser pequena. Simples assim...

 

E o debate não é sobre rede social e repercussão.

 

Edited by Massis

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Só sei que Dani Bey vai exterminar tudo o que não presta no SBT. 

  • HAHA 2

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Massizinhooooooooooooo

 

De novo, vamos lá:

 

1) COMUNICADOR POPULAR é diferente de PROGRAMA POPULAR.

 

Roberto Justus é conhecido pelo Brasil inteiro pelo Aprendiz. Ele é um comunicador popular. Mas ele dá 1 ponto na Band. 

Hebe Camargo era famosa no Brasil INTEIRO mas dava 5 de média no SBT e 2 na RedeTV! quando bombava.

 

A discussão é sobre PROGRAMA POPULAR com/sem audiência. Hebe e Justus não tinham programas populares.

 

2) O Raul Gil TEM um programa popular mas NÃO TEM audiência. 

3) O Raul Gil PODE ter faturamento (estamos inferindo, de novo, a não ser que alguém aqui esteja dentro do Comercial e na gerência de produção do SBT).

 

Meus pontos são:

-Raul não é queridinho do Silvio como o Dudu é, então é só o Silvio acordar de olho virado que ele tira o Raul do ar

-Se o Raul tivesse um lucro tão alto assim, não teria quase vazado da grade como vazou há dois anos e sem força nenhuma do SS pra mantê-lo

-Custo a acreditar que um programa de auditório que dá 5 pontos tenha um lucro tão bom a ponto de compensar o lucro de filmes/Scooby Doo. E reforço que lucro é o que resta no caixa da empresa. Pode dar 100 mil de faturamento por programa, que se dá 99 mil de gasto, é mais interessante colocar Poliana reprisada, que o gasto é zero e fatura 5 mil.

 

4) Redes sociais e repercussão são fatores COMPLEMENTARES. Se ele tem audiência boa, ele TENDE a faturar bem e além disso ele repercute e tem força nas redes sociais. Se for comprovado que ele fatura bem, não existe motivo algum pra tirá-lo ou classificá-lo como um programa dispensável. Situação diferente do Raul, que TENDE a não faturar tão bem, não repercute, não é forte nas redes nem nada, então a não ser que ele realmente lucre muito bem, é um programa dispensável à grade.

 

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Condezinhooooooo

 

Comecei dizendo exatamente isso. O Raul tem programa popular, pouca audiência, mas está na categoria COMUNICADOR POPULAR. Ou seja, é uma marca, fatura. Diferente do Geraldo, por ex. 

 

Seguindo a sua lógica, o SBT deve trocar Raul por filme, Fofocalizando por novela reprisada, Primeiro Impacto por desenho e por aí vai...

 

E repito: o debate não é sobre rede social e repercussão. Agora, óbvio que são fatores MUITO importantes, assim como audiência. Tanto é que A Praça é Nossa está no ar desde 1987, mesmo com um calo chamado faturamento/lucro.

Edited by Massis

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'Seguindo a sua lógica, o SBT deve trocar Raul por filme, Fofocalizando por novela reprisada, Primeira Impacto por desenho e por aí vai...'

 

Ué, por que não? Tudo tem que ser estudado.

 

4 perguntinhas básicas:

 

1) O Primeiro Impacto deixa mais grana no caixa do SBT que um outro produto que se exija menos esforço para ser levado ao ar? (ex desenhos, que a energia gasta é muito menor). Isso vale pra TODA e QUALQUER empresa, isso é premissa de análise de investimentos, de gestão de projetos, vale desde o SBT até a Odebrecht. 

 

2) O Primeiro Impacto contribui para algum projeto de posicionamento macro do SBT (ex ser referência no jornalismo), que justifique a existência mesmo não sendo comercialmente ou estrategicamente interessante? (ex Record com as novelas pós 2004, que não davam grande retorno mas faziam parte do projeto 'a caminho da liderança')

 

3) O Primeiro Impacto ajuda a alavancar uma atração (que se alavancada,  traz mais dinheiro a ponto de compensar o baixo retorno do P.I)? (ex Cidade Alerta, nao dá muita grana mas alavanca o jornal, que se der audiencia alta, fatura muito bem)

 

4) O Primeiro Impacto gera buzz ou repercute de forma que seja interessante pra emissora mantê-lo no ar como reforço de branding? (ex o The Noite, quase uma ilha numa emissora que só faz sucesso com criança ou adultos mais velhos, mas muito pouco com jovens)

 

Se as respostas pra essas 4 perguntas forem NÃO, qual é a razão pro P.I existir?

 

E as mesmas perguntas valem pro Fofocalizando - que repercute e que aparentemente fatura, logo nesse cenário, não teria porque ser trocado por novelas.

 

 

 

 

 

Edited by CondeOlaf
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Sobre o Primeiro Impacto, sim para a primeira e parte da segunda.

 

Next...

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1) Fonte? Você sabe que não é, cara. Você pode defender o P.I por ser jornalista, por querer produção nacional, por gostar do SBT, mas não precisa estar lá dentro pra saber que NÃO é um produto viável e que facilmente seria possível achar outro com MENOS ESFORÇO e MAIS RESULTADO.

 

2) Desde quando o SBT tem como projeto ser referência em jornalismo? Nunca teve. Silvio nunca gostou de jornalismo. Ele nem deve considerar o P.I um jornalístico. Ele gosta do programa e banca ele, é algo totalmente diferente do coitado do Cabrini, que perdeu equipe, verba, samba a grade inteira, quase perdeu o contrato porque não tava se pagando direito. A diferença é que o Cabrini não é queridinho do Silvio, enquanto o P.I é.

 

O fato de você achar que o SBT precise investir em jornalismo não quer dizer que esse é um projeto da emissora. Não é e nunca foi.

 

3) O P.I não ajuda a alavancar nada. Entrega pra desenho. Se entregasse pra um Hoje em Dia da vida, que se pegar com 3 dá 4 e se pegar com 7 dá 5, esse delta de 2 é que faz o preço do merchan/break ser inflacionado e esse inflacionamento compensa o que se deixou de faturar no produto anterior.

 

4) Gera buzz negativo né? Ou é apresentador fazendo dancinha, strip, vomitando senso comum, provocando e gerando suicídio depois..

 

De novo, você pode defender o P.I pelos motivos que listei no item 1, mas você sabe que a resposta dessas 4 perguntas que eu fiz é não.

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É engraçado a Record ter criado até um complexo de novelas e agora estar nessa situação. Nem o Edir sabe o que ele quer, investiu tanto pra depois voltar atrás...

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Um já está desgastado e o outro é flopado, coragem 

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O Raul quase saiu do ar e vez ou outra perde tempo, seja pra Maisa, Patricia ou série de 1990. Ele nao tem mais prestígio e o Silvio não faz questão, só não tem algo melhor pra colocar no ar. Sem falar que é um comunicador que não soube se reinventar, conversa com o mesmo público do INSS e faz merchan de calcitran, cintas... Mais fácil dar meia hora a mais pra Maisa que tem Coca-Cola, Magazine Luiza, Chiquinho e conversa com público jovem, e depois um filme ou reality que já existe e tá em horário ruim, tipo o Topa

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Primeiro impacto é o primeiro que vai mudar o formato com a gestão de Daniela Beyruti.

  • Putz 1

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O Primeiro Impacto tá no ar porque foi o único programa que conseguiu desbancar a Record depois de anos de hegemonia. O Silvio sabe disso, ele não é bobo. 

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E daí? 

 

Voltando pras quatro perguntas que eu fiz lá em cima. 

 

O que adianta desbancar a Record? A que preço? 

 

Por isso existem dois entendimentos:  o racional e o ego. O racional é tão claro que a consultoria recomendou o fim do SBT Notícias e por pouco não levou o P.I no pacote. O ego é o que o dono quer, já que a empresa é dele. 

 

É melhor perder pra Record gastando 5 e faturando 6 do que desbancar a Record gastando 8 e faturando 6. Mas como o Silvio é o dono e o lucro/prejuízo são deles, ele é quem banca ou não. 

 

Edited by CondeOlaf
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