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Record tem 'lista negra' de jornalistas que não podem aparecer na TV

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O jornalista Ricardo Vilches: contratado pela afiliada do Paraná, ele é proibido de aparecer em São Paulo

 

A Record mantém uma espécie de lista negra com nomes de jornalistas que não devem trabalhar em suas emissoras próprias ou afiliadas em todo o país. A maioria são ex-profissionais do grupo que tiveram uma demissão traumática, com processos trabalhistas, ou que são considerados sem o perfil desejado pela empresa.

 

Demitido em 2012, o repórter Ricardo Vilches teve duas tentivas de contratação pela RIC TV, afiliada do Paraná, vetadas pela cabeça-de-rede em São Paulo. Até que no ano passado mudou o departamento de Jornalismo de Curitiba, e a nova chefia resolveu ignorar o veto da Barra Funda.

 

Desde abril de 2018, Vilches é um dos principais nomes da RIC TV. Está cobrindo o assassinato do ex-jogador Daniel, uma história mais interessante para a Record do que a Lava Jato. Suas entradas ao vivo no Cidade Alerta do Paraná chegam a dar 17 pontos de média, mas ele não apareceu nem um minuto em rede nacional, fora da cobertura da RIC.

 

Para driblar o veto ao repórter, profissionais da Record de São Paulo usam recursos mais pobres. Na semana passada, quando a Justiça divulgou o teor de depoimentos de testemunhas do assassinato de Daniel, o Balanço Geral e o Cidade Alerta de São Paulo tiveram que recorrer a apresentador em estúdio em Curitiba, porque o repórter que estava no link ao vivo era Vilches.

 

Vilches entrou na lista dos jornalistas vetados Record porque processou a Record, depois de uma passagem de cinco anos pelo Jornal da Record, reivindicando 13º, FGTS e férias. A ação acabou em acordo judicial, mas não teve perdão.

 

Após a Record, Vilches foi contratado pela Rede Massa, de Carlos Massa, o Ratinho, e passou a apresentar o SBT Paraná, que bate a Globo na faixa do meio-dia em Curitiba. O sucesso despertou o interesse da RIC TV, que teve de bancar sua contratação mesmo com o veto de São Paulo.

 

Dezenas de outros profissionais, no entanto, não tiveram a mesma sorte, e continuam impedidos de voltar para o grupo Record de norte a sul do país. É o caso, por exemplo, de Mauro Wedekin, demitido também em 2012, na reestruturação da Record News que praticamente acabou com a emissora de notícias.

 

Wedekin, que chamou a atenção a terminar chorando uma reportagem sobre a destruição de uma ocupação de sem-casas, foi levar a vida em Alagoas.

 

Independente da Igreja Universal, assim como a RIC TV, a Record local, a TV Pajuçara, tentou contratá-lo, mas esbarrou no veto de São Paulo.

 

Hoje, Wedekin trabalha na TV Mar, um canal local do grupo Arnon de Mello, que controla a Globo no Estado. A TV Mar, no entanto, tem pouquíssima visibilidade. Está apenas na Net e alcança somente 120 mil assinantes.

 

Procurada, a disse que "não comenta decisões editoriais, empresariais ou escalas de gravação de empresas parceiras".

 

https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/record-tem-lista-negra-de-jornalistas-que-nao-podem-aparecer-na-tv-25069

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Mas o Mauro Wedekin não só foi contratado, como era o apresentador principal do principal telejornal da emissora. Se não me engano, foi o mediador dos debates eleitorais da emissora tbm.

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O jornalista Ricardo Martins que era apresentador do Cidade Alerta ES na TV Vitória/Record de 2013 ao fim de 2014 também é vetado pela cabeça de rede, depois de um cantor de funk convidado pelo apresentador ofendeu a Igreja Universal ao vivo dentro do telejornal.  Tentou emprego em outras emissoras do estado, mas ninguém quis, pois dava muito problema, principalmente com prefeituras que anunciam nas emissoras de TV.  A TV Paranaíba de Uberlândia/MG tentou contratar ele no ano passado, após ser demitido da Band de Uberaba e foi vetado pela direção da Record de SP. 

 

Outra pessoa que tem nome vetado é a Daniela Prata, que fazia o Bahia no Ar na Record Bahia e a Patricia Abreu da mesma emissora. 

Edited by Brunno Pimentel
  • Chocado 2

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Qual o problema com a Prata? Não foi a própria Record que a demitiu assim que ela terminou de apresentar uma edição do Bahia no Ar?

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Não sabemos. Até hoje tento descobrir, foi demitida da Record e anos depois demitida da TV Aratu e não conseguiu emprego mais em canal nenhum. Alguma coisa ocorreu para ela ficar fora da TV, ela nem sequer tenta emprego em outro estado, como fez o Marcos Pimenta que foi para Record Pará e vários outros jornalistas quando não conseguem trabalho no estado de origem, pois ela tem muita experiencia. 

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Patrícia Abreu eitaaaaaaaaa

 

Pega, Tv Bahia!!! Melhor que Mariana Aragão ela é. Aliás, ela é boa inclusive para ficar na vaga do Ismahel de manhã ou no BATV. 

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esse repórter já foi na minha casa tentar me entrevistar pelo assassinato do meu chefe

  • Chocado 3

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