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  1. Sem fazer publicidade, o SBT estreia nesta segunda-feira (18) uma série dentro do telejornal “SBT Notícias” destinada a debater alternativas para o próximo ano, em que se realizam eleições presidenciais. ”Cenários 2018” será apresentado por Kennedy Alencar e exibirá, ao longo de 14 episódios, entrevistas com políticos de diferentes campos. O prefeito de São Paulo, João Dória, é o entrevistado da estreia. Outros nomes previstos são Fernando Haddad, Ciro Gomes, Marina Silva, Jair Bolsonaro, Chico Alencar. As entrevistas terão duração de 20 minutos e, eventualmente, material adicional será divulgado pela internet. A série irá ao ar, semanalmente, por volta de 1h15 da madrugada Na estreia com Dória, gravada neste domingo, o prefeito admitiu o desejo de ser candidato à Presidência, mas disse que a conjuntura vai definir se disputará a eleição. Aliás, foi Dória que divulgou, em sua conta no Twitter, a estreia da nova série do SBT (veja abaixo). Com um jornalismo que tem chamado mais atenção por conta das experiências com Dudu Camargo e Marcão do Povo, uma série destinada a discutir cenários para o país em 2018 é muito bem-vinda. https://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br/2017/09/17/serie-do-jornalismo-do-sbt-vai-discutir-possiveis-cenarios-para-2018/
  2. [center][img]http://dioseslocos.org/wp-content/uploads/2015/09/sai-estado-laico.png[/img][/center]   A insurgência de líderes políticos ligados a determinadas religiões – especialmente a de viés cristã protestante e neopentecostal – tem ligação direta com a emersão de uma classe de pessoas caracterizadas pelo pensamento reacionário, cujo ideário norteador é o fundamentalismo. Esses cidadãos, simpatizantes da ideologia ultradireitista existente na Europa que apareceu principalmente após a Segunda Guerra Mundial, tem causado arrepios frequentes na nossa jovem democracia e colocado em xeque muitas das nossas conquistas sociais. Em pouco mais de trinta anos de redemocratização, não é raro você encontrar pessoas dispostas a retroceder ao período autocrático da ditadura militar. Apavora, sobretudo, perceber que uma parcela considerável dessas pessoas pertence a uma geração que sempre gozou dos valores fundamentais e sociais de uma democracia, garantidos numa Constituição que, entre as de sua época, é tida como a mais plural e abrangente das Américas. Tudo isso tem reflexo direto no crescente índice de crimes de ódio, cometidos quase sempre contra grupos sociais marginalizados, como o de mulheres, negros e LGBTs. Ainda que o espaço de luta e de reconhecimento destes movimentos outrora citados tenha crescido, assistimos na mesma proporção um crescimento vertiginoso de grupos intolerantes e a criação de outros, como é o caso dos intitulados “Gladiadores do Altar” ligados a Igreja Universal, numa clara expressão de acirramento dos ânimos. Também tem aumentado, no Brasil, os crimes que atentam contra religiões de menor adesão, como as de matriz africana – líder isolada nas ocorrências deste tipo – além de casas espíritas e, em menor proporção, até contra igrejas católicas. É preciso que o Estado, através de seus agentes e de suas instituições, seja capaz de garantir a sua laicidade constitucional, ou caminharemos para um destino sem volta. Existe um altíssimo risco de nos tornarmos uma teocracia arcaica ou, na melhor das hipóteses, numa nação cujos valores assemelham-se aos da Idade Média.
  3. [center][img]http://www.pt.org.br/wp-content/uploads/2015/03/Machismo-II-e1427396370518.jpg[/img] [/center]   O estupro da jovem de 16 anos ocorrido na periferia do Rio de Janeiro continua a render manchetes e a gerar nas pessoas as mais variadas sensações. Enquanto uns levantam a bandeira feminista e agem contra esse tipo de barbárie, outros vão na linha oposta e parecem referendar, com uma curiosa e ativa omissão, a violência. O Estado brasileiro que deveria, pelo menos em um primeiro momento, manter-se isento desta discussão e pautar-se única e exclusivamente pelo que diz a lei, age em desfavor da vítima simplesmente por se tratar de uma mulher negra e pobre. Em entrevistas concedidas à Rede Globo e ao SBT a adolescente vítima de abuso sexual afirmou que, na delegacia, recebeu um tratamento indigno e desrespeitoso. Abalada psicologicamente e acompanhada apenas pela avó – outra mulher – a jovem disse que o delegado queria, com um interrogatório parcial, culpabilizá-la pela violência sofrida. Não se trata de uma novidade. No Brasil esse tipo de conduta é, infelizmente, mais comum do que se imagina. O Estado, através de seus agentes, tentam utilizar-se da justificativa de que a vítima, “ela estava usando roupas sensuais” ou de que “estava embriagada” para eximir-se da responsabilidade de apurar e punir os responsáveis, perpetuando um machismo institucional existente desde a colonização europeia – porque os índios, nesse aspecto, parecem mais humanos que os ditos “homens civilizados”. É por causa desta ação coercitiva por parte de policiais, delegados e juízes que boa parte das vítimas de violência não denunciam seus agressores. As mulheres, ao que parece, estão mesmo à deriva dos acontecimentos e lançadas a própria sorte.
  4. Cupertino

    A agonia de Lula

    [center][img]https://4.bp.blogspot.com/-sO6yCyjp9Ak/V0X2KZ2wwpI/AAAAAAAAgDg/ldl6jqHdzIUeuKiY5G9HS_FiegdpZcYDwCLcB/s1600/lula.jpg[/img][/center]   Quem se impressionou com a fisionomia abatida do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o discurso de despedida de sua pupila na semana passada, garante que ele está passando por problemas de saúde. A imprensa noticiou nos últimos dias que as suspeitas são de que Lula estivesse no início de um processo de depressão causado, principalmente, pelo fim melancólico de um ciclo até então virtuoso de seu partido no poder. Não surpreende, porém, que o baque da saída de Dilma Rousseff do governo, realizada de maneira tão abrupta, tenha abalado especialmente ele. A história nos conta que Lula disputou todas as eleições do novo período democrático do país, iniciado ainda na metade dos anos 80. Perdeu uma vez para Collor e duas vezes para Fernando Henrique, só conseguindo lograr êxito em 2003 quando resolveu unir-se ao empresário José Alencar, num claro sinal de que a sua “esquerdopatia” de outrora dera sinal a um homem mais equilibrado. O maior legado do ex-presidente, para além dos reconhecimentos administrativos na área social que marcaram o seu governo, foi o de se tornar o presidente com a maior aprovação e popularidade da história do país. Os dados não negam: o governo Lula foi, entre todos os que passaram nesta nova República, aquele que estampa os melhores índices sociais, econômicos e políticos. Circulou por Brasília nos derradeiros dias da gestão Dilma II, que o seu mentor estava irritadiço com a teimosia da então chefe da nação. Lula disse para senadores e deputados da base: “Dilma me ouve, mas não me escuta”. Não é difícil supor que, ao oferecer seu nome para chefiar a Casa Civil quando o governo parecia ter a mínima chance de sobreviver, o ex-presidente fez um mea culpa e admitiu que errou na indicação dupla de Rousseff. O estrago causado pelas medidas autocráticas dela foi tão grande, porém, que já era tarde demais. Todavia, enganam-se aqueles que acham que Lula está politicamente inválido. Não é verdade. Pesquisas do Datafolha mostraram há poucos meses que apenas com um anúncio de que estaria disposto a concorrer à presidência da República em 2018, o petista já contaria com mais de 20% dos votos válidos – isso só pra começar. Mas, talvez, o principal motivo da depressão de Lula seja a Operação Lava Jato. No passado, ele teve que assistir às prisões ou mortes políticas de companheiros de longa data – José Dirceu, José Genoíno, Delúbio Soares, Antônio Palocci, etc. – e que estiveram no pelotão de elite do seu primeiro mandato. O escândalo do Mensalão foi o primeiro grande baque na, até então, bem alicerçada política de organização partidária instituída pelo PT. Agora as proporções são infinitamente maiores e parecem dar sinais de que vão atingir em cheio ao ex-presidente e, quiçá, a presidente afastada. Como podemos perceber, são muitos os motivos que tiram o sono daquele que, apesar dos pesares, ainda é considerado uma das figuras políticas de maior relevância do Brasil. Não há psicológico forte o suficiente capaz de suportar sucessivos golpes de consciência. Com o afastamento de Dilma e a derrocada do PT, ele provavelmente deve estar se perguntando em que momento errou na condução de seu projeto de poder. No entanto, talvez o principal elemento capaz de deixar em depressão profunda qualquer político, de qualquer partido, é encontrar a resposta para a famigerada pergunta: “onde foi que eu errei?”. Lula com certeza deve ter uma dezena de respostas, mas o tempo é implacável demais para lhe dar alento.
  5. [center][img]http://www.douradosnews.com.br/media/images/6430/121118/tmp/wmX-699x420x4-5745bb9a3b4938c49bd6ab943f414588ff097d59e2cf0.jpg[/img][/center]   A política brasileira tem sido alvo de um verdadeiro desmonte que, na prática, beneficia a população porque escancara os podres que circundam os bastidores do poder. Que os políticos são corruptos, isso não é nenhuma novidade. Também não estranha ao espectador outrora desavisado que a extensão da corrupção no país seja de proporções altíssimas. E aos amantes que acompanham o cotidiano dos três poderes, poucos parecem se surpreender com o conteúdo exposto nos áudios vazados pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, responsável pelos mais recentes episódios da Operação Lava-jato. As escutas divulgadas pela Folha de São Paulo nesta última semana estão fazendo muitos políticos de alto calibre, como o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente da República, José Sarney (PMDB-AP), perderem o sono e a tranquilidade que sempre tiveram. Sérgio Machado expôs o que de mais podre há atualmente na nossa já combalida política: sucessivas tentativas, ainda que veladas e desconexas, de parar uma operação federal que até poderia mudar de nome e passar a se chamar “caça às bruxas” diante de todo o estrago que vem causando àqueles que parecem ter culpa no cartório. Se engana quem acredita que a crise atual refere-se apenas ao governo A ou B. Trata-se, sim, de todo um sistema corroído anos a fio pela explícita necessidade de se perpetuar a impunidade e fazer valer a lei das vantagens indevidas por vias escusas. A Operação Lava-jato tem nos revelado, como um todo, que o funcionamento do Congresso Nacional, tal como das empreiteiras, é calcado em bases sólidas de podridão e a cada nova fase temos a certeza de que nossos parlamentares atuam como a personificação da imoralidade. Os princípios constitucionais que deveriam, em tese, nortear o serviço público – legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência – parecem ser solenemente ignorados por vossas excelências, que preferem agir como ratos ao articular nos subterrâneos de Brasília e ao costurar acordos ocultos que estão ancorados, desde a sua gênese, na politicagem arcaica do protecionismo personificado. De fato, a Lava-jato não deixará sobrar pedra sobre pedra no jogo do poder, e caberá aos poucos homens e mulheres públicas inocentes ter a iniciativa e a coragem de reconstruir os valores republicanos que há tempos abandonaram o nosso país. Contudo, não podemos ter muitas esperanças com uma Câmara dos Deputados sob judice e um Senado Federal com membros traumatizados e assustados, sempre a espreita de uma nova delação premiada que pode, a qualquer momento, causar um novo terremoto.
  6. O “Roda Viva” de hoje (23/5) coloca no centro do debate os desafios do governo Michel Temer (PMDB). Ao vivo, o programa conta com cinco convidados, que irão discutir temas relevantes para o momento atual do País. A atração da TV Cultura vai ao ar às 22h, com apresentação de Augusto Nunes. Estão na pauta desta edição as medidas anunciadas pela nova equipe econômica, as mudanças na configuração do ministério, a proposta de política externa, a articulação com o Congresso e as perspectivas das pastas de educação e saúde e também para as ações sociais. Entre os participantes da bancada estão Gaudêncio Torquato, consultor político e professor de Comunicação Política da Universidade de São Paulo (USP); Paulo Frateschi, professor de ciências sociais e fundador do PT; Alexandre Schwartsman, economista e ex-diretor da área internacional do Banco Central; e Flávio Galvão, ator. O cartunista Paulo Caruso também integra a bancada como colaborador fixo da atração. (Da redação). Fonte: http://www.comerciodojahu.com.br/noticia/1347929/roda-viva-discute-os-desafios-do-governo-temer


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