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  1. #Celebridade - Capítulo 118 da reprise (14h42 até 17h08) Restante do 200 (terça-feira, 01/06/2004) Todo o 201 (quarta-feira, 02/06/2004) Todo o 202 (quinta-feira, 03/06/2004) Todo o 203 (sexta-feira, 04/06/2004) Todo o 204 (sábado, 05/06/2004) Todo o 205 (segunda-feira, 07/06/2004) Todo o 206 (terça-feira, 08/06/2004) Parte do 207 (quarta-feira, 09/06/2004)
  2. Según datos preliminares, el capítulo final de la teleserie promedió 8,8 puntos y varios peaks de 10 entre las 17:42 y las 18:29 de la tarde, contra 6,6 de TVN, 4,8 de CHVy 4,0 de Canal 13 en el mismo horario. Además el hashtag #ATravésDelTiempoGranFinal fue Trending Topic en Twitter..
  3. A Globo cansou de exibir filmes dos trapalhões na sessão da tarde, teve uma época que chegava a exaustão, eram pelo menos 5 filmes deles exibidos somente nos meses de férias até 2003. Alguém sabe o real motivo da globo não exibir mais filmes dos trapalhões na Sessão da Tarde? Seria padrão atual de exibição de filmes em HD e os filmes não foram 100% recuperados, ou seria questão de ibope? Problemas de liberação de imagem não deve ser, já que a distribuidora legal desses filmes era a Globo Vídeo (Atual Globo Filmes), e a produtora era do contratado da casa RA Produções.
  4. SEG À SEX 05:38 Sessão Série (The Big Bang Theory) 06:00 Direto da Redação 07:05 SP Direto da Redação 08:35 Fala Brasil 10:00 Hoje em Dia com Ana Paula Renault, Ana Hickman e César Filho 11:50 Jornal 24H com Larissa Erthal e Salcy Lima - Focado no noticiário esportivo e político 12:30 Balanço Geral com Gottino 14:05 Chega Mais com Luiz Bacci - Hora da Venenosa, Games Shows e notícias 15:50 Acervo Record 16:50 TV Comédia (Todo Mundo Odeia o Chris) 17:45 SP Alerta - Mistura do CA com o SP Record vom Tino Jr. 20:15 Gênesis 21:15 Jornal da Record com Ricardo Boechat e Adriana Araújo 22:15 Topíssima 23:15 Repórter Investigação / Reality Show / Câmera Record / Reality Show / Geraldo Brasil 00:15 Programa do Porchat 00:55 The Big Bang Theory 01:20 IURD
  5. Há 15 anos, Globo vivia seu pior momento. Hoje, fortalecida, o desafio é outro POR SAMUEL [email protected] Há exatos 15 anos, o Grupo Globo vivia a sua maior crise em décadas de história. Em 28 de outubro de 2002, na segunda-feira seguinte ao segundo turno que elegeu Luiz Inácio Lula da Silva para o seu primeiro mandato como presidente da República, o maior grupo de mídia do Brasil anunciava formalmente o início do processo de reestruturação de sua dívida, na época na casa dos US$ 1,7 bilhão, o que equivalia a um ano de faturamento do grupo. Semanas depois veio a moratória das dívidas. Fora o significado político e econômico de a maior empresa de mídia brasileira entrar em "default", aquele foi um momento de inflexão completa na estratégia do grupo. Foi um longo processo de renegociação com os credores que durou três anos e se mostrou determinante para a sorte do grupo nos anos seguintes. De certa forma, a inflexão de 2002 foi essencial para que a Globo seja, hoje, o único grande grupo de comunicação nacional a conseguir atravessar com saúde financeira os últimos três anos de recessão e as mudanças profundas que mercado de mídia atravessa. Depois de anos de voo sem turbulências, contudo, o cenário volta a se tornar desafiador para o grupo, e o que se começa a observar é uma nova mudança de estratégia, tendo desta vez a Internet como alvo principal. A Globo, obviamente, não está imune à crise que as empresas de mídia atravessam no mundo todo, especialmente no Brasil. Crise que passa pelas mudanças no mercado de publicidade, hábitos de audiência e do avassalador crescimento da concorrência com a Internet. Mas ainda é, com folga, a empresa de mídia tradicional brasileira em melhor forma financeira para enfrentar esta nova realidade. Parte desta musculatura, como veremos, se deve ao que aconteceu nos anos seguintes àquele 28 de outubro. A crise e a moratória Durante os anos 1980 e 1990, a estratégia do grupo de mídia passava pela diversificação de negócios e expansão internacional. Nos anos 80, especificamente, o grupo investiu na fabricante de equipamentos NEC, na empresa de satélites Victori e na emissora italiana Tele Monte Carlo. Nos anos 90 e começo de 2000, foi pioneiro no lançamento de uma programadora de TV paga com quatro canais, sem ainda ter nenhum assinante (a Globosat), em 1992. Avançou no mercado português com a SIC. Adquiriu o controle de dezenas de operadoras de TV a cabo. A família Marinho apostou no mercado de TV via satélite e tornou-se controladora da Sky com parceiros internacionais de peso, como Rupert Murdoch (News Corp.), John Malone (TCI) e Emilio Azcárraga (Televisa). Construiu do zero o Projac, naquele momento uma das maiores estruturas de produção audiovisual do mundo. Entrou com apetite no leilão de privatização da Telebras em consórcios com empresas como AT&T, grupo Vicunha e Bradesco. Foi sócia da Microsoft nas operações de cabo da Globo Cabo, que chegou a figurar como uma das empresas mais valiosas em bolsa. Fechou uma parceria de centenas de milhões de dólares com a Telecom Italia no Globo.com numa época em que a banda larga mal existia. Mas o saldo final de tantas apostas, em decorrência de toda a turbulência financeira do final dos anos 90 com as crises russa, desvalorização cambial em 1999, estouro da bolha das empresas de internet em 2001 e fracassos de alguns projetos principais, era uma dívida, em dólares, impagável, batendo na casa dos US$ 2 bilhões. Ao longo de 2002, a família Marinho vendeu ativos, se desfez de participações em afiliadas, vendeu imóveis da família e passou o controle da Sky para a News Corp. Chegou inclusive a preparar a abertura de capital do grupo em bolsa criando a Globo S/A, numa tentativa de financiar o rombo. Mas com a aceleração da desvalorização cambial e o dólar chegando a R$ 4, a situação era insustentável. O grupo esperou o final do segundo turno das eleições e numa segunda-feira anunciou o início da sua reestruturação. O final da reestruturação só aconteceu em julho de 2005. Ao longo dos três anos, a Globo enfrentou ações na Justiça dos EUA contra fundos abutre que pediam a falência da empresa, vendeu mais ativos (inclusive o controle das operações de cabo da Globo Cabo, que também havia declarado moratória em dezembro de 2002, para a Telmex/Embratel, de Carlos Slim) e mudou completamente a estratégia, focando-se nos dois pilares que garantiriam o crescimento vigoroso do grupo nos anos seguintes: a Globosat e a TV Globo. A partir de 2005, os resultados da nova estratégia apareceram. Os anos dourados do pós-crise Dados compilados pelos economistas André Paiva Ramos e Roberto Shiroma neste estudo, com base nos balanços do grupo a partir de 2005, trazidos a valores atuais, permitem uma visualização clara de movimento de fortalecimento do grupo Globo sobretudo entre os anos de 2005 e 2014. A receita líquida do grupo em 2005, em valores atuais, era de R$ 4,1 bilhões. Em 2006 praticamente dobrou, para R$ 8,7 bilhões e a partir daí veio em um movimento de constante crescimento (com uma leve estagnação entre 2009 e 2011) até chegar ao ponto mais alto em 2014, com R$ 19,1 bilhões de receita líquida. A partir dali houve um recuo, para 15,3 bilhões de receita líquida em 2016, um sinal de alerta para alguns dos problemas que o grupo terá que enfrentar (Gráfico 1 – Receita Líquida). Vários fatores explicam este crescimento vigoroso no período 2005-2014: o crescimento da economia e do consumo; a expansão da TV por assinatura, que saiu de 4 milhões de assinantes em 2005 para cerca de 20 milhões em 2014; e a posição dominante da Globo no mercado publicitário. É possível supor ainda (mas não há dados no mercado que permitam essa análise com base em números reais, apenas em indícios), que à Globo foi possível surfar no período de maior crescimento da economia brasileira porque não tinha ainda uma concorrência agressiva das empresas de Internet como Google e Facebook. A briga com as empresas da Califórnia começou a se intensificar apenas a partir de 2013. Se de um lado a Globo crescia a taxas chinesas, de outro mantinha o foco no conteúdo, mantendo-se extremamente conservadora em outros investimentos. A Globo não tinha mais a distribuição de TV por assinatura sob seu controle efetivo, não tinha investimentos no exterior e sua atuação estava focada exclusivamente na atividade de TV aberta e a TV por assinatura. Sua estratégia de Internet ficava restrita ao Globo.com. A explosão do mercado de TV por assinatura a partir de 2005 fez com que o grupo Globo passasse a ter na Globosat um combustível importante de geração de margem. A partir da reestruturação financeira, os balanços do grupo deixaram de discriminar as receitas por unidades de negócio, mas sabe-se que hoje a Globosat provavelmente representa perto de 65% da margem EBITDA do grupo, ou seja, é a principal responsável pela geração de caixa do conglomerado. Isso foi possível porque a programadora conseguiu assegurar, mesmo depois de a Globo deixar o controle das operadoras de TV paga, uma condição de distribuição de seus canais extremamente favorável, sempre presentes desde os pacotes de entrada, com uma grande variedade de canais e, sobretudo, com o apelo do conteúdo esportivo. Durante o período de 2005 e 2016 o grupo conseguiu apresentar lucro em todos os anos, saindo de um lucro anual de R$ 1 bilhão em 2006 para uma média de R$ 3,36 bilhões entre 2010 e 2015. Desde 2006, o lucro acumulado do grupo, segundo o levantamento de André Ramos e Roberto Shiroma, foi equivalente a R$ 28 bilhões em valores atuais, uma média de R$ 2,54 bilhões ao ano (Gráfico 2 – Lucro do Grupo Globo). E o que a Globo decidiu fazer com esse lucro? Uma parte significativa foi distribuída aos acionistas (Família Marinho) na forma de dividendos. Entre 2007 e 2016 foram R$ 16,3 bilhões em dividendos distribuídos, o que dá uma média de R$ 1,63 bilhão por ano, com picos em 2010, 2012 e 2016 (Gráfico 3 – Distribuição de dividendos). Outra parte foi mantida em caixa, permitindo o aumento do patrimônio líquido e a queda no endividamento. Quando entrou em default, em 2002, o grupo tinha patrimônio líquido na casa de R$ 640 milhões negativos. Em 2016, esse indicador estava em R$ 12,6 bilhões positivos. Isso significa que a Globo, ao longo dos anos após a reestruturação, conseguiu se reequilibrar a ponto de se financiar com conforto (Gráfico 4 – Patrimônio Líquido) e, consistentemente, gerar retorno sobre o investimento (ROI) e retorno sobre o patrimônio (ROE), conforme o levantamento consolidado pelos economistas com base nos balanços da companhia. Em resumo, a Globo, com foco apenas no conteúdo, voltou a ser um excelente negócio, aproveitando como nenhum outro grupo de mídia brasileiro dos anos de vigoroso crescimento da economia até 2014, especialmente do mercado publicitário e da TV por assinatura. Turbulência no horizonte Apesar do crescimento dos últimos 15 anos, há sinais bastante claros de que as coisas não estão mais tão tranquilas para o grupo Globo. Nos últimos dois anos houve uma queda considerável nas receitas, que passaram de R$ 19,1 bilhões (em valores atuais) no ano de 2014 para R$ 15,3 bilhões em 2016. Mas o dado que mais chama a atenção na análise do balanço da companhia é a retração do resultado operacional líquido da controladora (onde basicamente está apenas o resultado da TV Globo e do Globo.com). Em 2014 o resultado operacional da TV estava na casa dos R$ 2,2 bilhões, ou seja, as receitas menos os custos geravam uma boa margem para o grupo. Mas houve um significativo decréscimo em 2015 e outro em 2016, chagando a R$ 191 milhões de resultado operacional líquido no ano passado. No consolidado do grupo o resultado não foi tão perceptível porque a margem gerada pelas operações impressas, música e, sobretudo, TV paga (Globosat), juntamente com as receitas financeiras, compensaram e permitiram que o lucro se mantivesse na casa dos R$ 2 bilhões (Gráfico 5 – Resultado operacional líquido e receita financeira). Duas coisas levaram a esta queda na receita operacional: uma redução nas vendas de publicidade da TV aberta e um aumento de custos, sobretudo direitos esportivos. A retração do mercado de TV paga não parece ter sido um problema: no mesmo período, apesar do encolhimento do número de assinantes, as receitas proveniente deste segmento cresceram. Mas a verdadeira má notícia ainda está por vir. É esperado que o resultado da TV Globo, sobretudo em 2017 e 2018, siga em trajetória negativa: as receitas ainda estão longe de se recuperar ao patamar de 2014 por conta da retomada lenta da economia, e a competição com as empresas de internet está de fato drenando receita do mercado de TV, algo que ainda não havia sido sentido com tanta intensidade. E ainda deve haver um aumento substancial de custos por conta da contabilização dos direitos de Campeonato Brasileiro e Copa do Mundo. Não será surpresa se, pela primeira vez, a TV Globo apresentar um resultado operacional negativo. A notícia só não será pior porque deve ser compensada ainda pelas receitas financeiras. Ou seja, o grupo vai viver das economias e gordura acumuladas nos últimos anos. Alguns modelos de financiamento e joint-ventures em empresas do grupo não estariam descartados, mas planos como abrir capital em bolsa, como se imaginou há 15 anos, estão totalmente fora do radar, segundo interlocutores familiarizados com a estratégia do grupo. Concorrência com a Internet A concorrência com as empresas de Internet é um capítulo à parte. Trata-se de uma realidade que nos meios impressos já se faz sentir de maneira substancial nos últimos cinco anos, pelo menos, mas o mercado de TV aberta passava mais ou menos imune. Isso mudou completamente com a crise nos últimos dois anos. Grandes anunciantes passaram a diversificar suas verbas, antes destinadas apenas à TV, em opções digitais mais baratas. Multinacionais passaram a estabelecer diretrizes de percentuais mínimos a serem investidos apenas no segmento digital. Hoje, Google e Facebook, conforme contas feitas pelas próprias empresas de mídia, estão quase do tamanho da TV Globo em receita. Este noticiário já havia revelado em agosto uma estimativa. Considerou-se que o bolo publicitário em 2016 ficou na casa dos R$ 37 bilhões. Segundo o Kantar Ibope Media, a TV aberta ficou com 55,1% das verbas no primeiro semestre, a TV paga ficou com 12,6%, jornais com 11,7%, merchandising em TV ficou com 6,1%, rádio com 3,8%, revistas com 3,6% e todas as outras mídias, incluindo buscas (2,2%), com 7%. Os números relativos mostram que a TV aberta cresceu 2 pontos percentuais em share e a TV paga cresceu 1,2 ponto percentual. Mas a Kantar Ibope Media não inclui os dados de Internet no seu levantamento. A estimativa a que este noticiário teve acesso é de que o Google tenha tido uma receita com publicidade no Brasil de R$ 6,5 bilhões e o Facebook de R$ 2,2 bilhões. Juntas, somariam, portanto, R$ 8,7 bilhões de receita no Brasil, se as contas estiverem corretas. Olhando-se apenas a TV aberta e os negócios de Internet do grupo Globo, a receita foi de R$ 10,25 bilhões, conforme o balanço financeiro de 2016. Ou seja, Google e Facebook estariam muito próximos de alcançar a receita da maior emissora de TV do país, a depender do crescimento do mercado de TV e do mercado de Internet. Detalhe: a mesma fonte que fez estas contas estima que até 2023 o share de publicidade na Internet superará a soma da TV aberta e da TV paga no bolo publicitário, repetindo um fenômeno já sentido há dois anos no Reino Unido e este ano nos EUA. O diagnóstico dentro do grupo Globo é de que este avanço das duas gigantes de Internet sobre o bolo publicitário brasileiro é inevitável e deve se intensificar, mas pode ser enfrentado de maneira mais eficiente. E uma das formas de fazer esse enfrentamento é com métricas. Não por acaso a Globo lançou, na semana passada, uma campanha publicitária em que enfatiza a sua capacidade de falar, diariamente, com 100 milhões de pessoas. Como número absoluto, falar em 100 milhões de "visitantes únicos" ao conteúdo Globo ajuda, mas não resolve o desafio de enfrentar as duas gigantes da Internet que chegam com uma outra proposta de valor baseada em publicidade programática, individualizada e contextualizada, e custos individualmente muito menores. O desafio dos custos O aumento dos custos, e como fazer esta conta se pagar apenas com publicidade, é um outro fantasma que afeta as emissoras de TV, e a Globo tem vivido na pele esta realidade. A TV Globo custa, anualmente, R$ 7,9 bilhões. Em 2016 isso representou um aumento de quase R$ 900 milhões. A quantidade de horas produzidas hoje é muito maior do que era há 15 anos atrás. O segmento de dramaturgia ganhou espaço, assim como o jornalismo. Mas o problema é, sobretudo, esportes. A Globo é hoje a única emissora aberta disposta a fazer estes investimentos em direitos esportivos no Brasil, já que as outras emissoras não chegam nem perto da Globo em capacidade financeira e têm, progressivamente, abandonado o segmento esportivo, como é o caso da Band. A conta está cada vez mais difícil de ser financiada apenas com publicidade. A estimativa é que as cotas publicitárias para a Copa do Mundo e Brasileirão para 2018, apenas na TV aberta, girem em torno de R$ 2,4 bilhões. Se a Globo conseguir jogar esta fatura ao mercado, certamente vai perder receita em outros produtos. Por isso a TV paga é tão importante para a Globo, como forma de ajudar a pagar os custos com esportes. E é justamente na TV paga onde as disputas por direitos estão mais inflacionadas, com a chegada de players como Fox e Turner (Esporte Interativo) dispostos a gastar para ganhar mercado. Tudo isso em um momento em que a TV paga está ela mesma passando por um momento de queda de base e pressão sobre os preços, com a concorrência dos serviços OTT. Sem mencionar o fato de que, com a inflação baixa, o reajuste dos contratos dos canais pagos (indexados pelo IGP-M) deve ser mínimo em 2018. Uma nova plataforma para uma nova audiência Outro desafio que se coloca para a Globo, assim como para todas as emissoras de TV aberta, é a mudança geracional e de hábitos de audiência do telespectador. A Internet não é mais uma realidade apenas para as classes mais abastadas e a disputa com plataformas como Youtube e Netflix se faz sentir também na boa e velha radiodifusão. Não por acaso há dois anos a TV Globo lançou o Globo Play e agora decidiu apostar mais alto e criar uma unidade específica para desenvolver uma nova plataforma de distribuição de conteúdos pela Internet, mais robusta. O modelo de distribuição de conteúdos por meio dos parceiros tradicionais na TV por assinatura e pela radiodifusão está mudando rapidamente, e a Globo tenta encontrar uma forma de responder a isso. A grande aposta é esta nova plataforma OTT, que só deve ser lançada no final de 2018, mas terá como alvo chegar às classes B- e C antes que Netflix e Amazon o façam. Seriam conteúdos mais próximos da linguagem da TV aberta, falados em português e exclusivos, ao mesmo tempo em que oferecerá um acervo de conteúdos da própria Globo (o sucesso do canal Viva é a prova de que existe uma demanda reprimida ai). Conteúdos internacionais comuns a todas as plataformas OTT também entram no produto, que deverá ter ainda um modelo de bundles, com pacotes de serviços adicionais tais como esportes (Premiére para o futebol, e Combate para lutas) e Telecine para filmes. O que a Globo observa é que em diversos países surgem alternativas locais viáveis aos serviços globais de vídeo sobre Internet, e o grupo acredita que tem condições de aproveitar esta oportunidade no Brasil. O projeto será tocado por João Mesquita, ex-CEO dos Canais Telecine (que, aliás, será o primeiro produto da Globosat a oferecer um pacote por assinatura independente da TV paga). Diversificação Nos 15 anos desde a reestruturação da dívida, a Globo mudou completamente a sua estratégia, e o mercado internacional esteve fora do radar. A tendência é que este foco no mercado brasileiro permaneça. Mas a diversificação dos investimentos em outras áreas de atuação é algo pelo a Globo parece começar a criar gosto. A experiência com os classificados digitais de imóveis Zap (pertencente ao grupo) e a própria transformação da Som Livre (gravadora), que hoje tem resultados expressivos no mundo digital são, de certa forma, uma inspiração para estes novos e ainda discretos movimentos. Recentemente o grupo fez um investimento de montante não revelado na Orama, uma corretora de investimentos que atua no mercado financeiro dentro do conceito de fintech (empresas que agregam tecnologia, custos reduzidos e estratégias agressivas). Uma das características desta joint-venture com a Globo foi a possibilidade de trocar espaço de mídia por participação. Trata-se de um investimento importante no contexto de um grupo que hoje depende fortemente dos ganhos no mercado financeiro para financiar suas operações. Há ainda uma linha de investimentos do tipo "pesquisa e desenvolvimento" que também tem ganhado corpo. Foi o caso do investimento na Vice Media anunciado em agosto juntamente com a Globosat e, mais recentemente, o investimento na Magic Leap, uma das mais promissoras empresas de realidade virtual norte-americanas, que já captou mais de US$ 1,4 bilhão em recursos de empresas como Google e Alibaba, mas cuja tecnologia e produtos ainda são apenas objeto de especulações e muito mistério. No caso da Vice, a ideia é tirar proveito e experiência de uma empresa que tem desenvolvido uma linguagem audiovisual de grande apelo para a Internet e para uma nova geração de consumidores. Já a sociedade na Magic Leap, por meio de fundos de investimento de Cingapura, permitirá à Globo o acesso privilegiado à tecnologia e a chance de participar do desenvolvimento do projeto, ainda ultrasecreto. Tanto a estratégia de desenvolver uma plataforma OTT mais robusta quanto os investimentos em empresas de tecnologia mostram que a Globo está disposta a sair da rentável zona de conforto em que se colocou nos últimos 15 anos. O grupo também tem condições financeiras de se segurar nesse período de turbulências. A questão é saber se essa reação a uma nova realidade será suficiente e virá em tempo para fazer frente ao processo de erosão das receitas e aumento de custos operacionais que volta a acontecer. http://teletela.com.br/teletime/30/10/2017/em-15-anos-globo-vivia-seu-pior-momento-hoje-fortalecida-o-desafio-e-outro/
  6. Rock Story já está disponível no site internacional de vendas da Globo. http://www.globotvinternational.com/prodDet.asp?prodId=276&catId=1 Também o trailer da novela em português e inglês, e o primeiro episódio em espanhol. A música de abertura "Dê Um Rolê" foi trocada pelo "We will rock you". Trailer em português: http://pvbps-sambavideos.akamaized.net/account/133/1/2017-09-21/video/5875ac5213cf8c19a1957570fe2dd4b2/5875ac5213cf8c19a1957570fe2dd4b2_1080p.mp4 Primeiro episódio em espanhol : http://pvbps-sambavideos.akamaized.net/account/133/1/2017-09-19/video/3d3327c7c635bdf7fe02a9aeda25b111/ROCK_STORY_EP.01_ESP_IPAD.mp4
  7. A Globo e a SIC têm uma parceria que dura há décadas. Trata-se de um «casamento» que a estação de Carnaxide defende que continua a ser «feliz», mas a verdade é que a emissora brasileira perde espaço na antena da generalista, já que passa a contar apenas com uma novela na sua grelha. «Vamos passar a ter só uma novela, aquela que está em late night, porque faz sentido. A Globo também tem os seus próprios canais e as suas próprias distribuidoras em Portugal. Continuamos parceiros, o casamento continua feliz e a novela à noite tem uns números incríveis», referiu Gabriela Sobral, diretora de programas da SIC à TV7Dias. Desta forma, o horário nobre da SIC continuará a ser preenchido por duas novelas de produção nacional e uma produzida pela Globo, que fica relegada para um horário mais tardio. A Televisão (c) ------------------------------------------ Gabriela Sobral é louca... e a SIC? Pode enterrar mesmo.
  8. pra onde ele vai? Foi vice campeao do Guerra de tesouras....
  9. Depois de receber uma comitiva da Globo no último mês de junho, a TV Bahia, afiliada da Globo em Salvador, começará a receber "dicas" e intervenções da cabeça de rede a partir do mês de agosto. O objetivo é fortalecer os telejornais da emissora, principalmente, porque andam em má fase. O único que não é ameaçado pela RecordTV Itapoan no Ibope, atualmente, é o BATV, exibido em horário nobre entre as novelas da Globo. Para isso, dicas na linha editorial serão feitas e até mesmo sugestões de nomes para reportagem e apresentação serão apresentadas pela rede, baseando-se na visita e informações que a comitiva colheu. Ou seja, certamente demissões ocorrerão, incluindo até mesmo gente conhecida do vídeo. A Globo quer acabar com uma possível acomodação de alguns nomes e trocar quem for necessário para mexer nos números. A má fase local da TV Bahia tem prejudicado programas da rede. Atrações como Jornal Hoje, Bom Dia Brasil, Mais Você, Sessão da Tarde, Vídeo Show e até mesmo o Encontro com Fátima Bernardes estão sendo claramente ameaçadas nos números. A comitiva da Globo que visitou a sede da TV Bahia em Salvador foi composta por Amauri Soares, diretor de programação, Sérgio Valente, da Central Globo de Comunicação, e Rossana Fontenele, diretora de Recursos Humanos do canal. Eles se reuniram com diretores, dentre eles Roberto Appel, responsável pelo jornalismo da TV Bahia, além de conversarem com o alto comando executivo do canal, controlado pela família Magalhães. Em maio, o TV História já havia informado que a Globo iria ajudar a afiliada de Salvador, mas uma visita de Amauri Soares, diretor de programação da emissora, realmente não estava sendo esperada. Há pelo menos dez meses, o Balanço Geral BA, apresentado por José Eduardo na RecordTV Itapoan, tem ganhado da Globo na cidade na faixa entre 12h e 15h. No entanto, até o início do ano, Bocão - como é conhecido o apresentador - não vencia o Bahia Meio Dia, telejornal da hora do almoço da TV Bahia. Mas, de fevereiro para cá, José Eduardo começou a ameaçar e vencer o Bahia Meio Dia, e até com facilidade em vários dias. Assim que entra no ar, Bocão sobe a audiência da RecordTV Itapoan de cinco para 15 pontos em dez minutos. Depois que termina o telejornal local, Bocão reina na liderança, vencendo o Globo Esporte BA, Jornal Hoje e o Vídeo Show com extrema facilidade, chegando a ter mais de 12 pontos de diferença. Outro horário incômodo é o da faixa da manhã, entre 7h30 e 9h, onde é apresentado o Bahia no Ar, ancorado por Jéssica Senra. Nesta faixa, a RecordTV Itapoan é líder desde janeiro do ano passado e conseguiu índices históricos no horário, ultrapassando a casa dos 20 pontos. Além disso, a TV Bahia tem perdido profissionais. Recentemente, a RecordTV Itapoan tirou Patrícia Abreu, apresentadora do Globo Esporte BA, que estava na casa há 13 anos. Ela irá apresentar o novo BA Record, em horário nobre, às 19h05. http://www.tvhistoria.com.br/NoticiasTexto.aspx?idNoticia=3845
  10. NEW YORK and LONDON, June 13, 2017 /PRNewswire-USNewswire/ -- Today, 30 leading content creators and on-demand entertainment companies from around the world launched the Alliance for Creativity and Entertainment (ACE), a new global coalition dedicated to protecting the dynamic legal market for creative content and reducing online piracy. The worldwide members of ACE are Amazon, AMC Networks, BBC Worldwide, Bell Canada and Bell Media, Canal+ Group, CBS Corporation, Constantin Film, Foxtel, Grupo Globo, HBO, Hulu, Lionsgate, Metro-Goldwyn-Mayer (MGM), Millennium Media, NBCUniversal, Netflix, Paramount Pictures, SF Studios, Sky, Sony Pictures Entertainment, Star India, Studio Babelsberg, STX Entertainment, Telemundo, Televisa, Twentieth Century Fox, Univision Communications Inc., Village Roadshow, The Walt Disney Company, and Warner Bros. Entertainment Inc. In recent years, the legal marketplace for creative content has grown exponentially, as film and television companies have invested heavily in digital distribution models. There are now more than 480 online services worldwide available for consumers to watch films and television programs legally on demand. This tremendous growth of creativity also drives the economy. In the United States alone, the creative sector adds over $1.2 trillion to the economy and supports more than 5.5 million direct jobs each year. However, as more creative content moves online, piracy poses a continuing threat to creators, consumers, and the economy. Films and television shows can often be found on pirate sites within days – and in many cases hours – of release. Last year, there were an estimated 5.4 billion downloads of pirated wide release films and primetime television and VOD shows using peer-to-peer protocols worldwide. There were also an estimated 21.4 billion total visits to streaming piracy sites worldwide across both desktops and mobile devices in 2016. Piracy also puts consumers at risk. One in three pirate sites target consumers with malware that can lead to a range of problems including identify theft and financial loss, according to a December 2015 report by Digital Citizens Alliance. By bringing together global creative companies producing all forms of content, ACE will expand ongoing, cooperative efforts to reduce the prevalence of online piracy. ACE will draw upon the global antipiracy resources of the Motion Picture Association of America (MPAA) in concert with the internal antipiracy expertise of the ACE coalition members. Specifically, ACE will conduct research, work closely with law enforcement to curtail illegal pirate enterprises, file civil litigation, forge cooperative relationships with existing national content protection organizations, and pursue voluntary agreements with responsible parties across the internet ecosystem. For more information about ACE, visit www.alliance4creativity.com http://www.prnewswire.com/news-releases/global-entertainment-companies-join-forces-to-launch-the-alliance-for-creativity-and-entertainment-to-reduce-online-piracy-300472720.html Noticia no Tecmundo: http://nzn.me/a117748t
  11. Nilson Xavier 08/06/2017 07h00 Susana Vieira e Sophie Charlotte (Foto: divulgação/TV Globo) Recentemente, a supersérie “Os Dias Eram Assim” teve uma passagem de tempo e entrou em uma nova fase: saiu do início dos anos 1970, de uma ambientação soturna dos Anos de Chumbo, com muito sofrimento para os protagonistas, e saltou para o ano de 1979, com a Anistia e um período de esperança e maior liberdade (ainda que vigiada). Logo avançará para 1984, ano da campanha Diretas Já. Apesar dos fatos históricos abordados, da trilha sonora nostálgica, com muitos sucessos nacionais do período, e dos cenários com referências às épocas retratadas (aparelhos de TV, carros, etc), é praticamente impossível identificar em qual ano está a trama quando nos restringimos aos figurinos e caracterizações do atores. A proposta estética atemporal para os personagens é intencional. Sophie Charlotte é a única atriz que entrega o ano através de roupas, cabelo e maquiagem. O resto do elenco mistura referências discretas do passado com roupas contemporâneas. Ou seja, são roupas, acessórios, maquiagem e cortes de cabelo que servem para qualquer época. De acordo com os figurinistas Marília Carneiro e Reinaldo Machado e o caracterizador Rubens Libório, a ideia foi fugir dos clichês dos anos 70 e 80 e optar por visuais que façam referências mas que não demarquem de forma definitiva os períodos retratados. “É uma interpretação menos lúdica da moda da época”, resumiu Marília Carneiro no material de divulgação da supersérie. Julia Dalávia e Sophie Charlotte (Foto: Raphael Dias/Gshow) Falta de sutileza e excesso de referências prejudicam um trabalho de reconstituição de época. No entanto, a proposta atemporal na caracterização do elenco de “Os Dias Eram Assim” não é feliz diante da pretensão de reconstituir fatos históricos e do resultado de pesquisas que revelam que o público desconhece esses fatos abordados. Não há obrigação de ser didática. Mas há de gerar identificação no público, sendo clara, objetiva e pontual. A discrição nas referências – neste caso – mais confunde, gera dúvida e prejudica a assimilação do público do que funciona como “proposta estética”. Os dias não eram vestidos assim.
  12. Depois da apresentadora Patrícia Abravanel , Estrelar Uma Campanha das Lojas Marisa e consequentemente Passar um comercial na Globo , ágora para Uma Vez da Tele Sena - título de capitalização de Pagamento Único (PU), faça Grupo Silvio Santos. A ação raríssima aconteceu nesta sexta -feira (28), durante o primeiro comercial do programa Mais você. Uma campanha, Tele Sena de Mães com Patrícia Abravanel, pegou todos os telespectadores de surpresa: "Ou estou Muito louca OU Acabou de Passar hum comercial da Tele Sena fazer SBT na Globo", Disse Uma internauta. Vale lembrar que não é uma primeira vez, no ano de 2014, durante o intervalo comercial da novela Aquele Beijo , um Globo veiculou um comercial da Tele Sena. Inusitado, não? Veja alguns comentários na internet: Http://portalaltadefinicao.com/tele-sena-na-globo-internautas-se-assustam-com-acao-comercial/
  13. 3 Janeiro 2003 01 Amanhecer [22:11] - 14.6 / 43.2% (TVI) 02 Jornal Nacional [20:00] - 13.9 / 37.4% (TVI) 03 New Wave [18:38] - 13.3 / 50.4% (SIC) 04 Jornal da Noite [20:00] - 12.5 / 33.4% (SIC) 05 Anjo Selvagem [21:37] - 12.4 / 33.2% (SIC) 06 O Beijo do Vampiro [19:03] - 11.9 / 36.9% (SIC) 07 Os Malucos do Riso [21:06] - 11.5 / 30.8% (SIC) 08 Na Casa do Toy [21:29] - 11.4 / 30.3% (SIC) 09 Esperança [22:44] - 11.0 / 36.0% (SIC) 10 Não Há Pai [21:57] - 10.6 / 29.6% (SIC) 11 Desejos de Mulher [17:59] - 10.3 / 46.7% (SIC) 12 Anjo Selvagem [19:34] - 10.1 / 29.3% (TVI) 13 Telejornal [20:00] - 9.2 / 24.8% (RTP1) 14 O Preço Certo [19:20] - 8.6 / 25.4% (RTP1) 15 Primeiro Jornal [13:00] - 8.1 / 38.6% (SIC)
  14. A abertura de A Lei do Amor é maravilhosa, mas sem sentido, alguém que entendeu pode explicar?
  15. Para tampar o futuro buraco do The Voice Kids, a Globo ainda não anunciou nada (ou se anunciou, vamos supor que não). E com a volta do Futebol, o programa do Faustão perdeu bastante espaço e basicamente focou em Ding Dong e Videocassetadas. Anteriormente, Faustão começava depois do filme (que era exibido após A Turma do Didi), depois era interrompido pelo Futebol e voltava até o Fantástico. Seria interessante que a programação dominical voltasse a ter essa dinâmica?
  16. 2:04: Mudanças no jornalismo da Record TV 5:05 Big Brother Brasil com Tiago Liefert 8:16 Eliminação Mayara BBB8:54 Novela '' A Lei do Amor''12:25 Proximas novelas do Canal Viva 13:10 Sky e FOX 15:04 SBT 19:17 Novo programa da Xuxa 22:27 Formatos de Talk Show 25:00 Programa '' Ta No Ar''28:36 Marcos Mion 30:00 Novo reality da Record TV 30:38 Power Couple estreia em abril34:00 Audiência x qualidade35:00 Globo Play 40:00 Canais abertos de televisão
  17. Após três anos de ‘jejum’, funcionários da Record TV ganham cesta de Natal Os funcionários da Record TV estão felizes. Todos foram presenteados com uma cesta de Natal generosa, algo que não acontecia havia três anos. Rodrigo Faro, Sabrina Sato e Geraldo Luís deixaram suas equipes ainda mais felizes. Os três promoveram festas enormes, com comidas e bebidas à vontade, em bufês e casas noturnas de São Paulo. http://cultura.estadao.com.br/blogs/sem-intervalo/apos-tres-anos-de-jejum-funcionarios-da-record-tv-ganham-cesta-de-natal/ Pedro Bial monta equipe para substituir Jô Soares na Globo Pedro Bial deve herdar poucos funcionários da equipe do Programa do Jô, já que ele tem escolhido pessoalmente quem irá fazer parte de seu novo talk-show. Entre os selecionados, há jornalistas e redatores que não trabalhavam na Globo. A atração, ainda sem título, está prevista para estrear em abril. http://cultura.estadao.com.br/blogs/sem-intervalo/pedro-bial-monta-equipe-para-substituir-jo-soares-na-globo/ Serginho Groisman desmente o fim do ‘Altas Horas’ Foto: Carol Caminha/Gshow/Divulgação Serginho Groisman desmentiu o boato de que o Altas Horas chegará ao fim. Além de estar garantido na grade de 2017 da Globo, ele já pensou em novos quadros para a atração. http://cultura.estadao.com.br/blogs/sem-intervalo/serginho-groisman-desmente-o-fim-do-altas-horas/ Globo e SBT terão reality de casamentos aos sábados Coincidência? No sábado (17), o Caldeirão do Huck estreou o quadro Felizes para Sempre, que promove ‘casamentos de novela’ a casais anônimos. Curioso é que o SBT anunciou, em setembro, o reality Fábrica de Casamentos, com Chris Flores e Carlos Bertolazzi. A estreia é prevista para o dia 7 de janeiro, um sábado. Ou seja, dois canais terão o mesmo tipo de programa no ar no mesmo dia. Difícil acreditar que se trata de mera coincidência. “Na televisão, nada se cria, tudo se copia”, diria Chacrinha. http://cultura.estadao.com.br/blogs/sem-intervalo/globo-e-sbt-terao-reality-de-casamentos-aos-sabados/ Remanejado pra Março agora..... Huck nao toma jeito.. copiador de uma figa......
  18. Na noite da última quinta-feira (8), o programa "A Praça é Nossa", do SBT, conseguiu atingir o primeiro lugar de audiência por uma mais de uma hora, vencendo duas atrações da Globo. Segundo dados consolidados de audiência da Grande São Paulo, o humorístico de Carlos Alberto de Nóbrega, exibido das 23h23 às 0h54, fechou com 10,3 pontos com picos de 11,9 e foi segundo colocado de audiência, ainda conseguindo vencer a Globo por cerca de 64 minutos. No mesmo horário, a Globo marcou 11,5 pontos com "The Voice Brasil", "Jornal da Globo" e "Programa do Jô". A Record ficou em terceiro com "Câmera Record" e "Programa do Porchat", fechando com 5,6 pontos. No confronto com o "Jornal da Globo", das 23h49 à 00h26, “A Praça é Nossa” venceu por uma boa diferença de 10,7 pontos contra 10,1 do jornal que ontem foi comandado por Renata Lo Prete. Já na disputa com o talk-show de Jô Soares, Carlos Alberto voltou a levar a melhor. No horário das 0h27 às 0h54, o humorístico do SBT venceu por 9,4 pontos contra 7,2. A boa audiência da "Praça" conseguiu alavancar o "The Noite", que marcou uma de suas melhores médias dos últimos meses, ficando com 5,7 pontos de Ibope, também conseguindo ficar em momentos em primeiro lugar. Os dados refletem a preferência de um seleto grupo de telespectadores na Grande São Paulo. http://natelinha.uol.com.br/noticias/2016/12/09/a-praca-e-nossa-vai-bem-e-consegue-vencer-globo-por-mais-de-uma-hora-103891.php
  19. Alguem pode enviar para a TV internacional? Enganei-me
  20. Calma, as duas empresas não se uniram. O fato é que a emissora líder de audiência no Brasil segue as tendências e, a partir de 16 de setembro, seus assinantes poderão assistir, na íntegra, 11 episódios da série Supermax, que estreia dia 20 na TV A Globo está virando uma Netflix. Calma, as duas empresas não se uniram. O fato é que a emissora líder de audiência no Brasil segue as tendências e, em busca do público, especialmente jovem, que assiste séries e filmes pela internet ao invés da televisão, promoverá uma ação inédita nesta semana. Através do Globo Play, plataforma de vídeos on demand, a Globo possibilitará aos seus assinantes fazer o mesmo que a Netflix faz quando lança, por exemplo, uma nova temporada de House of Cards: ver todos os episódios de uma só vez. Bem, quase todos… A partir de 16 de setembro, o assinante poderá assistir, na íntegra, 11 episódios da série Supermax, que estreia dia 20 na TV e será exibida sempre às terças, depois de Justiça. Como o objetivo principal da Globo ainda é ser um canal da televisão aberta, o último episódio da primeira temporada vai ao ar simultaneamente. Uma semana depois de Supermax, no dia 23, será a vez do primeiro capítulo de outra série, Nada Será Como Antes, que vai contar a história da televisão brasileira, ser antecipado pelo Globo Play – a estreia na TV será dia 27. A produção terá sempre um episódio antecipado na plataforma às sextas-feiras. O Globo Play já funciona como uma Netflix da Globo. Lá é possível ver novelas inteiras, como Avenida Brasil, bem como programas, séries e humorísticos. A emissora já fez ações semelhantes de lançamento antecipado de outros episódios de séries, como Ligações Perigosas e Justiça. Mas nunca havia liberado uma temporada inteira. No dia 23, será a vez do primeiro capítulo de outra série, Nada Será Como Antes, que vai contar a história da televisão brasileira, ser antecipado pelo Globo Play Em nota oficial, a emissora informa que “o Globo Play tem permitido que a Globo faça experimentações com a distribuição de seus conteúdos, entendendo e acompanhando novos hábitos do público”. O aplicativo foi lançado há 9 meses e já conta com mais de 8 milhões de downloads, podendo ser acessada via web, smartphopnes, tablets, TVs conectadas e chrome cast. Como venho dizendo há algum tempo em palestras e debates que participo, o futuro da televisão é esse, e a Globo está fazendo a lição de casa corretamente. No futuro (não muito distante), deverá fazer o mesmo com as novelas – por exemplo, uma fornada de 10 capítulos será liberada antes da exibição na televisão. Quem sabe até uma novela inteira, mais curta, é claro, saia desta forma. Resta às demais emissoras correr atrás do prejuízo e lançar ações semelhantes, em aplicativos próprios ou em parceria com a Netflix ou outras plataformas do gênero, para não serem atropeladas pelo bonde da história. http://www.meioemensagem.com.br/home/opiniao/2016/09/12/a-globo-esta-virando-uma-netflix-e-esta-certissima.html
  21. ONS reforça sistema elétrico para final de 'Avenida Brasil' O sistema elétrico brasileiro está se preparando para um aumento na demanda de energia em todo o país na noite desta sexta-feira (19), por conta da exibição do último capítulo da novela Avenida Brasil. Dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apontam que, em noites como essa, a carga no sistema se eleva em até 5%. A energia necessária para dar conta dessa demanda pode superar os 3.000 megawatts (MW), o equivalente à capacidade da hidrelétrica de Santo Antônio, em Rondônia. Ao contrário do que se possa imaginar, porém, esse pico de consumo, chamado de “rampa” pelos agentes do setor, não acontece durante a exibição do programa, mas sim ao fim dele. Explica-se: quando uma emissora transmite algo que chama a atenção de grande parte do público, como o último capítulo de uma novela popular ou a final de uma Copa do Mundo, o uso de energia diminui porque as pessoas tendem a ficar concentradas em frente à TV e deixam de realizar outras tarefas. Imediatamente após o fim do programa, porém, essas pessoas partem para outras atividades, como tomar banho. O resultado é o acionamento simultâneo, em todo o país, de muitos equipamentos elétricos – chuveiro, geladeira etc. É então que temos um pico no consumo de energia. http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/10/ons-reforca-sistema-eletrico-para-final-de-avenida-brasil.html Acho a novela ok. Não consigo comprar a ideia de que é o supra-sumo da teledramaturgia e nem acho que seja a melhor novela da década, ou do JEC. Mas não há como negar o fenômeno dela. Outro desses? Será que um dia vai ter?
  22. Globo diz ignorar ibope baixo de "A Pedra do Reino" Ricardo Feltrin Colunista do UOL News Pelo andar da carruagem, a minissérie "A Pedra do Reino", baseada na obra de Ariano Suassuna, tem tudo para se tornar a mais baixa audiência de uma superprodução da Globo. O segundo dia da minissérie rendeu cerca de 9 pontos de audiência, um pouco abaixo que os 12 da estréia, resultado que deixou a Globo em terceiro lugar no Ibope, atrás do SBT e da Record. Nos corredores da emissora, há muitos comentários sobre as causas do até aqui fiasco de audiência: linguagem "inovadora demais", "experimentalismo e arte necessários" e até "não estamos atrás do ibope" são algumas das frases que têm sido ouvidas. A festa tem sido da concorrência, que há muitos anos não via a Globo amargar um ibope tão baixo em horário nobre. Lembremos que a produção não será jamais deficitária, mesmo assim. Além da propaganda, a venda da produção para o resto do mundo, ad infinitum, cobrirá com sobra as despesas. SBT ganha assessores de imprensa "informais" Pelo jeito, Silvio Santos fechou a assessoria de imprensa da emissora, mas ela continua com assessores informais. Ontem, bastou que a Record divulgasse ter vencido a Globo durante a exibição de "A Pedra do Reino" para que internautas - muitos não identificados - tratassem de bombardear a imprensa "exigindo" que os números do SBT também fossem citados, informando que a emissora fora líder com o filme "Lara Croft". Se a moda pega... http://noticias.uol.com.br/uolnews/celebridades/ooops/2007/06/14/ult2548u344.jhtm A Pedra do Reino derruba ibope da Globo Que ninguém desista de se intessar pela leitura do original de “A Pedra do Reino”, Ariano Suassuna puro, em função da microssérie que entrou no ar ontem. Esteticamente, Luiz Fernando Carvalho dá show. Mas a compreensão do que a tela estampa está longe de alcançar a maestria obtida com “Hoje é Dia de Maria” (só para citar o último feito do diretor), ou mesmo de “O Auto da Compadecida” (para citar a outra adaptação de Suassuna para a TV). “A Pedra do Reino” requer concentração absoluta no que está em cena, algo que o cinema dá, mas que na TV, diante da qual alguém lhe pede um copo d’água ou que atenda à porta ou ao telefone a qualquer momento, não funciona. A massa mudou de canal ou desligou a TV na noite de ontem. A Globo ficou em terceiro lugar no Ibope em São Paulo, com 12 pontos de média, placar jamais visto na emissora entre 22h30 e 23h30 desde que a metodologia de medição de audiência funciona como é hoje. A Record, com 16 de média, ocupou a liderança, com parte da novela “Vidas Opostas” e do reality show “cada-um-por-si”, vulgo “O Aprendiz”. O SBT ficou na vice-liderança com o filme “Lara Croft”, alcançando 13 pontos. E a Globo tem tentado explicar um pouco da história nas chamadas. Verifica-se ainda mais precisão no áudio, que para alguns diálogos pediria legendagem para a melhor compreensão da platéia. http://cultura.estadao.com.br/blogs/cristina-padiglione/a-pedra-do-reino-derruba-ibope-da-globo/ Globo põe ‘Zorra’ no lugar de ‘Pedra do Reino A Globo trocou o "luxo" de "A Pedra do Reino" pelo "lixo" de "Zorra Total". Devido à baixa audiência, a emissora desistiu de exibir a microssérie hoje logo após a novela das oito. O quinto e último episódio da incompreensível adaptação da obra de Ariano Suassuna só irá ao ar depois do humorístico, popular e de fórmula barata e antiga, para o qual muita gente dentro da Globo torce o nariz, mas que há oito anos é sucesso de público _dá mais de 30 pontos no Ibope em pleno sábado, dia em que a audiência cai. Originalmente, a Globo não exibiria "Zorra Total" hoje. Mas a cúpula da emissora mudou de idéia logo após a estréia de "A Pedra do Reino". Em suas três primeiras exibições, a superprodução (cada capítulo custou cerca de R$ 800 mil) ficou em terceiro lugar. Anteontem, deu 11 pontos, contra 14 da Record ("Vidas Opostas" e "O Aprendiz 4") e 13 do SBT ("Eu, a Patroa e as Crianças" e, principalmente, "A Praça É Nossa"). A microssérie derrubou também o "Jornal da Globo" e o "Programa do Jô", que perderam cerca de 30% da audiência. "A Pedra do Reino" tem gerado discussões na Globo. Para alguns, sua exibição foi um ato perigoso, por acostumar o telespectador a mudar de canal. Mas o programa é também motivo de orgulho, por ser uma experiência artística sem concessões e por legitimar o discurso da Globo de que é defensora da cultura e do conteúdo nacional. RANKING 1 O Universal Channel publica anúncio na próxima edição da revista "Meio & Mensagem", especializada em publicidade, festejando o primeiro lugar de "Heroes" entre todas as séries da TV paga brasileira. RANKING 2 O canal usa como critério a média de todas as exibições de cada episódio da série (normalmente, são três), entre todos os públicos. Assim, "Heroes" é mais vista do que "Lost", do canal AXN, que permanece líder quando o critério é só a primeira exibição, sem as reprises. PERIFERIA A Band realiza segunda testes com dançarinos de hip hop, selecionados na periferia de São Paulo. Os escolhidos vão atuar em sua próxima novela, um musical à "High School". TECNOLOGIA A Globo escalou a "repórter virtual" Eva Byte para cobrir a festa de lançamento de "Sete Pecados". Ela entrará "ao vivo" no "Fantástico" diretamente do site Second Life, que reproduz o mundo real com ambientes e personagens tridimensionais. Para participar, é preciso estar cadastrado no site e ganhar um convite virtual. A festa virtual começa às 19h de amanhã. Até ontem, 12.700 convites já tinham sido distribuídos. VIDA DURA Também no "Fantástico" de amanhã, Reynaldo Gianecchini atuará como repórter por um dia, falando sobre taxistas. CRIATURAS Discípulo de Dercy Gonçalves, João Gordo entrevista a pioneira do palavrão na TV no próximo "João Gordo Visita". http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1606200704.htm
  23. http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/08/1807652-pm-do-rio-sugere-boicote-a-globo-por-causa-de-policial-vilao-de-minisserie.shtml Pensando assim é Melhor Vilão não ter mais profissão... Caindo fora desse mundo...


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