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  1. #Celebridade - Capítulo 118 da reprise (14h42 até 17h08) Restante do 200 (terça-feira, 01/06/2004) Todo o 201 (quarta-feira, 02/06/2004) Todo o 202 (quinta-feira, 03/06/2004) Todo o 203 (sexta-feira, 04/06/2004) Todo o 204 (sábado, 05/06/2004) Todo o 205 (segunda-feira, 07/06/2004) Todo o 206 (terça-feira, 08/06/2004) Parte do 207 (quarta-feira, 09/06/2004)
  2. Com semana movimentada, assassinato do Lineu previsto para quinta (ou sexta dependendo dos cortes), Celebridade tem chances de estourar como aconteceu na versão original? ps. Na original, até antes do assassinato a novele tinha 41.9 de média geral
  3. Dando sequência, mais um retrato de como o povo de SP tinha redescoberto o Raul Gil naquele começo de 1999 ("redescoberto" pois ele arrebentava na fase dos primórdios da TVS, entre 1980-1983, obrigando a Globo a recontratar o Chacrinha), praticamente com os mesmos índices do sábado anterior... 11 de média, 18 de pico!! OBS: Em breve, postarei as audiências da inesquecível disputa "Gugu x Faustão" numa série de posts neste mesmo estilo!! Sábado 13 de março de 1999 12h01 - 12h15: Globo 12 x SBT 6 x Programa Raul Gil 2 12h16 - 12h30: Globo 12 x SBT 7 x Programa Raul Gil 4 12h31 - 12h45: Globo 13 x SBT 7 x Programa Raul Gil 5 12h46 - 13h00: Globo 14 x SBT 7 x Programa Raul Gil 6 13h01 - 13h15: Globo 15 x SBT 7 x Programa Raul Gil 7 13h16 - 13h30: Globo 16 x SBT 7 x Programa Raul Gil 7 13h31 - 13h45: Globo 15 x Meu Filho é Uma Gracinha 9 x SBT 7 13h46 - 14h00: Globo 12 x Meu Filho é Uma Gracinha 12 x SBT 8 14h01 - 14h15: Meu Filho é Uma Gracinha 14 x Globo 12 x SBT 6 14h16 - 14h30: Tchan Juvenil 13 x Globo 12 x SBT 5 14h31 - 14h45: Globo 13 x Tchan Juvenil 11 x SBT 5 14h46 - 15h00: Globo 13 x Tchan Juvenil 11 x SBT 4 15h01 - 15h15: Globo 15 x Tchan Juvenil 13 x SBT 3 15h16 - 15h30: Globo 15 x Tchan Juvenil 13 x SBT 3 x Festa do Mallandro 3 15h31 - 15h45: Tchan Juvenil 15 x Globo 15 x SBT 3 15h46 - 16h00: Globo 16 x O que é o que é? (Banquinho) 15 x SBT 3 16h01 - 16h15: O que é o que é? (Banquinho) 17 x Globo (Santos x Matonense) 15 x SBT 3 16h16 - 16h30: O que é o que é? (Banquinho) 17 x Globo (Santos x Matonense) 15 x SBT 3 16h31 - 16h45: O que é o que é? (Banquinho) 16 x Globo (Santos x Matonense) 16 x SBT 3 16h46 - 17h00: Globo (Santos x Matonense) 16 x Pra Quem Você Tira o Chapéu 13 x SBT 3 17h01 - 17h15: Globo (Santos x Matonense) 16 x Pra Quem Você Tira o Chapéu 15 x SBT 4 17h16 - 17h30: Globo (Santos x Matonense) 17 x Programa Raul Gil 13 x SBT 5 17h31 - 17h45: Globo (Santos x Matonense) 20 x Programa Raul Gil 10 x SBT 5 17h46 - 18h00: Globo (Santos x Matonense) 19 x Programa Raul Gil 9 x SBT 6 Fonte: ADP e ADH Ibope - Site AEL/Unicamp
  4. Según datos preliminares, el capítulo final de la teleserie promedió 8,8 puntos y varios peaks de 10 entre las 17:42 y las 18:29 de la tarde, contra 6,6 de TVN, 4,8 de CHVy 4,0 de Canal 13 en el mismo horario. Además el hashtag #ATravésDelTiempoGranFinal fue Trending Topic en Twitter..
  5. A Globo cansou de exibir filmes dos trapalhões na sessão da tarde, teve uma época que chegava a exaustão, eram pelo menos 5 filmes deles exibidos somente nos meses de férias até 2003. Alguém sabe o real motivo da globo não exibir mais filmes dos trapalhões na Sessão da Tarde? Seria padrão atual de exibição de filmes em HD e os filmes não foram 100% recuperados, ou seria questão de ibope? Problemas de liberação de imagem não deve ser, já que a distribuidora legal desses filmes era a Globo Vídeo (Atual Globo Filmes), e a produtora era do contratado da casa RA Produções.
  6. SEG À SEX 05:38 Sessão Série (The Big Bang Theory) 06:00 Direto da Redação 07:05 SP Direto da Redação 08:35 Fala Brasil 10:00 Hoje em Dia com Ana Paula Renault, Ana Hickman e César Filho 11:50 Jornal 24H com Larissa Erthal e Salcy Lima - Focado no noticiário esportivo e político 12:30 Balanço Geral com Gottino 14:05 Chega Mais com Luiz Bacci - Hora da Venenosa, Games Shows e notícias 15:50 Acervo Record 16:50 TV Comédia (Todo Mundo Odeia o Chris) 17:45 SP Alerta - Mistura do CA com o SP Record vom Tino Jr. 20:15 Gênesis 21:15 Jornal da Record com Ricardo Boechat e Adriana Araújo 22:15 Topíssima 23:15 Repórter Investigação / Reality Show / Câmera Record / Reality Show / Geraldo Brasil 00:15 Programa do Porchat 00:55 The Big Bang Theory 01:20 IURD
  7. Junto com diretores do ramo e com esse atual elenco de apresentadores, autores e jornalistas, a Record teria facilidade de incomodar a Globo ? Opinem, amores
  8. Hoje a segunda fase da novela O Outro Lado do Paraíso será iniciada, existe a promessa de um maior destaque ao personagem de Arthur Aguiar, será que isso de fato vai ocorrer, ou ele continuará sendo um figurante?
  9. Há 15 anos, Globo vivia seu pior momento. Hoje, fortalecida, o desafio é outro POR SAMUEL POSSEBONsamuca@teletime.com.br Há exatos 15 anos, o Grupo Globo vivia a sua maior crise em décadas de história. Em 28 de outubro de 2002, na segunda-feira seguinte ao segundo turno que elegeu Luiz Inácio Lula da Silva para o seu primeiro mandato como presidente da República, o maior grupo de mídia do Brasil anunciava formalmente o início do processo de reestruturação de sua dívida, na época na casa dos US$ 1,7 bilhão, o que equivalia a um ano de faturamento do grupo. Semanas depois veio a moratória das dívidas. Fora o significado político e econômico de a maior empresa de mídia brasileira entrar em "default", aquele foi um momento de inflexão completa na estratégia do grupo. Foi um longo processo de renegociação com os credores que durou três anos e se mostrou determinante para a sorte do grupo nos anos seguintes. De certa forma, a inflexão de 2002 foi essencial para que a Globo seja, hoje, o único grande grupo de comunicação nacional a conseguir atravessar com saúde financeira os últimos três anos de recessão e as mudanças profundas que mercado de mídia atravessa. Depois de anos de voo sem turbulências, contudo, o cenário volta a se tornar desafiador para o grupo, e o que se começa a observar é uma nova mudança de estratégia, tendo desta vez a Internet como alvo principal. A Globo, obviamente, não está imune à crise que as empresas de mídia atravessam no mundo todo, especialmente no Brasil. Crise que passa pelas mudanças no mercado de publicidade, hábitos de audiência e do avassalador crescimento da concorrência com a Internet. Mas ainda é, com folga, a empresa de mídia tradicional brasileira em melhor forma financeira para enfrentar esta nova realidade. Parte desta musculatura, como veremos, se deve ao que aconteceu nos anos seguintes àquele 28 de outubro. A crise e a moratória Durante os anos 1980 e 1990, a estratégia do grupo de mídia passava pela diversificação de negócios e expansão internacional. Nos anos 80, especificamente, o grupo investiu na fabricante de equipamentos NEC, na empresa de satélites Victori e na emissora italiana Tele Monte Carlo. Nos anos 90 e começo de 2000, foi pioneiro no lançamento de uma programadora de TV paga com quatro canais, sem ainda ter nenhum assinante (a Globosat), em 1992. Avançou no mercado português com a SIC. Adquiriu o controle de dezenas de operadoras de TV a cabo. A família Marinho apostou no mercado de TV via satélite e tornou-se controladora da Sky com parceiros internacionais de peso, como Rupert Murdoch (News Corp.), John Malone (TCI) e Emilio Azcárraga (Televisa). Construiu do zero o Projac, naquele momento uma das maiores estruturas de produção audiovisual do mundo. Entrou com apetite no leilão de privatização da Telebras em consórcios com empresas como AT&T, grupo Vicunha e Bradesco. Foi sócia da Microsoft nas operações de cabo da Globo Cabo, que chegou a figurar como uma das empresas mais valiosas em bolsa. Fechou uma parceria de centenas de milhões de dólares com a Telecom Italia no Globo.com numa época em que a banda larga mal existia. Mas o saldo final de tantas apostas, em decorrência de toda a turbulência financeira do final dos anos 90 com as crises russa, desvalorização cambial em 1999, estouro da bolha das empresas de internet em 2001 e fracassos de alguns projetos principais, era uma dívida, em dólares, impagável, batendo na casa dos US$ 2 bilhões. Ao longo de 2002, a família Marinho vendeu ativos, se desfez de participações em afiliadas, vendeu imóveis da família e passou o controle da Sky para a News Corp. Chegou inclusive a preparar a abertura de capital do grupo em bolsa criando a Globo S/A, numa tentativa de financiar o rombo. Mas com a aceleração da desvalorização cambial e o dólar chegando a R$ 4, a situação era insustentável. O grupo esperou o final do segundo turno das eleições e numa segunda-feira anunciou o início da sua reestruturação. O final da reestruturação só aconteceu em julho de 2005. Ao longo dos três anos, a Globo enfrentou ações na Justiça dos EUA contra fundos abutre que pediam a falência da empresa, vendeu mais ativos (inclusive o controle das operações de cabo da Globo Cabo, que também havia declarado moratória em dezembro de 2002, para a Telmex/Embratel, de Carlos Slim) e mudou completamente a estratégia, focando-se nos dois pilares que garantiriam o crescimento vigoroso do grupo nos anos seguintes: a Globosat e a TV Globo. A partir de 2005, os resultados da nova estratégia apareceram. Os anos dourados do pós-crise Dados compilados pelos economistas André Paiva Ramos e Roberto Shiroma neste estudo, com base nos balanços do grupo a partir de 2005, trazidos a valores atuais, permitem uma visualização clara de movimento de fortalecimento do grupo Globo sobretudo entre os anos de 2005 e 2014. A receita líquida do grupo em 2005, em valores atuais, era de R$ 4,1 bilhões. Em 2006 praticamente dobrou, para R$ 8,7 bilhões e a partir daí veio em um movimento de constante crescimento (com uma leve estagnação entre 2009 e 2011) até chegar ao ponto mais alto em 2014, com R$ 19,1 bilhões de receita líquida. A partir dali houve um recuo, para 15,3 bilhões de receita líquida em 2016, um sinal de alerta para alguns dos problemas que o grupo terá que enfrentar (Gráfico 1 – Receita Líquida). Vários fatores explicam este crescimento vigoroso no período 2005-2014: o crescimento da economia e do consumo; a expansão da TV por assinatura, que saiu de 4 milhões de assinantes em 2005 para cerca de 20 milhões em 2014; e a posição dominante da Globo no mercado publicitário. É possível supor ainda (mas não há dados no mercado que permitam essa análise com base em números reais, apenas em indícios), que à Globo foi possível surfar no período de maior crescimento da economia brasileira porque não tinha ainda uma concorrência agressiva das empresas de Internet como Google e Facebook. A briga com as empresas da Califórnia começou a se intensificar apenas a partir de 2013. Se de um lado a Globo crescia a taxas chinesas, de outro mantinha o foco no conteúdo, mantendo-se extremamente conservadora em outros investimentos. A Globo não tinha mais a distribuição de TV por assinatura sob seu controle efetivo, não tinha investimentos no exterior e sua atuação estava focada exclusivamente na atividade de TV aberta e a TV por assinatura. Sua estratégia de Internet ficava restrita ao Globo.com. A explosão do mercado de TV por assinatura a partir de 2005 fez com que o grupo Globo passasse a ter na Globosat um combustível importante de geração de margem. A partir da reestruturação financeira, os balanços do grupo deixaram de discriminar as receitas por unidades de negócio, mas sabe-se que hoje a Globosat provavelmente representa perto de 65% da margem EBITDA do grupo, ou seja, é a principal responsável pela geração de caixa do conglomerado. Isso foi possível porque a programadora conseguiu assegurar, mesmo depois de a Globo deixar o controle das operadoras de TV paga, uma condição de distribuição de seus canais extremamente favorável, sempre presentes desde os pacotes de entrada, com uma grande variedade de canais e, sobretudo, com o apelo do conteúdo esportivo. Durante o período de 2005 e 2016 o grupo conseguiu apresentar lucro em todos os anos, saindo de um lucro anual de R$ 1 bilhão em 2006 para uma média de R$ 3,36 bilhões entre 2010 e 2015. Desde 2006, o lucro acumulado do grupo, segundo o levantamento de André Ramos e Roberto Shiroma, foi equivalente a R$ 28 bilhões em valores atuais, uma média de R$ 2,54 bilhões ao ano (Gráfico 2 – Lucro do Grupo Globo). E o que a Globo decidiu fazer com esse lucro? Uma parte significativa foi distribuída aos acionistas (Família Marinho) na forma de dividendos. Entre 2007 e 2016 foram R$ 16,3 bilhões em dividendos distribuídos, o que dá uma média de R$ 1,63 bilhão por ano, com picos em 2010, 2012 e 2016 (Gráfico 3 – Distribuição de dividendos). Outra parte foi mantida em caixa, permitindo o aumento do patrimônio líquido e a queda no endividamento. Quando entrou em default, em 2002, o grupo tinha patrimônio líquido na casa de R$ 640 milhões negativos. Em 2016, esse indicador estava em R$ 12,6 bilhões positivos. Isso significa que a Globo, ao longo dos anos após a reestruturação, conseguiu se reequilibrar a ponto de se financiar com conforto (Gráfico 4 – Patrimônio Líquido) e, consistentemente, gerar retorno sobre o investimento (ROI) e retorno sobre o patrimônio (ROE), conforme o levantamento consolidado pelos economistas com base nos balanços da companhia. Em resumo, a Globo, com foco apenas no conteúdo, voltou a ser um excelente negócio, aproveitando como nenhum outro grupo de mídia brasileiro dos anos de vigoroso crescimento da economia até 2014, especialmente do mercado publicitário e da TV por assinatura. Turbulência no horizonte Apesar do crescimento dos últimos 15 anos, há sinais bastante claros de que as coisas não estão mais tão tranquilas para o grupo Globo. Nos últimos dois anos houve uma queda considerável nas receitas, que passaram de R$ 19,1 bilhões (em valores atuais) no ano de 2014 para R$ 15,3 bilhões em 2016. Mas o dado que mais chama a atenção na análise do balanço da companhia é a retração do resultado operacional líquido da controladora (onde basicamente está apenas o resultado da TV Globo e do Globo.com). Em 2014 o resultado operacional da TV estava na casa dos R$ 2,2 bilhões, ou seja, as receitas menos os custos geravam uma boa margem para o grupo. Mas houve um significativo decréscimo em 2015 e outro em 2016, chagando a R$ 191 milhões de resultado operacional líquido no ano passado. No consolidado do grupo o resultado não foi tão perceptível porque a margem gerada pelas operações impressas, música e, sobretudo, TV paga (Globosat), juntamente com as receitas financeiras, compensaram e permitiram que o lucro se mantivesse na casa dos R$ 2 bilhões (Gráfico 5 – Resultado operacional líquido e receita financeira). Duas coisas levaram a esta queda na receita operacional: uma redução nas vendas de publicidade da TV aberta e um aumento de custos, sobretudo direitos esportivos. A retração do mercado de TV paga não parece ter sido um problema: no mesmo período, apesar do encolhimento do número de assinantes, as receitas proveniente deste segmento cresceram. Mas a verdadeira má notícia ainda está por vir. É esperado que o resultado da TV Globo, sobretudo em 2017 e 2018, siga em trajetória negativa: as receitas ainda estão longe de se recuperar ao patamar de 2014 por conta da retomada lenta da economia, e a competição com as empresas de internet está de fato drenando receita do mercado de TV, algo que ainda não havia sido sentido com tanta intensidade. E ainda deve haver um aumento substancial de custos por conta da contabilização dos direitos de Campeonato Brasileiro e Copa do Mundo. Não será surpresa se, pela primeira vez, a TV Globo apresentar um resultado operacional negativo. A notícia só não será pior porque deve ser compensada ainda pelas receitas financeiras. Ou seja, o grupo vai viver das economias e gordura acumuladas nos últimos anos. Alguns modelos de financiamento e joint-ventures em empresas do grupo não estariam descartados, mas planos como abrir capital em bolsa, como se imaginou há 15 anos, estão totalmente fora do radar, segundo interlocutores familiarizados com a estratégia do grupo. Concorrência com a Internet A concorrência com as empresas de Internet é um capítulo à parte. Trata-se de uma realidade que nos meios impressos já se faz sentir de maneira substancial nos últimos cinco anos, pelo menos, mas o mercado de TV aberta passava mais ou menos imune. Isso mudou completamente com a crise nos últimos dois anos. Grandes anunciantes passaram a diversificar suas verbas, antes destinadas apenas à TV, em opções digitais mais baratas. Multinacionais passaram a estabelecer diretrizes de percentuais mínimos a serem investidos apenas no segmento digital. Hoje, Google e Facebook, conforme contas feitas pelas próprias empresas de mídia, estão quase do tamanho da TV Globo em receita. Este noticiário já havia revelado em agosto uma estimativa. Considerou-se que o bolo publicitário em 2016 ficou na casa dos R$ 37 bilhões. Segundo o Kantar Ibope Media, a TV aberta ficou com 55,1% das verbas no primeiro semestre, a TV paga ficou com 12,6%, jornais com 11,7%, merchandising em TV ficou com 6,1%, rádio com 3,8%, revistas com 3,6% e todas as outras mídias, incluindo buscas (2,2%), com 7%. Os números relativos mostram que a TV aberta cresceu 2 pontos percentuais em share e a TV paga cresceu 1,2 ponto percentual. Mas a Kantar Ibope Media não inclui os dados de Internet no seu levantamento. A estimativa a que este noticiário teve acesso é de que o Google tenha tido uma receita com publicidade no Brasil de R$ 6,5 bilhões e o Facebook de R$ 2,2 bilhões. Juntas, somariam, portanto, R$ 8,7 bilhões de receita no Brasil, se as contas estiverem corretas. Olhando-se apenas a TV aberta e os negócios de Internet do grupo Globo, a receita foi de R$ 10,25 bilhões, conforme o balanço financeiro de 2016. Ou seja, Google e Facebook estariam muito próximos de alcançar a receita da maior emissora de TV do país, a depender do crescimento do mercado de TV e do mercado de Internet. Detalhe: a mesma fonte que fez estas contas estima que até 2023 o share de publicidade na Internet superará a soma da TV aberta e da TV paga no bolo publicitário, repetindo um fenômeno já sentido há dois anos no Reino Unido e este ano nos EUA. O diagnóstico dentro do grupo Globo é de que este avanço das duas gigantes de Internet sobre o bolo publicitário brasileiro é inevitável e deve se intensificar, mas pode ser enfrentado de maneira mais eficiente. E uma das formas de fazer esse enfrentamento é com métricas. Não por acaso a Globo lançou, na semana passada, uma campanha publicitária em que enfatiza a sua capacidade de falar, diariamente, com 100 milhões de pessoas. Como número absoluto, falar em 100 milhões de "visitantes únicos" ao conteúdo Globo ajuda, mas não resolve o desafio de enfrentar as duas gigantes da Internet que chegam com uma outra proposta de valor baseada em publicidade programática, individualizada e contextualizada, e custos individualmente muito menores. O desafio dos custos O aumento dos custos, e como fazer esta conta se pagar apenas com publicidade, é um outro fantasma que afeta as emissoras de TV, e a Globo tem vivido na pele esta realidade. A TV Globo custa, anualmente, R$ 7,9 bilhões. Em 2016 isso representou um aumento de quase R$ 900 milhões. A quantidade de horas produzidas hoje é muito maior do que era há 15 anos atrás. O segmento de dramaturgia ganhou espaço, assim como o jornalismo. Mas o problema é, sobretudo, esportes. A Globo é hoje a única emissora aberta disposta a fazer estes investimentos em direitos esportivos no Brasil, já que as outras emissoras não chegam nem perto da Globo em capacidade financeira e têm, progressivamente, abandonado o segmento esportivo, como é o caso da Band. A conta está cada vez mais difícil de ser financiada apenas com publicidade. A estimativa é que as cotas publicitárias para a Copa do Mundo e Brasileirão para 2018, apenas na TV aberta, girem em torno de R$ 2,4 bilhões. Se a Globo conseguir jogar esta fatura ao mercado, certamente vai perder receita em outros produtos. Por isso a TV paga é tão importante para a Globo, como forma de ajudar a pagar os custos com esportes. E é justamente na TV paga onde as disputas por direitos estão mais inflacionadas, com a chegada de players como Fox e Turner (Esporte Interativo) dispostos a gastar para ganhar mercado. Tudo isso em um momento em que a TV paga está ela mesma passando por um momento de queda de base e pressão sobre os preços, com a concorrência dos serviços OTT. Sem mencionar o fato de que, com a inflação baixa, o reajuste dos contratos dos canais pagos (indexados pelo IGP-M) deve ser mínimo em 2018. Uma nova plataforma para uma nova audiência Outro desafio que se coloca para a Globo, assim como para todas as emissoras de TV aberta, é a mudança geracional e de hábitos de audiência do telespectador. A Internet não é mais uma realidade apenas para as classes mais abastadas e a disputa com plataformas como Youtube e Netflix se faz sentir também na boa e velha radiodifusão. Não por acaso há dois anos a TV Globo lançou o Globo Play e agora decidiu apostar mais alto e criar uma unidade específica para desenvolver uma nova plataforma de distribuição de conteúdos pela Internet, mais robusta. O modelo de distribuição de conteúdos por meio dos parceiros tradicionais na TV por assinatura e pela radiodifusão está mudando rapidamente, e a Globo tenta encontrar uma forma de responder a isso. A grande aposta é esta nova plataforma OTT, que só deve ser lançada no final de 2018, mas terá como alvo chegar às classes B- e C antes que Netflix e Amazon o façam. Seriam conteúdos mais próximos da linguagem da TV aberta, falados em português e exclusivos, ao mesmo tempo em que oferecerá um acervo de conteúdos da própria Globo (o sucesso do canal Viva é a prova de que existe uma demanda reprimida ai). Conteúdos internacionais comuns a todas as plataformas OTT também entram no produto, que deverá ter ainda um modelo de bundles, com pacotes de serviços adicionais tais como esportes (Premiére para o futebol, e Combate para lutas) e Telecine para filmes. O que a Globo observa é que em diversos países surgem alternativas locais viáveis aos serviços globais de vídeo sobre Internet, e o grupo acredita que tem condições de aproveitar esta oportunidade no Brasil. O projeto será tocado por João Mesquita, ex-CEO dos Canais Telecine (que, aliás, será o primeiro produto da Globosat a oferecer um pacote por assinatura independente da TV paga). Diversificação Nos 15 anos desde a reestruturação da dívida, a Globo mudou completamente a sua estratégia, e o mercado internacional esteve fora do radar. A tendência é que este foco no mercado brasileiro permaneça. Mas a diversificação dos investimentos em outras áreas de atuação é algo pelo a Globo parece começar a criar gosto. A experiência com os classificados digitais de imóveis Zap (pertencente ao grupo) e a própria transformação da Som Livre (gravadora), que hoje tem resultados expressivos no mundo digital são, de certa forma, uma inspiração para estes novos e ainda discretos movimentos. Recentemente o grupo fez um investimento de montante não revelado na Orama, uma corretora de investimentos que atua no mercado financeiro dentro do conceito de fintech (empresas que agregam tecnologia, custos reduzidos e estratégias agressivas). Uma das características desta joint-venture com a Globo foi a possibilidade de trocar espaço de mídia por participação. Trata-se de um investimento importante no contexto de um grupo que hoje depende fortemente dos ganhos no mercado financeiro para financiar suas operações. Há ainda uma linha de investimentos do tipo "pesquisa e desenvolvimento" que também tem ganhado corpo. Foi o caso do investimento na Vice Media anunciado em agosto juntamente com a Globosat e, mais recentemente, o investimento na Magic Leap, uma das mais promissoras empresas de realidade virtual norte-americanas, que já captou mais de US$ 1,4 bilhão em recursos de empresas como Google e Alibaba, mas cuja tecnologia e produtos ainda são apenas objeto de especulações e muito mistério. No caso da Vice, a ideia é tirar proveito e experiência de uma empresa que tem desenvolvido uma linguagem audiovisual de grande apelo para a Internet e para uma nova geração de consumidores. Já a sociedade na Magic Leap, por meio de fundos de investimento de Cingapura, permitirá à Globo o acesso privilegiado à tecnologia e a chance de participar do desenvolvimento do projeto, ainda ultrasecreto. Tanto a estratégia de desenvolver uma plataforma OTT mais robusta quanto os investimentos em empresas de tecnologia mostram que a Globo está disposta a sair da rentável zona de conforto em que se colocou nos últimos 15 anos. O grupo também tem condições financeiras de se segurar nesse período de turbulências. A questão é saber se essa reação a uma nova realidade será suficiente e virá em tempo para fazer frente ao processo de erosão das receitas e aumento de custos operacionais que volta a acontecer. http://teletela.com.br/teletime/30/10/2017/em-15-anos-globo-vivia-seu-pior-momento-hoje-fortalecida-o-desafio-e-outro/
  10. Rock Story já está disponível no site internacional de vendas da Globo. http://www.globotvinternational.com/prodDet.asp?prodId=276&catId=1 Também o trailer da novela em português e inglês, e o primeiro episódio em espanhol. A música de abertura "Dê Um Rolê" foi trocada pelo "We will rock you". Trailer em português: http://pvbps-sambavideos.akamaized.net/account/133/1/2017-09-21/video/5875ac5213cf8c19a1957570fe2dd4b2/5875ac5213cf8c19a1957570fe2dd4b2_1080p.mp4 Primeiro episódio em espanhol : http://pvbps-sambavideos.akamaized.net/account/133/1/2017-09-19/video/3d3327c7c635bdf7fe02a9aeda25b111/ROCK_STORY_EP.01_ESP_IPAD.mp4
  11. A Globo e a SIC têm uma parceria que dura há décadas. Trata-se de um «casamento» que a estação de Carnaxide defende que continua a ser «feliz», mas a verdade é que a emissora brasileira perde espaço na antena da generalista, já que passa a contar apenas com uma novela na sua grelha. «Vamos passar a ter só uma novela, aquela que está em late night, porque faz sentido. A Globo também tem os seus próprios canais e as suas próprias distribuidoras em Portugal. Continuamos parceiros, o casamento continua feliz e a novela à noite tem uns números incríveis», referiu Gabriela Sobral, diretora de programas da SIC à TV7Dias. Desta forma, o horário nobre da SIC continuará a ser preenchido por duas novelas de produção nacional e uma produzida pela Globo, que fica relegada para um horário mais tardio. A Televisão (c) ------------------------------------------ Gabriela Sobral é louca... e a SIC? Pode enterrar mesmo.
  12. A SIC deu a conhecer durante o evento da ‘Nova Temporada 2017’ a próxima novela da Globo que vai estrear. Com “Novo Mundo” e “A Força do Querer” como apostas ao final da noite, a estação de Carnaxide vai manter a ficção brasileira neste horário. “O Outro Lado do Paraiso” é a escolhida. A nova trama de Walcyr Carrasco, autor de grandes sucessos em Portugal, como “Chocolate com Pimenta”, “Alma Gémea” ou “Gabriela” vai ser exibida pelo terceiro canal, substituindo “A Força do Querer” nas noites.
  13. 90 dias depois da Globo, emissora de Silvio Santos põe no ar no fim do mês programas de apelo mais popular; empresa passa ainda por reestruturação interna radical; na mudança, Guilherme Stoliar e Luciano Callegari perdem poder SBT muda programação e estrutura administrativa MAURICIO STYCER da Reportagem Local Com três meses de atraso em relação à Rede Globo, seu principal concorrente, o SBT estréia no próximo dia 28 de julho a sua nova programação de 1997 -na verdade, a segunda mudança drástica na chamada "grade" de horários que a emissora promove este ano. Em comum, os novos programas parecem apostar no apelo ao chamado gosto popular. A estréia de uma série de novos programas só no segundo semestre do ano, quando a praxe é levar as novidades ao ar até abril, não é o único sinal de confusão na emissora criada e comandada pelo apresentador Silvio Santos. O SBT passa por um processo de reestruturação interna considerado radical, que vai resultar na criação de uma série de núcleos independentes (a princípio, sete), com autonomia de gerência, administração de pessoal e recursos. Os dois mais conhecidos executivos do SBT, muito ligados a Silvio Santos, estão mudando de função e perdendo, segundo aFolha apurou, parte do poder que tinham. Guilherme Stoliar, sobrinho de Silvio Santos, está deixando de ser vice-presidente da emissora (área financeira) para dirigir um dos novos núcleos. Luciano Callegari, superintendente artístico e operacional (responsável pela programação da emissora), passa a exercer funções de consultor do SBT. O norte-americano Ricky Medeiros, que trabalha no SBT há muitos anos e fala bem o português, é hoje um dos nomes em alta na emissora. Ele opina tanto no processo de reengenharia quanto nas mudanças da programação. A grade A ordem e o horário dos programas do SBT a partir de 28 de julho (a "grade" da emissora, no jargão da TV) foram definidos na última sexta-feira por Silvio Santos e seus assessores. Em seguida, o empresário entrou de férias. Em conversas informais com a reportagem da Folha, funcionários e ex-funcionários do SBT manifestaram a desconfiança generalizada de que essa nova grade pode sofrer ainda muitas alterações. Sob o compromisso de não terem os seus nomes revelados, essas pessoas relatam que Silvio Santos adota, às vezes, uma forma intempestiva e errática de gestão. Há programas, como os de Serginho Groisman e Boris Casoy, que mudaram de horário mais de 20 vezes em alguns anos. A história da emissora está repleta de programas que foram ao ar durante dois ou três meses -há até o caso de um jornalístico exibido por apenas três semanas. Na semana passada, o programa "Jornal do SBT", que era apresentado por Leila Cordeiro e Eliakim Araújo, saiu do ar. Ninguém na emissora sabe informar se o programa voltará a ser exibido. A surpreendente justificativa oficial é que os dois estão de férias. Aposta no popular Os novos programas e os horários escolhidos para eles (veja quadro) mostram uma mudança radical nas apostas do SBT. O jornalístico "Aqui Agora", que trocou de horário sete vezes em um ano e depois foi extinto, por se julgar que a sua fórmula estava esgotada, volta a ser exibido, agora apresentado por Ney Gonçalves Dias, que comandava um programa concorrente na Record. O "TJ Brasil", que era dirigido por Boris Casoy e respondia por cerca de 10% do faturamento da emissora, foi rebaixado para um horário de pouco prestígio, 18h30, e continua sem definição sobre quem vai apresentá-lo e dirigi-lo. O programa infantil "Disney Club", hoje exibido às 18h, será promovido para o horário das 19h, e será seguido por "Chiquititas", novela brasileira, importada da Argentina e com clara inspiração mexicana. A aposta numa programação com apelo mais popular, deixando em segundo plano a programação dita "séria" e de "prestígio", representada em particular pelo "TJ Brasil", está sendo reforçada pelo perfil dos novos programas. "Marcia", apresentado por Marcia Goldschmidt, proprietária de uma agência de matrimônios, se inspira em "Ricki Lake", um programa de auditório norte-americano popularesco. "Concurso de Paródias" recoloca em cena mais uma vez o apresentador Moacyr Franco, num programa que, como diz o nome, vai tentar fazer rir com imitações. A própria saída de Boris Casoy da emissora teve origem num episódio que revela a estratégia de Silvio Santos. Como Casoy não apresentava o "TJ Brasil" aos sábados, o empresário disse que gostaria de alterar o programa neste dia, colocando Eliakim Araújo e Leila Cordeiro como apresentadores. Casoy respondeu que a entrada do "casal 20" (como Leila e Eliakim são chamados até mesmo por Silvio Santos) no seu horário, aos sábados, significava uma quebra de compromissos. "É como um assinante da Folha, em vez de receber o jornal, receber o 'Notícias Populares' aos domingos", teria dito Casoy a Silvio Santos. O empresário disse a Casoy que considerava o "TJ Brasil" muito sério -o que o jornalista entendeu como crítica, mas que Silvio Santos, numa segunda conversa, um mês depois, disse ter sido um elogio. Na segunda conversa, Casoy formalizou a sua saída do SBT. Interferência A saída de Boris Casoy do SBT gerou uma espécie de anedota na emissora, contada por Guilherme Stoliar e Luciano Callegari. Os dois dizem que enquanto Casoy tratava com eles de todos os assuntos relacionados ao "TJ", o jornalista não tinha problemas no SBT. No momento em que Silvio Santos disse "deixa comigo", Casoy saiu da emissora. A participação de Silvio Santos nesse episódio é fruto de uma mudança radical na maneira de o empresário atuar na emissora. Até três meses atrás, Santos não participava da gestão financeira (função de Stoliar) e opinava à distância (por meio de Callegari) sobre a programação. Agora, resolveu assumir as duas funções. A reestruturação interna parece obedecer a uma vontade de aumentar os níveis de controle e diminuir os desperdícios internos. Cada um dos novos núcleos (chamados internamente, inclusive por diretores, de "lojinhas" ou "lojas") terá os seus próprios departamentos administrativo, financeiro e de pessoal, além de metas e orçamentos próprios. Todos os diretores de "loja" vão se reportar a Luis Sebastião Sandoval, hoje presidente da holding que cuida dos variados negócios do empresário Silvio Santos. Não há ainda uma definição exata sobre quais serão as "lojas", mas fala-se na emissora em sete. As principais seriam: uma para cuidar da rede e das relações com as emissoras afiliadas, uma para novelas, uma para jornalismo, uma outra para as produções realizadas na sede da emissora, na via Anhanguera, e uma outra para as produções gravadas fora da sede, como as de Hebe Camargo, Gugu Liberato e Silvio Santos. O fato de Silvio Santos até hoje gravar o seu programa num velho estúdio, quando dispõe de uma sede nova e moderna (apelidada internamente de "palácio do faraó"), gera muitos boatos e rumores dentro do SBT. Especula-se que o empresário não gosta da sede da Anhanguera e que teria sido contra a sua construção. Oficialmente, a emissora informa que até o final do ano Silvio Santos vai gravar o seu programa na Anhanguera. http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq100702.htm
  14. pra onde ele vai? Foi vice campeao do Guerra de tesouras....
  15. Depois de receber uma comitiva da Globo no último mês de junho, a TV Bahia, afiliada da Globo em Salvador, começará a receber "dicas" e intervenções da cabeça de rede a partir do mês de agosto. O objetivo é fortalecer os telejornais da emissora, principalmente, porque andam em má fase. O único que não é ameaçado pela RecordTV Itapoan no Ibope, atualmente, é o BATV, exibido em horário nobre entre as novelas da Globo. Para isso, dicas na linha editorial serão feitas e até mesmo sugestões de nomes para reportagem e apresentação serão apresentadas pela rede, baseando-se na visita e informações que a comitiva colheu. Ou seja, certamente demissões ocorrerão, incluindo até mesmo gente conhecida do vídeo. A Globo quer acabar com uma possível acomodação de alguns nomes e trocar quem for necessário para mexer nos números. A má fase local da TV Bahia tem prejudicado programas da rede. Atrações como Jornal Hoje, Bom Dia Brasil, Mais Você, Sessão da Tarde, Vídeo Show e até mesmo o Encontro com Fátima Bernardes estão sendo claramente ameaçadas nos números. A comitiva da Globo que visitou a sede da TV Bahia em Salvador foi composta por Amauri Soares, diretor de programação, Sérgio Valente, da Central Globo de Comunicação, e Rossana Fontenele, diretora de Recursos Humanos do canal. Eles se reuniram com diretores, dentre eles Roberto Appel, responsável pelo jornalismo da TV Bahia, além de conversarem com o alto comando executivo do canal, controlado pela família Magalhães. Em maio, o TV História já havia informado que a Globo iria ajudar a afiliada de Salvador, mas uma visita de Amauri Soares, diretor de programação da emissora, realmente não estava sendo esperada. Há pelo menos dez meses, o Balanço Geral BA, apresentado por José Eduardo na RecordTV Itapoan, tem ganhado da Globo na cidade na faixa entre 12h e 15h. No entanto, até o início do ano, Bocão - como é conhecido o apresentador - não vencia o Bahia Meio Dia, telejornal da hora do almoço da TV Bahia. Mas, de fevereiro para cá, José Eduardo começou a ameaçar e vencer o Bahia Meio Dia, e até com facilidade em vários dias. Assim que entra no ar, Bocão sobe a audiência da RecordTV Itapoan de cinco para 15 pontos em dez minutos. Depois que termina o telejornal local, Bocão reina na liderança, vencendo o Globo Esporte BA, Jornal Hoje e o Vídeo Show com extrema facilidade, chegando a ter mais de 12 pontos de diferença. Outro horário incômodo é o da faixa da manhã, entre 7h30 e 9h, onde é apresentado o Bahia no Ar, ancorado por Jéssica Senra. Nesta faixa, a RecordTV Itapoan é líder desde janeiro do ano passado e conseguiu índices históricos no horário, ultrapassando a casa dos 20 pontos. Além disso, a TV Bahia tem perdido profissionais. Recentemente, a RecordTV Itapoan tirou Patrícia Abreu, apresentadora do Globo Esporte BA, que estava na casa há 13 anos. Ela irá apresentar o novo BA Record, em horário nobre, às 19h05. http://www.tvhistoria.com.br/NoticiasTexto.aspx?idNoticia=3845
  16. NEW YORK and LONDON, June 13, 2017 /PRNewswire-USNewswire/ -- Today, 30 leading content creators and on-demand entertainment companies from around the world launched the Alliance for Creativity and Entertainment (ACE), a new global coalition dedicated to protecting the dynamic legal market for creative content and reducing online piracy. The worldwide members of ACE are Amazon, AMC Networks, BBC Worldwide, Bell Canada and Bell Media, Canal+ Group, CBS Corporation, Constantin Film, Foxtel, Grupo Globo, HBO, Hulu, Lionsgate, Metro-Goldwyn-Mayer (MGM), Millennium Media, NBCUniversal, Netflix, Paramount Pictures, SF Studios, Sky, Sony Pictures Entertainment, Star India, Studio Babelsberg, STX Entertainment, Telemundo, Televisa, Twentieth Century Fox, Univision Communications Inc., Village Roadshow, The Walt Disney Company, and Warner Bros. Entertainment Inc. In recent years, the legal marketplace for creative content has grown exponentially, as film and television companies have invested heavily in digital distribution models. There are now more than 480 online services worldwide available for consumers to watch films and television programs legally on demand. This tremendous growth of creativity also drives the economy. In the United States alone, the creative sector adds over $1.2 trillion to the economy and supports more than 5.5 million direct jobs each year. However, as more creative content moves online, piracy poses a continuing threat to creators, consumers, and the economy. Films and television shows can often be found on pirate sites within days – and in many cases hours – of release. Last year, there were an estimated 5.4 billion downloads of pirated wide release films and primetime television and VOD shows using peer-to-peer protocols worldwide. There were also an estimated 21.4 billion total visits to streaming piracy sites worldwide across both desktops and mobile devices in 2016. Piracy also puts consumers at risk. One in three pirate sites target consumers with malware that can lead to a range of problems including identify theft and financial loss, according to a December 2015 report by Digital Citizens Alliance. By bringing together global creative companies producing all forms of content, ACE will expand ongoing, cooperative efforts to reduce the prevalence of online piracy. ACE will draw upon the global antipiracy resources of the Motion Picture Association of America (MPAA) in concert with the internal antipiracy expertise of the ACE coalition members. Specifically, ACE will conduct research, work closely with law enforcement to curtail illegal pirate enterprises, file civil litigation, forge cooperative relationships with existing national content protection organizations, and pursue voluntary agreements with responsible parties across the internet ecosystem. For more information about ACE, visit www.alliance4creativity.com http://www.prnewswire.com/news-releases/global-entertainment-companies-join-forces-to-launch-the-alliance-for-creativity-and-entertainment-to-reduce-online-piracy-300472720.html Noticia no Tecmundo: http://nzn.me/a117748t
  17. Nilson Xavier 08/06/2017 07h00 Susana Vieira e Sophie Charlotte (Foto: divulgação/TV Globo) Recentemente, a supersérie “Os Dias Eram Assim” teve uma passagem de tempo e entrou em uma nova fase: saiu do início dos anos 1970, de uma ambientação soturna dos Anos de Chumbo, com muito sofrimento para os protagonistas, e saltou para o ano de 1979, com a Anistia e um período de esperança e maior liberdade (ainda que vigiada). Logo avançará para 1984, ano da campanha Diretas Já. Apesar dos fatos históricos abordados, da trilha sonora nostálgica, com muitos sucessos nacionais do período, e dos cenários com referências às épocas retratadas (aparelhos de TV, carros, etc), é praticamente impossível identificar em qual ano está a trama quando nos restringimos aos figurinos e caracterizações do atores. A proposta estética atemporal para os personagens é intencional. Sophie Charlotte é a única atriz que entrega o ano através de roupas, cabelo e maquiagem. O resto do elenco mistura referências discretas do passado com roupas contemporâneas. Ou seja, são roupas, acessórios, maquiagem e cortes de cabelo que servem para qualquer época. De acordo com os figurinistas Marília Carneiro e Reinaldo Machado e o caracterizador Rubens Libório, a ideia foi fugir dos clichês dos anos 70 e 80 e optar por visuais que façam referências mas que não demarquem de forma definitiva os períodos retratados. “É uma interpretação menos lúdica da moda da época”, resumiu Marília Carneiro no material de divulgação da supersérie. Julia Dalávia e Sophie Charlotte (Foto: Raphael Dias/Gshow) Falta de sutileza e excesso de referências prejudicam um trabalho de reconstituição de época. No entanto, a proposta atemporal na caracterização do elenco de “Os Dias Eram Assim” não é feliz diante da pretensão de reconstituir fatos históricos e do resultado de pesquisas que revelam que o público desconhece esses fatos abordados. Não há obrigação de ser didática. Mas há de gerar identificação no público, sendo clara, objetiva e pontual. A discrição nas referências – neste caso – mais confunde, gera dúvida e prejudica a assimilação do público do que funciona como “proposta estética”. Os dias não eram vestidos assim.
  18. New Wave volta a ser Malhação e destaca-se na Globo Portugal A Globo Portugal está a transmitir, de segunda a sexta-feira, a série juvenil Malhação, que em Portugal ficou conhecida como New Wave em 2000. Os resultados têm estado consistentemente acima da média do canal brasileiro. Ontem, entre as 16h30 e as 17h30 o canal registou 0,7% de audiência média e 4,8% de share, liderando entre os canais pagos. Nos restantes dias da semana, a média no horário variou entre os 2 e os 4% de share, sempre acima da média diária da estação. Apesar do perfil juvenil da série, a afinidade é superior junto das faixas etárias mais elevadas. Entre os 44 e os 54 anos a audiência média foi de 0,9% e o share de 8,2%, valores ainda superados pelos espectadores entre os 65 e os 74 anos, onde a trama estabeleceu um valor de audiência de 3,2% e 11,9% de share. É ainda de registar a audiência da série na Grande Lisboa: 1,1% de audiência média e 6,9% de share. Na SIC foi cancelada a meio A 10.ª temporada, actualmente em exibição, foi produzida em 2003 e já teve transmissão na SIC. À época, era um dos sucessos de audiência do canal de Carnaxide. Malhação, ou melhor, New Wave, que inicialmente ainda bateu Morangos com Açúcar na renhida disputa pelo horário das 19h00, acabaria por não resistir ao rolo compressor da ficção nacional da TVI e deixou de ser transmitida em 2006, num horário menos importante, já não chegando ao fim a temporada desse ano. Os fãs poderão agora acompanhá-la, ao ritmo de dois episódios por dia, na Globo.
  19. Depois da apresentadora Patrícia Abravanel , Estrelar Uma Campanha das Lojas Marisa e consequentemente Passar um comercial na Globo , ágora para Uma Vez da Tele Sena - título de capitalização de Pagamento Único (PU), faça Grupo Silvio Santos. A ação raríssima aconteceu nesta sexta -feira (28), durante o primeiro comercial do programa Mais você. Uma campanha, Tele Sena de Mães com Patrícia Abravanel, pegou todos os telespectadores de surpresa: "Ou estou Muito louca OU Acabou de Passar hum comercial da Tele Sena fazer SBT na Globo", Disse Uma internauta. Vale lembrar que não é uma primeira vez, no ano de 2014, durante o intervalo comercial da novela Aquele Beijo , um Globo veiculou um comercial da Tele Sena. Inusitado, não? Veja alguns comentários na internet: Http://portalaltadefinicao.com/tele-sena-na-globo-internautas-se-assustam-com-acao-comercial/
  20. Estão dizendo em mudanças no cenário, mas nada ainda é confirmado. Mais informações sobre o novo quadro: http://gshow.globo.com/participe/noticia/show-dos-famosos-entenda-como-funciona-a-votacao-do-quadro.ghtml
  21. 3 Janeiro 2003 01 Amanhecer [22:11] - 14.6 / 43.2% (TVI) 02 Jornal Nacional [20:00] - 13.9 / 37.4% (TVI) 03 New Wave [18:38] - 13.3 / 50.4% (SIC) 04 Jornal da Noite [20:00] - 12.5 / 33.4% (SIC) 05 Anjo Selvagem [21:37] - 12.4 / 33.2% (SIC) 06 O Beijo do Vampiro [19:03] - 11.9 / 36.9% (SIC) 07 Os Malucos do Riso [21:06] - 11.5 / 30.8% (SIC) 08 Na Casa do Toy [21:29] - 11.4 / 30.3% (SIC) 09 Esperança [22:44] - 11.0 / 36.0% (SIC) 10 Não Há Pai [21:57] - 10.6 / 29.6% (SIC) 11 Desejos de Mulher [17:59] - 10.3 / 46.7% (SIC) 12 Anjo Selvagem [19:34] - 10.1 / 29.3% (TVI) 13 Telejornal [20:00] - 9.2 / 24.8% (RTP1) 14 O Preço Certo [19:20] - 8.6 / 25.4% (RTP1) 15 Primeiro Jornal [13:00] - 8.1 / 38.6% (SIC)
  22. Genteeeeee, a Globo liberou 18 programas completos do 'Você Decide' lá no Memória Globo (já que o programa fez 25 anos dia 8). Estão todos com a marca d'água horrível que a Globo usa no site, e divididos em blocos, com vinhetas de intervalo e tudo. Menos com o final rejeitado pelo público originalmente. Quem quiser assistir ou baixar, é só clicar aqui
  23. A abertura de A Lei do Amor é maravilhosa, mas sem sentido, alguém que entendeu pode explicar?
  24. A TV Globo já tentou antes com novelas com cara de série: Além do Horizonte e A Regra do Jogo. Ambas fracassaram nesse propósito por "inovarem" demais em pouco tempo. (AQUI) Bebês já nascem lidando com tablets, Netflix e YouTube. Crianças fãs de YouTubers não acompanham TV aberta e TV a cabo, que está caindo também, até porque com a crise atual é mais prático pagar 22,90 pelo Netflix do que uma TV a cabo cara com centenas de canais que só exibem material repetido. (Oi Fox!). As pessoas mais jovens não são de ficar muito em casa, por isso não costumam assistir muito as novelas, que seguem um modelo antigo, quando as famílias não tinham opções de lazer e ficavam em casa sentados na frente do sofa, vendo um bom Jornal Nacional e a novela das 9 em seguida. Mas como ninguém vive para sempre, o público que está deixando de ver esses canais de TV é maior do que o público que passa a acompanhar. Aí vem a minha teoria... E se a emissora carioca está fazendo uma lenta transição do gênero de novelas para as series (ou um gênero híbrido), para evitar reclamações de telespectadores tradicionais? Fatores que me fizeram pensar assim: 1 - As telenovelas foram encurtadas em número de capítulos e a tendência é que diminua cada vez mais. (AQUI) 2 - Os números de personagens por obra também foram reduzidos, apesar de que alguns autores continuam insistindo em escalar muitos atores. (AQUI) 3 - A duração da arte também foi reduzida recentemente. (AQUI) 4 - Novelas que costumavam encerrar tradicionalmente na sexta-feira, agora começam e terminam em dias variados. No caso do VPVN, existem as dobradinhas de novelas. (AQUI) A emissora está trabalhando com força total no Globo Play, dando acesso antecipado aos seus materiais. Inclusive, o Play deve passar a contar com capítulos antecipados de telenovelas no futuro. (AQUI) Qual seria o próximo passo? Cancelar a exibição da faixa das 21h nas quartas-feiras (isso não está muito longe, a depender das reclamações de torcedores em relação ao futebol e a CBF), para talvez no futuro justificar um ou dois capítulos por semana. Ou talvez cancelar as exibições de todas as novelas no sábado, para não derrubar a média semanal. O que acham?


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