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  1. 'Quem acredita na fama está perdido', diz Fernanda Montenegro Atriz fala de sua personagem em 'O Outro Lado do Paraíso', fama e tecnologia Fernanda Montenegro - Divulgação Na última semana de 'O Outro Lado do Paríso', a coluna tem a honra de publicar uma entrevista com Fernanda Montenegro, a Mercedes da trama de Walcyr Carrasco. Na entrevista a seguir, a grande dama da TV brasileira fala sobre sua personagem, fama, tecnologia, e revela que, se tivesse o poder de trazer alguém de volta à vida, traria o marido, Fernando Torres: "Foi uma vida encontrada não só nas particularidades, como também numa vocação mítica. Criamos nossos filhos nos palcos e eu acho que só tenho a agradecer, como diz a Mercedes, a Deus". O que a Dona Mercedes te ensinou? A Mercedes é um personagem totalmente novo na minha vida de TV. Achei mais do que interessante, achei um desafio e adorei fazer uma velhinha rezadeira porque eu sempre fazia as ricas, as bandidas ou as senhorinhas honestas (risos). Adorei fazer, agradeço por terem me convidado. Mercedes é muito especial... Ela tem uma mística que eu acho que tenho. Santo Agostinho diz que se você duvida, você acredita, e eu acho que a Mercedes tem um místico muito amplo, que é do povo brasileiro, da nossa crença popular. Eu tive uma formação no catolicismo e o meu bisavô rezava para se acalmar, sempre dentro dessa estrutura mais católica. O que a senhora tem a dizer sobre a novela? Essa novela trouxe cinco atores que estão indo de muleta para 100 anos. Tem a Nathalia Timberg, a Laura Cardoso, o Lima Duarte, eu caminhando para os 90 e o Juca de Oliveira. Tem também os que estão caminhando dos 60 para 70, mas isso ainda é adolescência (risos). Essa novela é corajosa porque colocou personagens importantes e que tiveram espaço nas nossas mãos. O Walcyr Carrasco deu esse espaço para nós que estamos caminhando, saindo dos 90. Isso é absolutamente novo na dramaturgia. Não tem, na história, cinco atores velhos numa novela. A cena em que a Mercedes fez um pacto com a morte, para não levar o Josafá (Lima Duarte), foi muito emblemática. Se você tivesse o poder de trazer alguém de volta à vida, você traria o senhor Fernando Torres? Ah, traria! Sem dúvida, traria o Fernando porque foram 60 anos de vida com muita cumplicidade, não só da porta de casa para dentro, mas principalmente na nossa profissão. Na potência que ele tinha, como homem de teatro, é marcante. Enquanto ele viveu, ele foi do teatro, da coxia até o espectador. Quando ele morreu, eu assumi isso durante um tempo, depois a vida me levou para o cinema e para a televisão. Mas se eu tivesse que fazer uma chamada de companhia eterna, seria o Fernando. A cena do casamento de Mercedes e Josafá lembrou o seu? Meu casamento foi há muitos anos. Eu conheci o Fernando em 1953. Nós namoramos, eu cheguei a noivar, casei de vestido de noiva protegido e hoje as noivas se casam quase com os seios de fora (risos). Foi uma vida encontrada não só nas particularidades, como também numa vocação mítica. Criamos nossos filhos nos palcos e eu acho que só tenho a agradecer, como diz a Mercedes, a Deus. Em outubro, no seu aniversário, será lançado seu livro de memórias. Como está sendo voltar ao passado? Nós já estamos trabalhando nesse livro há quatro anos porque são 63 de vida pública. Ali tem o que sobrou de fotos da vida particular. Eu comecei no rádio com 15 anos. Aos 19, cheguei no palco, mas o palco acabou logo e a televisão já começou. Na época, tinha essa ambição altamente cultural e é tanta coisa, tantos anos. O livro é o que sobrou de fotos e o que eu juntei na vida de documentos importantes, os prêmios todos. Ele será lançado em agosto, na Bienal do Livro de São Paulo. Também estou preparando uma autobiografia para a Companhia das Letras, como se fosse uma longa entrevista da minha vida. Tem algum momento, da sua vida, que você destaca? São muitos anos, muitas frentes. Eu seria injusta em destacar um momento porque foi sempre na alegria de estar fazendo a minha vocação, que é desafiadora. No palco, ou você é ou você não é, ninguém vai te salvar. Você escrevia um diário? Não. É muito interessante mexer nas memórias. Tem hora que você pensa que o assunto está esgotado, aí depois vem a lembrança de algo que aconteceu. É infindável. Como é que a senhora enxerga esse momento em que estão querendo desregulamentar a profissão do ator? A profissão continua, o que se discute é a formação para se chegar a ela. Eu acho que no vale de lágrimas que é a nossa profissão, toda maneira de amor é válida. Eu acho que vale a escola e vale o sindicato. A senhora acha que o Walcyr Carrasco, nessa novela, está ensinando que não se deve esquecer de quem já fez muito pela arte? Eu acho que o folhetim, que é a base das novelas, requer um leque de idades porque se fala de uma estrutura da classe média ou aristocrata e etc. Toda novela tem desde a criança até o velhinho. Tem que ter uma geração plena e uma que está começando. A senhora sempre faz questão de comprar os livros nos lançamentos, pagar pelas peças que vai assistir Artista tem que comer (risos). Você tem que entender que isso é um trabalho e a gente também paga o pão que come, a casa que mora. O Brasil tem uma coisa horrenda quando se fala de arte, que é achar que o que se pode comprar tem que ser convidado. Hoje o feminismo está em alta. Como a senhora vê? Eu acho que a batalha do feminino é importante, somos todos criaturas, independente de sexos. Eu tenho muito isso dentro de mim. Durante séculos, as mulheres não iam para a cena e a partir do momento que as mulheres vieram para a cena, foi um dos maiores ganhos do feminismo. Na cena, ela pode ser melhor que o homem, ele pode ser melhor que ela. O teatro necessita desse choque, da crise, da sexualidade. Em princípio, o espaço da existência teatral não tem sexo. Mas imagina isso nos velhos tempos, em que você não votava, uma viúva não podia chegar na janela sozinha, uma jovem tinha que ser virgem. Isso tudo já foi vencido. No início da novela, a senhora disse que seria um grande desafio gravar uma novela com produção cinematográfica. Qual é o balanço agora? É extremamente exaustivo. Essa novela das 21h é praticamente um longa por noite. A expectativa de vida do brasileiro está crescendo, mas o idoso não se encontra no mercado de trabalho. A senhora acha que o Brasil ainda está engatinhando nisso? Isso não é de agora. Não sei dizer. Tem coisas que eu não entendo. Para onde vai o dinheiro do imposto de renda?" Você considera a prisão do Lula uma política? Tudo na vida é política. Tem uma política engajada. Não vou entrar nessa temática, mas tudo na vida é política. Alguns atores mais novos ficam nervosos para gravar com a senhora. Como tem sido a troca? Eu acho que isso representa um reconhecimento a uma sobrevivência dentro de uma profissão que eles estão chegando. Eu sobrevivi e devo ter alguma qualidade a ponto de ainda estar agindo. Quando um jovem vocacionado olha para um ator que sobreviveu, é como no meu tempo, quando eu tinha 15 anos. A Bibi Ferreira me inspirou. Como a senhora lida com a fama? Você luta para fazer uma profissão e depois essa profissão te traz prestígio. Esse prestígio pulsa, tem solicitações de toda ordem, você sobrevive com duras penas. Essa glória é estranha. Às vezes, as pessoas pensam que quando você chega nessa glória, tudo vai ser fácil. Mas não é. Todo dia é um recomeço. O lado ruim da fama é a gente acreditar nela. Quem acredita na fama está perdido, vira massa de manobra, tem que estar alerta. A senhora já se acostumou com as selfies? No meu celular, eu só sei ligar para algumas pessoas. Não sei usar WhatsApp, nada. Acho que daqui a pouco vou aprender. Mas ainda prefiro ler um livro. Quando eu tenho que decorar, pego meu papel. Não sei como vai ser quando os capítulos não forem mais copiados numa folha. Por outro lado, é a era da ciência e da tecnologia e não vai ter volta. As pessoas que falam comigo, eu digo com alegria, não são invasivas. Só teve uma vez que eu estava no hotel e uma pessoa veio com uma câmera. Geralmente, a aproximação das pessoas é humanizada e eu não fico incomodada, vivo me exibindo. Qualquer tribo indígena tem aparelho de televisão hoje em dia. Tem o negócio da selfie, falam que a filhinha de 3 anos quer tirar, mas eu sei que ela nem sabe quem eu sou (risos). Quando eu posso, tiro. Na maioria das vezes, não tiro selfie. Como a senhora está mantendo o cabelo branco sem manchar? Foi aí que eu vi que estava todo branco (risos). A Mercedes me deu isso de felicidade. É um conforto e eu acho que, a não ser que exijam que mude, é esse cabelo que vai ficar. Tem um shampoo de cabelo branco que é violeta. É só pedir na loja de cosméticos que vendem. Fonte: Leo Dias (06/05/18) https://leodias.odia.ig.com.br/colunas/leo-dias/2018/05/5536627-quem-acredita-na-fama-esta-perdido.html#foto=1
  2. Papo reto com Chay Suede: de crush infantil por Giovanna Antonelli a estranha habilidade Chay Suede || Créditos: Reprodução/ Instagram Quem é Ícaro, novo personagem de Chay Suede, um rapaz bem problemático na novela “Segundo Sol”, substituta de “O Outro Lado do Paraíso”? Glamurama foi perguntar para o ator. “É um garoto privado da convivência com a mãe [Giovanna Antonelli]. Ela some e, pra ele, durante toda a vida, é como se ela fosse uma assassina. A irmã dele [Luisa Arraes] é adotada, ele não. É uma série de lacunas que o torna um pouco arredio. Frustrações não resolvidas nunca, feridas abertas que fazem com que ele se comporte muitas vezes como um adolescente”. A entrevista, talvez pelo gosto do rapaz por respostas sucintas, acabou em um estilo meio bate bola. Vem ler! Emendando trabalhos “Por que me chamam tanto? Acho pouca coisa. Fico mais agradecido do que especulando sobre por que me chamam. Mas fico feliz quando lembram de mim. Tô aí na luta, bicho”. Uma habilidade estranha “Sempre fui muito noveleiro, desde a infância, do tipo que se você falar um ano eu digo que novela estava passando…” João Emanuel Carneiro [autor de “Segundo Sol”] é… “Muito humilde. E meu autor favorito de novelas, como espectador. Gostei muito de ‘Cobras e Lagartos’ e ‘Da Cor do Pecado’. ‘Avenida Brasil’ talvez seja a melhor novela que já vi”. Por que humilde? “Na preparação antes da gente começar a gravar os capítulos, ele disse: ‘Sou um só e nem sempre escrevo como gostaria. Sintam-se à vontade para incluir coisas de vocês no texto’. Isso deixou a gente muito livre e causou uma empatia imediata”. Por que preferido? “Gosto do jeito nada óbvio que ele monta os personagens, sempre muito contraditórios… Você perde essa noção de mocinho e vilão, que é o que em geral um melodrama tem como ponto de partida. Subverter o lugar dos personagens, um texto perigoso, no qual coisas perigosas acontecem… Tudo com risco funciona bem”. Uma atriz que admira “Fabiula Nascimento. Vi em um filme e fiquei completamente louco pelo trabalho dela. E a Giovanna Antonelli, desde que eu me entendo por gente. Ela vai ficar p[…] comigo. Mas, na época de “O Clone”, ela era meu crush. Eu tinha uns 10 anos”. E agora Giovanna é mãe de Chay… “Parece que não é a mesma pessoa: o Chay que assistia [antes da fama] e o Chay que faz. Mas eu já fui filho de Fernanda Montenegro com Nathalia Timberg – em ‘Babilônia’ – e foi inesquecível, então entendo bem isso de fazer filho de quem admiro”. O que tem em comum com Ícaro? “Todas as minhas tatuagens, que não vou precisar esconder”. Ele é um garoto de programa… “Não sei se é. Ele se prostitui… Briga com a tia que o cria, sai de casa, tem um amigo que já esta na mamata e dá o caminho das pedras pra ele, que precisa de grana pra ontem… Achou que dava pé, foi. Depois ele descobre que o buraco é mais embaixo…” Algum hobby que a novela já te trouxe? “A capoeira. Nunca tinha feito e pretendo continuar. É um exercício completo. E tanto a parte musical quanto a histórica são muito lindas também. Na aula, não se divide uma coisa da outra. Gostei muito”. Chay está mais forte. “Estou, sim. Malhei”. (por Michelle Licory) https://glamurama.uol.com.br/de-crush-infantil-por-giovanna-antonelli-a-estranha-habilidade-um-papo-reto-com-chay-suede/
  3. Nessa entrevista ele fala ainda da Shirley, relação com o Silvio de Abreu, além de contar como é sua rotina. QUEM: Haja Coração vem alcançando números de audiência iguais aos de Cheias de Charme, um fenômeno no horário em 2013. A que atribui o sucesso? DANIEL ORTIZ: A novela tem uma mistura de todos os gêneros: comédia, romance, uma parte dramática. É vibrante e colorida, além de ter personagens bem construídos, que eu herdei do Silvio de Abreu. As três mulheres falidas agradam as donas de casa, temos um núcleo jovem... A trama atrai todo tipo de público. Essa mistura é uma espécie de guia para não errar? DO: Não existe fórmula para o sucesso, mas há ingredientes que dão certo. O melodrama sempre é algo seguro. Uma novela tem que ter um bom drama e humor. Alguns mistérios fazem com que o público se sinta intrigado. Se você souber dosar bem esses elementos, o trabalho tem chances de ir bem. Claro, também é preciso respeitar a situação que o público vive. É preciso entender o momento do país e saber que certas questões não serão bem aceitas. Que questões, por exemplo? DO: Vivemos um momento de tanta corrupção e violência, o povo está tão descrente, que a gente, como escritor, precisa tentar evitar que nas novelas as pessoas vejam essas mesmas coisas. Que outro sucesso você tem vontade de reescrever? DO: Na próxima novela quero fazer uma história original minha. Se tivesse de reescrever outra história, escolheria Jogo da Vida (1981), Cambalacho (1985) ou Brega e Chique (1987). Legal mesmo seria fazer uma mistura de várias novelas, como a Maria Adelaide Amaral fez em Ti-Ti-Ti (2010): ela misturou com Plumas e Paetês (1980) e Elas por Elas (1982). Sassaricando é uma história consagrada da teledramaturgia. Qual o maior desafio em reeditar um sucesso assim? DO: Não digo que houve uma grande dificuldade. Mas, quando você pega uma história da década de 80, é preciso criar uma roupagem atraente, não dá para seguir exatamente o que foi feito na obra original. Fiz atualizações. Lembro que, na época em que a novela foi exibida, a personagem Penélope (interpretada na versão original por Eva Wilma e, agora, por Carolina Ferraz) se envolvia com um sujeito mais novo que ela e aquilo era um tabu, era preciso ter cuidado. A Fedora, hoje, é uma menina ligada em redes sociais. Estou contando a história do meu jeito, a novela original era uma comédia total, eu tenho um lado mais romântico. Foi assim que surgiu a história da Camila (Agatha Moreira) e do Giovanni (Jayme Matarazzo), que não existia na primeira trama. Por que ressuscitou a Shirley (Sabrina Petraglia), personagem da novela Torre de Babel (1998)? DO: Eu gostava muito da personagem nessa novela. Quando o Silvio me autorizou a fazer essa reedição, eu quis substituir algumas coisas, porque, quando você pega a história de outra pessoa, você se identifica mais com um personagem ou outro. Como é a sua relação com o Silvio? DO: A gente é muito próximo. Trabalhamos desde 2009 juntos até o ano passado, com o final de Alto Astral (2014). Ele fala o que acha e o que pensa sem rodeios, mas é uma troca incrível, ele é um grande professor. Nós nos falamos toda semana. Como o conheceu? DO: Conheci o Silvio quando eu trabalhava no México, em um canal de TV de lá. Fomos apresentados por amigos em comum. Mantivemos contato durante anos. Um dos nossos pontos nesse contato foi o cinema mexicano dos anos 50, do qual ele é fã. Ele pedia para eu encontrar esses filmes por lá. Quando eu estava escrevendo uma novela para um canal do Oriente Médio, em Dubai, o Silvio me chamou para ser colaborador de Passione (2010). Ele é muito paternal com as pessoas que trabalham com ele. Não é à toa que ele está onde está hoje. Você faz parte de uma nova geração de autores. Já estava na hora de renovar? DO: Os autores que escrevem até hoje são maravilhosos, mas, ao mesmo tempo, existe um processo natural de renovação. Os profissionais que escrevem há 30 anos, em algum momento, vão querer se aposentar. A Globo está apostando em uma geração nova e isso está sendo muito bom, porque diversifica os estilos e já consigo identificar alguns. A gente sabe bem como é uma novela da Lícia Manzo, por exemplo. Há poucos autores de novela no país. Por quê? DO: Acho que existem muitos autores e colaboradores. O que não temos, talvez, seja uma escola que prepare essas pessoas para que elas possam virar autoras. Talentos existem e estão por aí. De onde tira as histórias? DO: Não me baseio em nada da minha vida. As histórias surgem quando começo a escrever. Assisto a filmes, leio livros para pegar inspiração, coloco uma música e as tramas vêm. Já passou por alguma turbulência em suas novelas? DO: Ainda não tive de mudar uma história inteira. Houve situações como a da Cleyde Yáconis e do Cauã Reymond, em Passione, que tiveram problemas médicos e precisamos alterar histórias. Em Alto Astral, houve um surto de conjuntivite no elenco e a Raquel Fabri ficou duas semanas afastada. Quando ela teve alta, tive de fazer um capítulo só para ela, porque a história dela era necessária para que a trama avançasse. Escrever novela é muito estressante? DO: Escrever novela dá muito trabalho, é muita ansiedade. É como colocar a seleção em campo todos os dias. Se o Brasil joga mal num dia, todo mundo tem um palpite. Se vai bem, todo mundo te exalta. É uma batalha diária. Tenho muita sorte com os elencos com os quais trabalhei, não tive problemas com ator ligando e exigindo cenas. Eu me protejo um pouco, não leio sites, a assessoria de imprensa faz chegar até mim só o que é relevante. Às vezes, é a opinião de uma pessoa e não corresponde à opinião do público. Como é sua rotina? DO: Acordo entre 8h e 9h, 10h30 começo. Num bom dia, termino na hora da novela, 19h30; em outros vou até 1h da manhã. Converso com o diretor, o Fred Mayrink, diariamente, sobre as cenas do capítulo exibido e questões de produção. Não paro um minuto. http://revistaquem.globo.com/Entrevista/noticia/2016/08/daniel-ortiz-autor-de-haja-coracao-quero-fazer-uma-historia-original-minha.html Tomara que não demore pro rei voltar. Do jeito que a fila está apertada...


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