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  1. Já pensou como seria sua vida se você congelasse no tempo e acordasse mais de 100 anos depois? Em O Tempo Não Para, o público vai se divertir - e se emocionar - com a história de uma família do século 19 que desperta em uma São Paulo em 2018! Na trama escrita por Mario Teixeira e com direção artística de Leonardo Nogueira, os Sabino Machado e seus agregados irão protagonizar inúmeras situações que demonstram choques de cultura diante de uma sociedade cosmopolita. Tudo isso de forma leve, divertida e recheado de romance! Escrita por Mario Teixeira e com direção artística de Leonardo Nogueira, a próxima novela das 7, O Tempo Não Para, estreia no dia 31 de julho de 2018. A trama conta com colaboração de Bíbi Da Pieve e Tarcísio Lara Puiati, e direção-geral de Marcelo Travesso e Adriano Melo.
  2. Os bastidores de Andando Nas Nuvens; trama de sucesso às 19h estreou há 19 anos - No primeiro capítulo deAndando Nas Nuvens, exibido em 22 de março de 1999, uma pane no sistema de energia do hospital em que Otávio Montana (Marco Nanini) está internado o faz despertar após 18 anos dormindo! Otávio fora acometido por uma encefalite letárgica, conhecida como a doença do sono, desde a queda que sofreu, do alto de uma varanda, ao presenciar o assassinato de seu pai, Gregório Montana (Ary Coslov, diretor da trama, em participação especial). - A encefalite letárgica também foi tema do filme Tempo de Despertar (1990), no qual um jovem médico (Robin Williams) estudava o tratamento mais adequado para vítimas da moléstia (dentre elas, o personagem de Robert de Niro). O autor de Andando Nas Nuvens, Euclydes Marinho, conferiu o longa, por sugestão de Daniel Filho. E optou então pela abordagem da encefalite letárgica ao invés de um coma causado, como exemplo, por um acidente vascular encefálico (AVE) - o popular derrame cerebral - que deixaria sequelas em Otávio. - O projeto estava engavetado na Globo desde 1997, quando fora cogitado para substituir Zazá, também às 19h, e recusado por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. Na época, Euclydes já contava com time de colaboradores escalados - Ângela Carneiro, Denise Bandeira e Maria Helena Nascimento (recentemente promovida ao horário das 21h). - A ideia surgiu quando um amigo de Marinho entrou em coma. O autor começou a imaginar o que aconteceria com o camarada após a retomada de consciência, ao se deparar com as mudanças ocorridas em sua vida, alheias à sua vontade. - Na ocasião, Andando Nas Nuvens ainda atendia por 'A Última Noite do Século'; provavelmente, uma referência ao fato de Otávio "dormir" em 1981, século XX, e despertar já na eminência do século XXI. - Batizar o folhetim não foi tarefa fácil. Além de 'Última Noite', foram cogitados os títulos 'A Volta por Cima', 'Alto Astral', 'As Cinco Fases do Amor', 'Feliz por um Triz', 'Folhetim', 'Louco Varrido', 'Maluco Beleza', 'Na Crista da Onda' e 'Quebra-Cabeça'. - Foi a primeira novela de Euclydes Marinho. Em Brilhante (1981), atuou apenas como colaborador de Gilberto Braga. Em Mico Preto (1990), dividiu os roteiros com Leonor Bassères e Marcílio Moraes. Sobre esta última, ele declarou ao Estado de São Paulo, na época da estreia de 'Andando': "Mico Preto não era de ninguém; ninguém sabia o que era aquilo". - O desenvolvimento do enredo estava atrelado ao convite feito a Marco Nanini. Caso o ator - afastado das novelas desde Pedra Sobre Pedra (1992) - recusasse, Euclydes optaria por um "plano B": Otávio Montana morreria no capítulo 15 e a trama se debruçaria sobre o famigerado "quem matou?". - Nestes sete anos, Nanini se manteve no vídeo em projetos menores, como episódios de A Comédia da Vida Privada (1995) e a minissérie O Auto da Compadecida, exibida em janeiro de 1999. Da substituta de 'Compadecida', Chiquinha Gonzaga, a produção de Andando Nas Nuvens recrutou Caio Blat (Thiago), Carla Regina (Ana Paula), Marcello Novaes (Raul), Susana Vieira (Gonçala) e Taumaturgo Ferreira (Atila) - todos com apenas dias de descanso entre o término de uma e o início de outra. Marcos Palmeira também emendou, praticamente, o tímido Alexandre Toledo, de Torre de Babel (finalizada em janeiro) e o atrapalhado Chico Mota. - Isadora Ribeiro chegou a gravar como Oneide, esposa de Alex (Otávio Augusto), amigo de Otávio que o acolhe após o despertar. A atriz, contudo, acabou substituída por Isabela Garcia - numa das personagens mais inexpressivas de sua carreira. - Após despertar, Otávio se depara com toda sorte de dispositivos dos quais nunca tinha sequer ouvido falar: videocassete, CD, celular, computador, notebook, internet... E também com as três filhas, já crescidas. A primogênita Júlia (Débora Bloch), intrépida jornalista, com mais idade do que o pai tinha - e ainda acredita ter - quando despencou da varanda. Ainda, Beth (Vivianne Pasmanter), no encalço de um bom partido após o casamento falido com Nicolau (Carlos Evelyn, irmão de Deborah Evelyn e então cunhado do diretor Dennis Carvalho). E Celi (Mariana Ximenes), com vocação para noviça. - Malu Mader foi o primeiro nome pensado para Júlia Montana, formando par com Marcos Palmeira - o que ocorreria anos depois, em Celebridade (2003). A atriz, contudo, acabou remanejada para Força de um Desejo, produção das 18h. Em 1997, Cláudia Raia foi cotada para o papel. - Diretor-geral de criação da Globo na época, Daniel Filho exigiu a presença de Fernanda Souza no elenco. A atriz, que estava no auge da popularidade graças a Mili, sua personagem em Chiquititas (1997), do SBT, atendeu ao chamado, respondendo por Joana, a retraída filha da extrovertida Janete (Eliane Giardini), irmã de Chico Mota. - Mariana Ximenes também veio do SBT. Mais precisamente de Fascinação, exibida no ano anterior, na qual também se envolvia com o personagem de Caio Blat. Os tipos, contudo, foram invertidos: em 'Andando', a noviça Celi foge das investidas de Thiago, que, decidido a perder a virgindade com seu primeiro amor, desperta a desconfiança do pai sobre sua sexualidade. Em Fascinação, era Emília (Ximenes) quem corria atrás de Gustavo. - No primeiro tratamento da sinopse, Janete era chamada Anair. E Chico Mota atendia por Chico Vargas. 'Vargas' passou a ser o nome do falecido marido de Janete. - Numa homenagem ao clássico de 1978, dirigido por Daniel Filho, a academia de dança de Janete foi batizada Dancin' Days. Para a personagem, Eliane Giardini fez aulas com Jayme Arôxa, hoje jurado do Dancing Brasil - atração de Xuxa Meneghel na Record TV. - Outras "referências novelísticas" marcaram as locações. O bairro da Urca, famoso por conta de A Gata Comeu (1985), abrigava boa parte das gravações. A casa no Cosme Velho que servia de sobrado para a família Montana também hospedou o casal Zuleika e Rômulo (Eva Wilma e Cláudio Corrêa e Castro), de História de Amor (1995). Também de 'História', a construção que serviu de locação para a clínica do Dr. Carlos Moretti (José Mayer), vista também em Roda de Fogo (1986), Zazá (1997), Brida (1998) e, posteriormente, Como Uma Onda (2004). Nos cenários, fotos de Vivianne Pasmanter como Laura, de Por Amor (1997), então seu último trabalho. - O Rio de Janeiro foi reverenciado a todo momento. Segundo o diretor Dennis Carvalho, a novela possuía um clima "bossa nova", que resgatava o charme da Cidade Maravilhosa. - Paisagens cariocas davam o tom da abertura, que trazia cartões postais, como o Pão de Açúcar, em movimento. Lembrava, de leve, a vinheta de Estúpido Cupido (1976). - O tom da novela remetia aos sitcoms de sucesso da TV americana. Marinho também admitiu a inspiração em comédias românticas dos anos 1940 e 1950. - Outra referência: o colunista social do Correio Carioca, Jacques Delon (Antônio Pedro), tomou como base o perfil do folclórico Ibrahim Sued, que ocupava a mesma função na redação do jornal O Globo. - Cerca de R$ 90 mil foram gastos em cada capítulo da produção. - O lançamento contou com um making-of, exibido pelo canal Multishow, da Globosat, no domingo anterior à estreia (21), 19h. - Cláudio Marzo emprestou seu charme ao vilão Antônio San Marino, responsável pela morte de Gregório. Empresário do ramo da comunicação - desde que assumiu a redação do jornal da família Montana, Correio Carioca -, San Marino almejava seguir carreira na política, contando com o auxílio do marqueteiro Bob Lacerda (Felipe Camargo). - Enquanto Cláudio Marzo revivia o par de Cambalacho (1986) e Bambolê (1987) com Susana Vieira, Felipe Camargo reeditava o romance com Lúcia Veríssimo, aqui como a terapeuta Flora, já visto em Mandala (1987). - Dentre as polêmicas de bastidores, destaque para a campanha antitabagismo, liderada por Daniel Filho, em meio ao empenho do Ministério da Saúde em advertir o consumidor sobre os malefícios do cigarro. Chico Mota, fumante inveterado, enfrenta diversas situações, hilárias, na tentativa de largar o vício. Na mesma época, Nana, personagem de Nívea Maria em Suave Veneno, às 20h, também deixou o tabagismo de lado. - Ainda, críticas - por parte da imprensa especializada em TV - ao núcleo jovem. Diferente de outras produções, nas quais os adolescentes estão sempre em ebulição, Celi, Joana e Thiago prezavam pela castidade. Surgiu então Valéria (Isabel Guéron), que "desvirginou" o rapaz. Em contrapartida, Mariana Ximenes, Fernanda Souza e Caio Blat ocupavam todas as revistas destinadas ao público infanto-juvenil, tamanho sucesso! - Susana Vieira queixou-se, educadamente, do perfil de Gonçala. "O público reclama que apareço pouco. É um desperdício para mim e para a TV. Fico muito parada, gravo pouco. Estou acostumada a "ralar" mais. Mas sou obediente ao autor. Estou no barco e vou com ele", em entrevista a O Globo, de 23 de maio de 1999. De fato, Gonçala San Marino era um pouquinho "de menos" para quem acabara de interpretar Branca Letícia de Barros Mota, em Por Amor. - Otávio Augusto também se aborreceu com Alex, conforme relatado pelo próprio, também ao jornal O Globo (26 de setembro de 1999): "Ele é um quinto coadjuvante. Nesta trama, os atores superaram os personagens e a própria história". - Segundo Otávio, o ciúme da mulher Oneide prejudicaria o casamento de Alex. A dona de casa então se envolveria com Tião Alemão (Tony Tornado), dono do bar Berlim, vizinho à redação do Correio Carioca. Nada disso aconteceu. - Já Judite (Nicette Bruno) e Lúcia Helena (Júlia Lemmertz) cresceram - e muito! - ao longo da narrativa. A mãe e a ex-mulher de Chico Mota viviam às turras, até o envolvimento do jornalista com Júlia. Unidas, elas fizeram um verdadeiro inferno na vida da primogênita dos Montana. Obcecada por intervenções cirúrgicas, Lúcia Helena chegou a operar os seios para deixá-los maiores do que os de sua rival. E também forçou a filha, a pré-adolescente Constância (Gabriela Martins), a aporrinhar a madrasta. - Júlia Lemmertz atuou grávida durante boa parte da trama. Já na reta final, a atriz passou a usar de objetos de cena para esconder a barriga. A direção também passou a privilegiar closes e enquadramentos que escondessem a gestação. - A produção apostou em participações especiais. Atores iam e vinham, conforme as necessidades do enredo, movimentando a narrativa. Neste contexto, destaque para Bruna Lombardi como Frida, cientista que pesquisava a fórmula do amor, entrevistada por Chico e Júlia; Milton Gonçalves como um delegado; Regina Maria Dourado como Ieda, mãe de Raul; e Zezé Polessa como Bonitona, motoqueira que ajuda Otávio a fugir da clínica psiquiátrica. - Andando Nas Nuvens demorou a decolar! A novela se aproximou de índices considerados alarmantes pela Globo, na ocasião - abaixo dos 30 pontos. Segundo publicações da época, Marinho chegou a "trocar ideias" a respeito da condução com autores tarimbados, como Gilberto Braga, Manoel Carlos, Ricardo Linhares, Silvio de Abreu e Walther Negrão. - A novela já estava estabilizada, indo de 35 a 40 pontos, quando entrou em sua "segunda fase". Foi quando San Marino conseguiu dispensar Gonçala, deixando-a sem um tostão. Também enviou Otávio para uma clínica psiquiátrica; este tiro, porém, saiu pela culatra já que o "desmemoriado" se lembrou do que acontecera na noite da morte de seu pai, após tomar outro choque elétrico. - Neste momento, 'Andando' apostou numa narrativa mais folhetinesca: Beth casou-se com o primogênito de San Marino, Arnaldinho (Márcio Garcia), alegando esperar um filho dele - na verdade, herdeiro de Raul; já Júlia, cuja semelhança com a mãe, Eva, impressionava, tornou-se alvo das investidas de San Marino, seu verdadeiro pai - também genitor de Joana, a quem Janete pede auxílio após perder a academia, por conta das dívidas do namorado Atila, não podendo mais sustentar a filha. - Com a volta de Eva, vivendo sob a identidade da Condessa Astrid Von Brandenburg, estabeleceu-se um imbróglio: um retrato da personagem fora pintado tomando por base os traços de Débora Bloch, já que Júlia era muito parecida com a mãe. Logo, era preciso encontrar uma atriz que guardasse as devidas semelhanças com Bloch. Renata Sorrah fora escolhida para o papel. A mudança física de Eva foi justificada com uma cirurgia plástica, na intenção de fugir de San Marino. Testemunha da morte de Gregório, Eva fugiu com o dinheiro do sogro, temendo ser o próximo alvo do vilão, seu amante. - Nos capítulos finais, Ary Coslov voltou à cena, então como um garçom. Ao vê-lo, Otávio exclama: "Que garçom estranho, parece meu pai!". O caco, inserido pelo ator, acabou mantido na edição final. Dennis Carvalho também participou da trama, em off: era voz do comissário que anunciou a chegada de Júlia ao Brasil, no primeiro capítulo. - Karla Karenina, reverenciada como Dita, a empregada de Silvana (Lilia Cabral) em A Força do Querer (2017), participou de Andando Nas Nuvens como Iracema, arrumadeira na casa dos San Marino. Karla já era conhecida do público, por conta de sua presença na Escolinha do Professor Raimundo (1990). - O Casseta & Planeta, Urgente! transformou Andando Nas Nuvens em 'Fernando Nas Nuvens', uma referência ao então presidente Fernando Henrique Cardoso, parodiado por Hubert. FHC surgiu na mesma situação de Otávio Montana: despertando de um sono profundo e se deparando com o Brasil que não conhecia. - A trilha sonora popularizou o grupo Fat Family, responsável pelo tema de abertura, 'Gulosa'. Para a vinheta, os integrantes regravaram a canção, substituindo o trecho "quero ser a dona do seu prazer" por "quero andar nas nuvens com você". Também Maurício Manieri, alçado ao estrelato com 'Minha menina', tema de Beth e das vinhetas de intervalo. - Outro êxito: a mochila de couro transpassada que Júlia usava para transportar seu notebook. A peça, da Zoomp, custava uma pequena fortuna: R$ 259,00. http://www.tvhistoria.com.br/NoticiasTexto.aspx?idNoticia=5252
  3. Like, La Leyenda, ou simplesmente Like, é uma novela mexicana produzida por Pedro Damián para Televisa e exibida pelo canal Las Estrellas desde o dia 10 de setembro de 2018 com previsão de 97 capítulos para a primeira temporada. É protagonizada por Roberta Damián, Macarena García, Carlos Said, Santiago Achaga, Ale Müller, Anna Iriyama, Víctor Varona e Mauricio Abad, integrantes da banda que da o nome à produção.
  4. http://gshow.globo.com/novelas/deus-salve-o-rei/
  5. Segunda a sexta, 18h15. http://entretenimento.r7.com/os-dez-mandamentos
  6. Sinopse: Dulce Maria é uma doce menina de 5 anos cheia de alegria e bons sentimentos. Com a morte de sua mãe, seu pai, Gustavo Larios, afunda em depressão e dor, e decide ficar longe de tudo e todos. Dulce Maria é colocada em uma escola de freiras chamada "Rainha da América", ele então parte para o estrangeiro deixando tudo aos cuidados do seu irmão Gabriel, que é um sacerdote.A única visita que a menina tem é de sua amada tia Stephanie, a quem carinhosamente chama de "Tia Peruca". Todas as freiras na escola de Dulce Maria tem por ela uma grande ternura, em especial a irmã Cecília e a noviça Fabiana, que são suas cúmplices em todas as suas engraçadas travessuras, que também são permitidas de certa forma pela Madre Superiora, diretora do colégio que é sempre consciente das responsabilidades e disciplinas que devem ser cumpridas, embora mostrando grande coração e preocupação com o bem-estar de todos aqueles que a rodeiam Elenco: Data de estréia: Só o Silvio sabe
  7. Homem desconhecido da família dá entrevista revelando farsa da morte Beto fica estarrecido com farsa revelada na TV A bomba estourou! Depois que Doralice (Roberta Rodrigues) descobre que Beto (Emilio Dantas) está vivo, a notícia começa a se espalhar. A família liga a TV e se depara com um homem desconhecido revelando para um repórter: "É uma farsa! Tudo uma farsa! Beto Falcão é um pilantra, um mentiroso que enganou o Brasil inteiro! Ele está vivo! Ele mentiu! Andando por aí, como se nada tivesse acontecido... " Clóvis (Luis Lobianco) não entende como isso foi acontecer, e Naná acredita que foi obra de Doralice. Dodô (José de Abreu) mostra otimismo com a situação, mas a matriarca da família Falcão se desepera: "Minha Nossa Senhora, vai ser o nosso fim! Que vai ser da gente agora, Beto?" A cena irá ao ar no capítulo desta quinta-feira (31) de Segundo Sol. Fonte: https://gshow.globo.com/novelas/segundo-sol/vem-por-ai/noticia/vaza-noticia-na-tv-de-que-beto-esta-vivo.ghtml
  8. Segundo Sol: Na pior, Karola vai morar em favela com cheiro de esgoto Karola (Deborah Secco) trocará a cobertura luxuosa em que mora por uma vida sofrida na favela. Ela vai dividir um barraco com a mãe de Katiandréa (Camila Lucciola), uma das garotas de programa de Laureta (Adriana Esteves). Acostumada à vida boa, a vilã se chocará ao descobrir que o novo lar não tem esgoto, muito menos ar-condicionado. "Um abrigo para mendigos é melhor que isso aqui", desabafará. A mudança de endereço fará parte de um plano que Laureta bolará para ajudar a comparsa. Com medo de ser desmascarada por Luzia (Giovanna Antonelli), depois de brigar feio com a marisqueira em Boiporã e deixá-la à beira da morte, ela terá de abrir mão de tudo para convencer Beto Falcão (Emilio Dantas) de que o ama de verdade, e não ficou com ele apenas pelo dinheiro arrecadado com a falsa morte. "Se o seu amor lhe deixa cego, Beto, fica com essa psicopata! Fica com ela, com seu dinheiro, sua cobertura, suas músicas, não quero mais nada de você. Cansei de ser sempre a pior pessoa do mundo! Eu tô indo embora. Boa sorte", soltará Karola durante uma discussão com o marido, em que ele confessará que ama Luzia. Depois de armar o teatro para o cantor e a família dele, Karola contará tudo para Laureta. "Mas já tô arrependida, sinto que me lasquei, facilitei o lado deles, acho adoraram ter se livrado de mim!", admitirá a golpista. "Você vai ver, ainda vão lhe pedir de joelhos pra você voltar! Aquela gente jamais imaginou que você fosse capaz de abrir mão de tudo, você surpreendeu todo mundo", falará a cafetina. "Espantados eles ficaram mesmo, tinha que ver a cara do velho Dodô [José de Abreu]", rirá a personagem de Deborah Secco. "Mas daí a me pedirem pra voltar, não imagino... Tô arriscando demais! Olha o que você me fez fazer, mulher!". "Você tinha que arriscar, sua reputação tava em baixa, Karola, você tava mais desacreditada que quenga virgem! Agora você virou o jogo, mexeu com a consciência culpada daquela família... Mas tem que ir firme, até o fim", recomendará Laureta. "Tô firme. E vou ficar aonde? Num hotel?", questionará. "Afff! Não, mulher, pense! Você está por baixo, arrasada, sofrida! Você vai ficar na casa da mãe de Katiandréa em Periperi", explicará a cafetina, em referência ao bairro do subúrbio de Salvador. Karola ficará inconformada, mas topará. O local é descrito por João Emanuel Carneiro como "a parte mais miserável de Periperi. Casebres muito simples, ruas de terra, carros velhos". Karola e Katiandréa entrarão em uma casa que parece uma favela. Serão recebidas pela mãe da prostituta, Dona Candinha (o nome da atriz não foi divulgado). "Karola, essa é Candinha, minha mãe. Mãe, essa é a Karola, uma amiga minha. Ela vai alugar um quarto aqui. Ela quer com PF [prato feito], né Karola?", começará a garota de programa, que abrirá uma panela no fogão, revelando uma "gororoba com aparência horrível". "Katiandréa, parece que vocês cozinharam uma ratazana! Eu só tô conseguindo respirar pela boca, que cheiro é esse? Não me diga que é essa comida!", reclamará Karola. "É o córrego, dia de calor é um inferno", explicará Candinha. "Daqui a pouco você acostuma! Pior são os mosquitos... Se morder no pé ou na perna, é dengue, tome cuidado", avisará Katiandréa. "Ou chicungunha!", falará a dona da casa. "Feche a janela e ligue o ar! Eu tô derretendo", dirá Karola, sem noção. Candinha rirá e dirá que só tem um ventilador, no quarto dela. "Katiandréa, como é que você deixa sua mãe morando num buraco desses? Dona Candinha, como é que a senhora tem coragem de cobrar pra alguém ficar aqui?", detonará a vilã. "Ano que vem vai ter esgoto, vai ficar bem melhor", soltará Candinha, esperançosa. Karola irá até a janela e ouvirá uma música alta, repleta de palavrões. "Um abrigo pra mendigos é melhor que isso aqui! E essa música? É isso o dia inteiro?", reclamará. "O negócio aqui é animado!", dirá a mãe da prostituta. "A senhora quer dizer infernal, é isso? Meu Deus, como é que pobre vive assim? É calor, é o fedor, é música martelando", reclamará a amante de Remy (Vladimir Brichta). "Foi Laureta que pediu pra você ficar aqui! Eu avisei que não era uma boa ideia! Se vai ofender minha mãe e a comunidade dela, é melhor ir embora agora!", se revoltará Katiandréa. "Eu preciso ficar, não ache que eu tô gostando!", falará Karola. Em outra cena, a personagem de Deborah Secco será mostrada tentando tomar banho, mas o chuveiro não terá água. "Inferno! Nunca vi tomar banho de conta-gotas! Que vontade de matar a Laureta!", dirá a vilã, irritada. A sequência vai ao ar a partir do dia 15 de junho de Segundo Sol. Fonte: http://noticiasdatv.uol.com.br/mobile/noticia/novelas/segundo-sol-na-pior-karola-vai-morar-em-favela-com-cheiro-de-esgoto--20687.amp?__twitter_impression=true
  9. Último capítulo do remake de 1995. Foi exibida em Portugal entre Janeiro e Julho de 1995.
  10. Clipe de lançamento: https://globoplay.globo.com/v/6197382/ Elenco:
  11. Os bastidores de Andando Nas Nuvens; trama de sucesso às 19h estreou há 19 anos - No primeiro capítulo deAndando Nas Nuvens, exibido em 22 de março de 1999, uma pane no sistema de energia do hospital em que Otávio Montana (Marco Nanini) está internado o faz despertar após 18 anos dormindo! Otávio fora acometido por uma encefalite letárgica, conhecida como a doença do sono, desde a queda que sofreu, do alto de uma varanda, ao presenciar o assassinato de seu pai, Gregório Montana (Ary Coslov, diretor da trama, em participação especial). - A encefalite letárgica também foi tema do filme Tempo de Despertar (1990), no qual um jovem médico (Robin Williams) estudava o tratamento mais adequado para vítimas da moléstia (dentre elas, o personagem de Robert de Niro). O autor de Andando Nas Nuvens, Euclydes Marinho, conferiu o longa, por sugestão de Daniel Filho. E optou então pela abordagem da encefalite letárgica ao invés de um coma causado, como exemplo, por um acidente vascular encefálico (AVE) - o popular derrame cerebral - que deixaria sequelas em Otávio. - O projeto estava engavetado na Globo desde 1997, quando fora cogitado para substituir Zazá, também às 19h, e recusado por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. Na época, Euclydes já contava com time de colaboradores escalados - Ângela Carneiro, Denise Bandeira e Maria Helena Nascimento (recentemente promovida ao horário das 21h). - A ideia surgiu quando um amigo de Marinho entrou em coma. O autor começou a imaginar o que aconteceria com o camarada após a retomada de consciência, ao se deparar com as mudanças ocorridas em sua vida, alheias à sua vontade. - Na ocasião, Andando Nas Nuvens ainda atendia por 'A Última Noite do Século'; provavelmente, uma referência ao fato de Otávio "dormir" em 1981, século XX, e despertar já na eminência do século XXI. - Batizar o folhetim não foi tarefa fácil. Além de 'Última Noite', foram cogitados os títulos 'A Volta por Cima', 'Alto Astral', 'As Cinco Fases do Amor', 'Feliz por um Triz', 'Folhetim', 'Louco Varrido', 'Maluco Beleza', 'Na Crista da Onda' e 'Quebra-Cabeça'. - Foi a primeira novela de Euclydes Marinho. Em Brilhante (1981), atuou apenas como colaborador de Gilberto Braga. Em Mico Preto (1990), dividiu os roteiros com Leonor Bassères e Marcílio Moraes. Sobre esta última, ele declarou ao Estado de São Paulo, na época da estreia de 'Andando': "Mico Preto não era de ninguém; ninguém sabia o que era aquilo". - O desenvolvimento do enredo estava atrelado ao convite feito a Marco Nanini. Caso o ator - afastado das novelas desde Pedra Sobre Pedra (1992) - recusasse, Euclydes optaria por um "plano B": Otávio Montana morreria no capítulo 15 e a trama se debruçaria sobre o famigerado "quem matou?". - Nestes sete anos, Nanini se manteve no vídeo em projetos menores, como episódios de A Comédia da Vida Privada (1995) e a minissérie O Auto da Compadecida, exibida em janeiro de 1999. Da substituta de 'Compadecida', Chiquinha Gonzaga, a produção de Andando Nas Nuvens recrutou Caio Blat (Thiago), Carla Regina (Ana Paula), Marcello Novaes (Raul), Susana Vieira (Gonçala) e Taumaturgo Ferreira (Atila) - todos com apenas dias de descanso entre o término de uma e o início de outra. Marcos Palmeira também emendou, praticamente, o tímido Alexandre Toledo, de Torre de Babel (finalizada em janeiro) e o atrapalhado Chico Mota. - Isadora Ribeiro chegou a gravar como Oneide, esposa de Alex (Otávio Augusto), amigo de Otávio que o acolhe após o despertar. A atriz, contudo, acabou substituída por Isabela Garcia - numa das personagens mais inexpressivas de sua carreira. - Após despertar, Otávio se depara com toda sorte de dispositivos dos quais nunca tinha sequer ouvido falar: videocassete, CD, celular, computador, notebook, internet... E também com as três filhas, já crescidas. A primogênita Júlia (Débora Bloch), intrépida jornalista, com mais idade do que o pai tinha - e ainda acredita ter - quando despencou da varanda. Ainda, Beth (Vivianne Pasmanter), no encalço de um bom partido após o casamento falido com Nicolau (Carlos Evelyn, irmão de Deborah Evelyn e então cunhado do diretor Dennis Carvalho). E Celi (Mariana Ximenes), com vocação para noviça. - Malu Mader foi o primeiro nome pensado para Júlia Montana, formando par com Marcos Palmeira - o que ocorreria anos depois, em Celebridade (2003). A atriz, contudo, acabou remanejada para Força de um Desejo, produção das 18h. Em 1997, Cláudia Raia foi cotada para o papel. - Diretor-geral de criação da Globo na época, Daniel Filho exigiu a presença de Fernanda Souza no elenco. A atriz, que estava no auge da popularidade graças a Mili, sua personagem em Chiquititas (1997), do SBT, atendeu ao chamado, respondendo por Joana, a retraída filha da extrovertida Janete (Eliane Giardini), irmã de Chico Mota. - Mariana Ximenes também veio do SBT. Mais precisamente de Fascinação, exibida no ano anterior, na qual também se envolvia com o personagem de Caio Blat. Os tipos, contudo, foram invertidos: em 'Andando', a noviça Celi foge das investidas de Thiago, que, decidido a perder a virgindade com seu primeiro amor, desperta a desconfiança do pai sobre sua sexualidade. Em Fascinação, era Emília (Ximenes) quem corria atrás de Gustavo. - No primeiro tratamento da sinopse, Janete era chamada Anair. E Chico Mota atendia por Chico Vargas. 'Vargas' passou a ser o nome do falecido marido de Janete. - Numa homenagem ao clássico de 1978, dirigido por Daniel Filho, a academia de dança de Janete foi batizada Dancin' Days. Para a personagem, Eliane Giardini fez aulas com Jayme Arôxa, hoje jurado do Dancing Brasil - atração de Xuxa Meneghel na Record TV. - Outras "referências novelísticas" marcaram as locações. O bairro da Urca, famoso por conta de A Gata Comeu (1985), abrigava boa parte das gravações. A casa no Cosme Velho que servia de sobrado para a família Montana também hospedou o casal Zuleika e Rômulo (Eva Wilma e Cláudio Corrêa e Castro), de História de Amor (1995). Também de 'História', a construção que serviu de locação para a clínica do Dr. Carlos Moretti (José Mayer), vista também em Roda de Fogo (1986), Zazá (1997), Brida (1998) e, posteriormente, Como Uma Onda (2004). Nos cenários, fotos de Vivianne Pasmanter como Laura, de Por Amor (1997), então seu último trabalho. - O Rio de Janeiro foi reverenciado a todo momento. Segundo o diretor Dennis Carvalho, a novela possuía um clima "bossa nova", que resgatava o charme da Cidade Maravilhosa. - Paisagens cariocas davam o tom da abertura, que trazia cartões postais, como o Pão de Açúcar, em movimento. Lembrava, de leve, a vinheta de Estúpido Cupido (1976). - O tom da novela remetia aos sitcoms de sucesso da TV americana. Marinho também admitiu a inspiração em comédias românticas dos anos 1940 e 1950. - Outra referência: o colunista social do Correio Carioca, Jacques Delon (Antônio Pedro), tomou como base o perfil do folclórico Ibrahim Sued, que ocupava a mesma função na redação do jornal O Globo. - Cerca de R$ 90 mil foram gastos em cada capítulo da produção. - O lançamento contou com um making-of, exibido pelo canal Multishow, da Globosat, no domingo anterior à estreia (21), 19h. - Cláudio Marzo emprestou seu charme ao vilão Antônio San Marino, responsável pela morte de Gregório. Empresário do ramo da comunicação - desde que assumiu a redação do jornal da família Montana, Correio Carioca -, San Marino almejava seguir carreira na política, contando com o auxílio do marqueteiro Bob Lacerda (Felipe Camargo). - Enquanto Cláudio Marzo revivia o par de Cambalacho (1986) e Bambolê (1987) com Susana Vieira, Felipe Camargo reeditava o romance com Lúcia Veríssimo, aqui como a terapeuta Flora, já visto em Mandala (1987). - Dentre as polêmicas de bastidores, destaque para a campanha antitabagismo, liderada por Daniel Filho, em meio ao empenho do Ministério da Saúde em advertir o consumidor sobre os malefícios do cigarro. Chico Mota, fumante inveterado, enfrenta diversas situações, hilárias, na tentativa de largar o vício. Na mesma época, Nana, personagem de Nívea Maria em Suave Veneno, às 20h, também deixou o tabagismo de lado. - Ainda, críticas - por parte da imprensa especializada em TV - ao núcleo jovem. Diferente de outras produções, nas quais os adolescentes estão sempre em ebulição, Celi, Joana e Thiago prezavam pela castidade. Surgiu então Valéria (Isabel Guéron), que "desvirginou" o rapaz. Em contrapartida, Mariana Ximenes, Fernanda Souza e Caio Blat ocupavam todas as revistas destinadas ao público infanto-juvenil, tamanho sucesso! - Susana Vieira queixou-se, educadamente, do perfil de Gonçala. "O público reclama que apareço pouco. É um desperdício para mim e para a TV. Fico muito parada, gravo pouco. Estou acostumada a "ralar" mais. Mas sou obediente ao autor. Estou no barco e vou com ele", em entrevista a O Globo, de 23 de maio de 1999. De fato, Gonçala San Marino era um pouquinho "de menos" para quem acabara de interpretar Branca Letícia de Barros Mota, em Por Amor. - Otávio Augusto também se aborreceu com Alex, conforme relatado pelo próprio, também ao jornal O Globo (26 de setembro de 1999): "Ele é um quinto coadjuvante. Nesta trama, os atores superaram os personagens e a própria história". - Segundo Otávio, o ciúme da mulher Oneide prejudicaria o casamento de Alex. A dona de casa então se envolveria com Tião Alemão (Tony Tornado), dono do bar Berlim, vizinho à redação do Correio Carioca. Nada disso aconteceu. - Já Judite (Nicette Bruno) e Lúcia Helena (Júlia Lemmertz) cresceram - e muito! - ao longo da narrativa. A mãe e a ex-mulher de Chico Mota viviam às turras, até o envolvimento do jornalista com Júlia. Unidas, elas fizeram um verdadeiro inferno na vida da primogênita dos Montana. Obcecada por intervenções cirúrgicas, Lúcia Helena chegou a operar os seios para deixá-los maiores do que os de sua rival. E também forçou a filha, a pré-adolescente Constância (Gabriela Martins), a aporrinhar a madrasta. - Júlia Lemmertz atuou grávida durante boa parte da trama. Já na reta final, a atriz passou a usar de objetos de cena para esconder a barriga. A direção também passou a privilegiar closes e enquadramentos que escondessem a gestação. - A produção apostou em participações especiais. Atores iam e vinham, conforme as necessidades do enredo, movimentando a narrativa. Neste contexto, destaque para Bruna Lombardi como Frida, cientista que pesquisava a fórmula do amor, entrevistada por Chico e Júlia; Milton Gonçalves como um delegado; Regina Maria Dourado como Ieda, mãe de Raul; e Zezé Polessa como Bonitona, motoqueira que ajuda Otávio a fugir da clínica psiquiátrica. - Andando Nas Nuvens demorou a decolar! A novela se aproximou de índices considerados alarmantes pela Globo, na ocasião - abaixo dos 30 pontos. Segundo publicações da época, Marinho chegou a "trocar ideias" a respeito da condução com autores tarimbados, como Gilberto Braga, Manoel Carlos, Ricardo Linhares, Silvio de Abreu e Walther Negrão. - A novela já estava estabilizada, indo de 35 a 40 pontos, quando entrou em sua "segunda fase". Foi quando San Marino conseguiu dispensar Gonçala, deixando-a sem um tostão. Também enviou Otávio para uma clínica psiquiátrica; este tiro, porém, saiu pela culatra já que o "desmemoriado" se lembrou do que acontecera na noite da morte de seu pai, após tomar outro choque elétrico. - Neste momento, 'Andando' apostou numa narrativa mais folhetinesca: Beth casou-se com o primogênito de San Marino, Arnaldinho (Márcio Garcia), alegando esperar um filho dele - na verdade, herdeiro de Raul; já Júlia, cuja semelhança com a mãe, Eva, impressionava, tornou-se alvo das investidas de San Marino, seu verdadeiro pai - também genitor de Joana, a quem Janete pede auxílio após perder a academia, por conta das dívidas do namorado Atila, não podendo mais sustentar a filha. - Com a volta de Eva, vivendo sob a identidade da Condessa Astrid Von Brandenburg, estabeleceu-se um imbróglio: um retrato da personagem fora pintado tomando por base os traços de Débora Bloch, já que Júlia era muito parecida com a mãe. Logo, era preciso encontrar uma atriz que guardasse as devidas semelhanças com Bloch. Renata Sorrah fora escolhida para o papel. A mudança física de Eva foi justificada com uma cirurgia plástica, na intenção de fugir de San Marino. Testemunha da morte de Gregório, Eva fugiu com o dinheiro do sogro, temendo ser o próximo alvo do vilão, seu amante. - Nos capítulos finais, Ary Coslov voltou à cena, então como um garçom. Ao vê-lo, Otávio exclama: "Que garçom estranho, parece meu pai!". O caco, inserido pelo ator, acabou mantido na edição final. Dennis Carvalho também participou da trama, em off: era voz do comissário que anunciou a chegada de Júlia ao Brasil, no primeiro capítulo. - Karla Karenina, reverenciada como Dita, a empregada de Silvana (Lilia Cabral) em A Força do Querer (2017), participou de Andando Nas Nuvens como Iracema, arrumadeira na casa dos San Marino. Karla já era conhecida do público, por conta de sua presença na Escolinha do Professor Raimundo (1990). - O Casseta & Planeta, Urgente! transformou Andando Nas Nuvens em 'Fernando Nas Nuvens', uma referência ao então presidente Fernando Henrique Cardoso, parodiado por Hubert. FHC surgiu na mesma situação de Otávio Montana: despertando de um sono profundo e se deparando com o Brasil que não conhecia. - A trilha sonora popularizou o grupo Fat Family, responsável pelo tema de abertura, 'Gulosa'. Para a vinheta, os integrantes regravaram a canção, substituindo o trecho "quero ser a dona do seu prazer" por "quero andar nas nuvens com você". Também Maurício Manieri, alçado ao estrelato com 'Minha menina', tema de Beth e das vinhetas de intervalo. - Outro êxito: a mochila de couro transpassada que Júlia usava para transportar seu notebook. A peça, da Zoomp, custava uma pequena fortuna: R$ 259,00.
  12. eplay

    novela Tempo de Amar

    O que acontece quando um amor, que nasce de forma genuína, é interrompido por acontecimentos? O tempo é capaz de apagar esse sentimento ou, pelo contrário, aumenta a saudade e alimenta a vontade do reencontro? Em Tempo de Amar, próxima trama das 6, escrita por Alcides Nogueira, com direção artística de Jayme Monjardim e direção geral de Adriano Melo, o público é convidado a conhecer a história dos jovens Maria Vitória (Vitória Strada) e Inácio Ramos (Bruno Cabrerizo). Após o amor à primeira vista, eles sofrerão com a inevitável separação e as armações de quem não deseja a felicidade do casal! Maria Vitória é uma jovem letrada e de mente aberta, moradora de Morros Verdes, em Portugal, que ficou órfã de mãe muito cedo e foi criada pelo pai. Durante uma procissão religiosa, ela conhece Inácio, um rapaz simples, que mora no vilarejo vizinho, e vive de trabalhos temporários. Eles começam a namorar, mas o casal logo se separa - ele tem viagem marcada para o Brasil, onde conseguiu um emprego no Rio de Janeiro. O problema é que, ao partir, Inácio não deixou apenas Maria Vitória, mas também sua filha, fruto desse grande amor... José Augusto (Tony Ramos) é um simples, porém influente produtor de vinhos e azeites de Morros Verdes. Dono da Quinta da Carrasqueira, é pai de Maria Vitória e cria a filha com mais liberdade do que as demais meninas da região. Pouco se sabe sobre seu passado amoroso, mas há notícias sobre um envolvimento com a empregada da família, Delfina (Letícia Sabatella). Ele é amigo e muito próximo do Padre João (José Augusto Branco), pároco superquerido da região. Mais do que ninguém, ele deseja a felicidade da filha. Delfina chegou à Quinta com apenas 12 anos, contratada para cuidar dos porcos, cabras e aves. Desde então, ela se apaixonou por José Augusto e vive para agradá-lo e fazê-lo feliz. Ela é mãe de Tereza Leitão (Olívia Torres), uma jovem muito afável. A empregada sempre cuidou de Maria Vitória, embora seja falsa como uma cobra! Sua maior insatisfação é o fato de José Augusto nunca ter reconhecido a filha que tiveram juntos... Fernão (Jayme Matarazzo) será responsável por um dos primeiros obstáculos na vida do casal protagonista. O médico recém-formado em Coimbra revela um ciúme doentio por Maria Vitória, pois ele deseja a jovem e acredita que ela é sua prometida. E essa rivalidade renderá grandes embates na trama. Brasil x Portugal Morando no Brasil e feliz com o novo emprego, Inácio recebe uma carta com a informação sobre a gravidez da sua amada. Quando decide voltar para Portugal, ele sofre um assalto e vai parar na casa de Lucinda (Andreia Horta), filha do médico Reinaldo Macedo (Cássio Gabus Mendes), que se apaixona por ele e fará de tudo para que o jovem não volte para os braços de Maria Vitória! Em Portugal, Maria Vitória é enviada ao Convento dos Santos Anjos, após a descoberta da sua gravidez. Lá ela conhece a Irmã Imaculada (Bete Mendes), uma mulher dura e que gosta de tudo preto no branco. Assim que nasce, o bebê da jovem é dado para adoção, o que faz com que Maria Vitória fuja para o Brasil atrás de Inácio. A partir daí, a trama se desenrola entre encontros e desencontros e mostra a esperança do casal em viver esse grande amor - ficamos na torcida! Baseada em um argumento de Rubem Fonseca, a trama de Alcides Nogueira é escrita em parceria com Bia Corrêa do Lago e conta com a colaboração de Tarcísio Lara Puiati e Bíbi Da Pieve. Tempo de Amar estreia dia 26 de setembro.
  13. Antonio Fagundes Reprisada recentemente pelo canal pago Viva, "O Dono do Mundo" (1991) desagradou Antonio Fagundes, que viveu o cirurgião plástico Felipe Barreto. O ator se incomodou e chegou a reclamar que seu personagem se transformou de vilão a mocinho abruptamente: "O Felipe Barreto ainda vai ser canonizado [...] Acho que ninguém muda tanto de caráter assim. Mas a função de uma novela é entreter o público" Adriana Esteves Adriana Esteves não guarda boas lembranças de "Renascer" (1993). A atriz foi duramente criticada como a mocinha Mariana, teve depressão e se afastou da TV durante quase dois anos: "Eu era muito nova e fazia uma protagonista muito grande e complexa em 'Renascer', de Benedito Ruy Barbosa. Claro que não tinha muita maturidade para lidar com o sucesso tão grande de uma protagonista de novela das oito" José de Abreu Em 1994, José de Abreu decidiu se afastar da televisão. Estava cansado das novelas e detestou seu personagem em "Sonho Meu" (1993). "É o pior trabalho que já fiz. A trama não tem pé nem cabeça, está repleta de contradições. O próprio Geraldo é um personagem esquizofrênico. Um dia, dá porrada. No outro, chora como criança. Parece que os autores do texto não conversam entre si", reclamou Miguel Falabella "A Viagem" (1994) marcou muitos telespectadores, mas incomodou Miguel Falabella, que intepretou Raul. Ele se quexou do excesso de cenários e criticou uma das autoras, Solange de Castro Neves: "É uma novela muito cansativa de fazer. Tem cenários demais. A ação não é concentrada [...] É essa moça que está adaptando. Ela coloca a gente em cena muitas vezes, em todos os cenários, não sei para quê" Márcio Garcia Marcio Garcia trocou a Record pela Globo para ser protagonista de uma novela das nove. Mas, em "Caminho das Índias" (2009), seu personagem, Bahuan, perdeu Maya (Juliana Paes) para Raj (Rodrigo Lombardi) e ficou sem função. O ator detestou: "Foi um erro. Desde o início, o personagem não estava bem definido [...] Bahuan era um coitado. Não sabia se era mocinho ou vilão. Teve uma crise existencial" Taís Araújo Primeira Helena negra de Manoel Carlos, Taís Araújo perdeu espaço em "Viver a Vida" (2009) para Luciana (Alinne Moraes), que ficou tetraplégica, e saiu da novela decepcionada: "Fui achando que seria a chance da minha vida, e não era. Ou talvez tenha sido, porque mudei muito depois daquilo [...] Eu não fazia bem e não sei se tinha como fazer [...] Me sentia em uma areia movediça, patinei até o fim" Luiza Tomé Luiza Tomé odiou tanto "Máscaras" (2012) que pediu no Twitter para sair: "Será que o Lauro [César Muniz] está gostando da figuração que estou fazendo? 28 anos nadando e morrer na praia! Não quero mais [...] Não é a primeira novela que faço do Lauro, mas com certeza será a última, me sinto humilhada. Ele não escreve pra mim! Me tira! É mais digno". Oficialmente, ela saiu por problemas de saúde Vera Fischer Vera Fischer atuou em "Salve Jorge" (2012) o tempo todo sentada, o que virou motivo de piadas na internet e reclamações da atriz: "O papel de Irina para mim é humilhante. Acho que não precisava me chamar para fazer essa novela! [...] Colocava então uma pessoa que está começando, que precisa e tal. Eu não digo nada, eu não faço nada, eu não existo". A autora, Gloria Perez, ficou magoada com a amiga Marcello Antony A novela "Amor à Vida" (2013) certamente foi esquecida por Marcello Antony, que interpretou Eron. Ele criticou o núcleo gay e seu personagem: "Vejo uma trama mais preocupada com a comédia em vez de mostrar gays que têm família. Eu sofro para dizer aquele texto". O autor, Walcyr Carrasco, rebateu: "É óbvio que um ator diz textos que nunca diria, caso contrário só representaria a ele mesmo" Fúlvio Stefanini Fúlvio Stefanini também não ficou satisfeito com "Amor à Vida" (2013). "O personagem foi muito esquecido. Ele não tinha história. Eu tirava leite de pedra", reclamou o ator sobre seu papel, Denizard, dono de um bar. A resposta da Globo e de Walcyr Carrasco foi silenciosa. A emissora o demitiu após 40 anos e o autor, que sempre escalava Fúlvio, nunca mais o convidou para atuar em suas novelas Giselle Itié Giselle Itié odiou a edição de "Os Dez Mandamentos" e criticou no Twitter os cortes "grotescos" no reencontro de sua personagem, Zípora, com a irmã, Adira (Rayana Carvalho): "Infelizmente, o editor preferiu 'salvar' a caracterização das personagens do que colocar no ar a real emoção sem cortes grotescos... Muito frustrada do lado de cá. Muito [...] Triste. Para nós atores, dói muito" Lima Duarte O arrependimento bateu até para Lima Duarte. Ele admitiu ter odiado Max, de "Araguaia" (2010): "Foi muito chato, detestei esse vilão aí. Não gostei de fazer". E também se "perdeu" como Don Peppino, de "I Love Paraisópolis" (2015): "Pensava: 'Por que eu faço isso? Não preciso mais. Vou parar' [...] Caí de paraquedas na novela. Não conheço ninguém, não sei os personagens, não conheço bem a história" https://tvefamosos.uol.com.br/album/2018/01/11/se-pudessem-voltar-no-tempo-astros-da-tv-que-se-arrependeram-de-novelas.htm?foto=10
  14. Hess

    novela Belaventura

    Seg a sex, 19h30 O que pode ser mais forte que os laços de sangue e as questões de honra? O que fazer quando todas as esperanças parecem mortas? Como agir quando as expectativas são tão grandes que paralisam as ações? Será fácil o caminho da superação? Será longo o percurso até uma redenção? Existirá um amor capaz de mudar o rumo de uma história que parece ter seu final escrito? Tais questionamentos e a busca por essas respostas conduzem as vidas dos personagens da trama, especialmente do casal protagonista; duas realidades opostas que se encontrarão num amor em comum. No maior amor que alguém pode sentir. Pietra (Rayanne Moraes) é uma mulher pobre, que fora separada de sua mãe e tivera uma infância terrível. Sofrendo nas mãos de um repulsivo padrasto, a jovem perdera completamente a fé em Deus e nas pessoas, a esperança na vida, a confiança nos homens. Já Enrico (Bernardo Velasco) é um homem extremamente afortunado, herdeiro de um grande reino, que vira sua juventude ser preenchida por grandes expectativas sobre o homem que ele deveria se tornar. Convivendo com pessoas interesseiras, consciente das intrigas palacianas e conspirações em nome do poder, Enrico também perdera a confiança nas pessoas. Mas ao contrário de Pietra, o jovem príncipe encontrou no conhecimento a força necessária para sobreviver com liberdade. Numa história repleta de emoções e reviravoltas, um encontrará no outro algo que faltava em suas vidas. Enrico tomará para si a responsabilidade de resgatar Pietra da vida desgraçada que ela sempre levou, o que não será uma tarefa tão simples. E na luta pela redenção de Pietra, Enrico tomará consciência de que poderá fazer a diferença na vida das pessoas; o que é fundamental para que ele se torne o rei que todos esperam – e que ele sempre se negara até então. Do encontro do príncipe e da plebeia, nascerá um amor redentor. Enrico salvará Pietra, que, por sua vez, ensinará ao amado lições que ele jamais tivera dentro dos muros do castelo. Além da história central, as tramas paralelas também se desenvolvem de maneira a apresentar diferentes formas de redenção. São histórias bonitas, emocionantes, inspiradoras, passadas numa época de grande apelo visual, não muito explorada pela teledramaturgia atual. Uma telenovela para toda a família. Uma região, dois reinos A história se passa na Idade Média, por volta do século XV, numa bela e fictícia região conhecida como Belaventura. Por uma histórica disputa por territórios, a região vivia em guerra, até um acordo de paz ser selado entre os grandes líderes, que decidem unificar a região sob um só reino. O trono seria disputado entre os senhores das principais casas, Redenção e Valedo. Otoniel (Kadu Moliterno), duque de Redenção, é um homem correto e virtuoso, com todas as características necessárias para se tornar um grande rei. Casado com Vitoriana (Juliana Knust), é um excelente chefe de família e líder temido pelos inimigos, por acumular vitórias. Seu maior oponente é Severo (Floriano Peixoto), conde de Valedo, líder guerreiro casado com a bela e ambiciosa Marion (Helena Fernandes), prima de Otoniel, que não mede esforços para se tornar rainha. Otoniel e Severo são inimigos próximos; um jogo de interesses sustenta não só a relação dos dois, como também os tempos de paz, que mal começavam e já estavam com seus dias contados. O castelo de Redenção é uma verdadeira fortificação habitada. É lá que Otoniel vive com um séquito e seus três filhos: Enrico, seu sucessor natural, e suas filhas, Carmona (Camila Rodrigues) e Lizabeta (Adriana Birolli). Carmona é a irmã mais velha e se tornará uma mulher um tanto frustrada por não ser herdeira do trono, mesmo sendo a primogênita - apenas homens tinham o direito legítimo na sucessão. Carmona é constantemente influenciada pelo marquês Cedric (Giuseppe Oristanio), principal conselheiro do rei. Tudo que Cedric almeja é que Carmona se case com seu sobrinho Nodier (Rhierry Figueira) e herde o trono após a morte do pai, o que significaria que ele, como conselheiro, tomaria as principais decisões do reino. Se Otoniel e Carmona confiavam cegamente no marquês Cedric, o mesmo não ocorria com Lizabeta. Jovem cheia de planos e sonhos, Lizabeta é a princesa romântica, típica das novelas de cavalaria. O príncipe e a plebeia Apesar de ter a consciência de que um dia se tornaria rei, o príncipe Enrico tem o temperamento completamente diferente do pai. Como o talento para a cavalaria lhe falta, Enrico se engaja nos estudos e se desilude um pouco com a vida na corte. As intrigas palacianas o enojam, Enrico detesta a sede de poder de todos que estão à sua volta. Ao completar a maioridade e ser preparado para assumir o trono, Enrico rechaça os casamentos propostos pela realeza – o que causa grande transtorno para o rei, que se comprometera a casar o filho com a bela Tamar (Lidi Lisboa), sobrinha do conde Páris (Bemvindo Sequeira), homem mais rico da região e importante aliado do rei. Enrico permanece intransigente em sua decisão, convicto de que se casará com o grande amor de sua vida – uma menina que há tanto tempo, na infância, cruzara seu caminho. E ele não estava enganado em suas convicções. Fora dos castelos e dentro dos muros que cercam a região de Belaventura está a vila dos plebeus, onde vivem as pessoas mais simples e trabalhadoras, que lutam pela sobrevivência. E é neste local que reside Pietra, uma jovem de beleza admirável, que na infância vivia feliz com Lucy (Larissa Maciel), sua mãe. Mesmo sendo sozinha e sofrendo preconceitos por causa disso, ela criou a filha da melhor forma que podia e a menina tinha essa consciência. Com o passar dos anos, Pietra percebia um temor fora do comum que Lucy sentia em relação aos homens do rei. Fizera a filha prometer que jamais se envolveria com algum membro da corte. O temor de Lucy tinha motivo, anos antes ela fora perseguida por um nobre. Mistérios ligavam Lucy a este passado, mas ela não revelava isso para a filha. O fato é que os caminhos de Pietra e deste homem iriam se encontrar e mudar completamente suas histórias, já que os segredos envolvendo o passado da jovem terão grande influência sobre os rumos da coroa. Quando os caminhos se cruzam Uma grande festividade estava marcada para a definição de quem seria nomeado o rei de Belaventura, através de uma disputa de justa. A corte e a vila estavam em festa. Mas havia muita insegurança entre os plebeus e o medo de que um grande terror se instalasse. Uma ordem religiosa dominante, a Ordem Pura, perseguia estrangeiros e mulheres consideradas bruxas. As pessoas temiam que o rei escolhido aderisse as perseguições, trazendo o terror existente em tantos lugares para a região de Belaventura. Otoniel era mais tolerante e pretendia abrir as portas do reino para os refugiados. Já Severo, pretendia justamente o contrário, instaurar em Belaventura o que já ocorria em outros reinos; a perseguição aos refugiados, infiéis, usar o poder como instrumento para satisfazer seus interesses pessoais. Quando o toque das trombetas dos arautos anunciou a chegada da família do duque Otoniel, o povo ficou em polvorosa. Pietra e Enrico se viram pela primeira vez e, por alguns instantes, seus olhares se encontraram, como se nada mais estivesse ao redor deles. Distraída, Pietra quase é pisoteada por um cavalo, mas Enrico a salva. Ela então retira o colar que estava usando e entrega a ele. É um colar simples, com um pingente. Enrico estranha e ela explica que um cavaleiro sempre devia receber algo de uma dama. Ele garante que vai honrá-la e que será fiel a ela para todo o sempre. Na arena, tem início da disputa pelo trono. Otoniel vence, mas sofre uma perda muito maior e irreparável: Vitoriana é misteriosamente assassinada. Tomada pela dor, Otoniel acusa Severo, sem provas, e condena seu oponente à morte. Mas o vilão consegue escapar, com sede de vingança. 15 anos depois… Sofrendo a dor do luto, Otoniel tornou-se mais firme e exigente do que nunca; a ordem foi instaurada na cidade por meio da força. Marion e seus filhos foram condenados a viver presos em seu castelo por todos esses anos. Foragido, Severo preparou o seu retorno. Ele se aliou a outros nobres e, aos poucos, planeja uma guerra para tomar o poder. Agora Severo volta mais forte e, se os seus planos derem certo, não apenas o trono corre perigo, mas todo o reino de Belaventura. Pietra e Enrico irão se reencontrar em situações completamente adversas. Seus caminhos voltam a se cruzar quando ele a salva de uma situação de perigo. Não se reconhecem de imediato, mas se envolvem e se apaixonam. Durante uma longa trajetória que inclui guerras, peste, mistérios que mudam o rumo da história, intensa luta pelo poder e reviravolta por parte dos vilões, Enrico e Pietra travarão também a luta pelo amor deles. Juntos, o príncipe e a plebeia tomarão para si a responsabilidade de salvar o reino de Belaventura das mãos dos vilões e estender ao povo a felicidade que eles descobriram um com o outro. Amados pelo gentio e temidos pelos inimigos, esta nova liderança provará a todos, num período em que tudo era resolvido pela espada e pelo derramamento de sangue, que havia um caminho muito mais seguro para o tão esperado final feliz.
  15. Gabriela Duarte vai ser a antagonista de 'Orgulho e Paixão' Por: em 18/12/17 05:0 Gabriela Duarte Foto: JaiGoldfluss/Divulgaçã Vai ser de Gabriela Duarte a antagonista de “Orgulho e paixão”, próxima novela das seis. Julieta, sua personagem, será conhecida como a Rainha do Café. Emocionalmente distante, severa, de personalidade forte e sem muita vaidade, Julieta guarda um segredo: nunca amou o marido, que a embebedou e a engravidou, forçando-a a se casar com ele. Quando ele morreu, deixou um último “presente” para ela: dívidas. Daí vem toda a sua amargura. Na trama, que estreia em março, Julieta vai rivalizar com Susana (Alessandra Negrini), a grande vilã da história. Julieta não percebe que ela, seu braço direito é invejosa e uma péssima influência, que só a afasta cada vez mais de sua humanidade. “Orgulho e paixão”, escrita por Marcos Bernstein, será inspirada várias obras da escritora inglesa Jane Austen. https://extra.globo.com/tv-e-lazer/telinha/gabriela-duarte-vai-ser-antagonista-de-orgulho-paixao-22199178.html
  16. eplay

    novela A Padroeira

    De segunda a sábado, às 19h (com reprise às 22h30), na TV Aparecida.


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