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Dado

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  1. Quando são filmes bons, o resultados tbm são
  2. É muito antigo mô. De clássicos dos anos 90 só Titanic continua comercial ao ponto de ser exibido na principal sessão de filmes do país.
  3. Central do Brasil na Tela Quente? Puts, que colocassem na Sessão da Tarde.
  4. Não sei como a Mabel não narrou a última chamada de Por Amor. Eu até imagino ela falando o texto.
  5. eu fiquei chocado com a troca dos bebês indo ao ar nas chamadas, mô. a globo tá repetindo isso agora em avbr.
  6. ai mô contaram a troca dos bebês nas chamadas de Por Amor, algo que nunca tinha acontecido
  7. Exibiram o primeiro capítulo de Por Amor na íntegra em abril. Acredito q a Globo deve editar pra ter o gancho original.
  8. A Letícia Spiller continua muito bem mô e era a lead do grupo.
  9. Se fosse uma fábula certamente seria algo como “A Fada Madrinha e as Sete Loirinhas”, mas mesmo com essa pinta de mundo de faz-de-conta, tudo é muito real. Realidade de sete meninas que virou sonho de todas – ou pelo menos quase todas. Que menina dos anos 80 e 90 não queria ser Paquita? Estar ao lado de Xuxa nos shows, no programa, nas viagens, em sua casa? Se isso já era suficiente para mexer com os sonhos das baixinhas, vamos acrescentar mais um ingrediente: fazer shows, cantar e dançar suas próprias músicas. As Paquitas não eram mais coadjuvantes, elas agora tinham voz... Literalmente! Há 30 anos, chegou às lojas o primeiro disco das Paquitas. Com 11 faixas, era hora de ouvir o que aquelas soldadinhas tinham para falar e muita gente (mesmo) parou para escutá-las... A gente é amiga em tudo que faz... Geralmente administrar os egos num grupo de artistas não é fácil... Cada geração teve (tem) sua girl group para exemplificar: Spice Girls, Destiny’s Child, The Pussycat Dolls, Fifty Harmony... Sempre tem uma desavença, uma que quer ser mais estrela que a outra ou quer ter mais solos. Com as Paquitas isso não aconteceu, as meninas estavam tão maravilhadas com tudo que não tinham tempo para picuinhas (nem vontade), como relembra Massadas: O legal é que ali não tinha nenhum clima de rivalidade pois elas eram muito unidas. Algumas cantavam um pouco melhor, outras menos, mas estavam todas na mesma média. Não tinha estrelismo algum. A escolha de quem fosse cantar as músicas era aleatória. O processo acontecia naturalmente, sem atrito. Quem cantava melhor, cantava só um pouco melhor. Ninguém falava: “essa aqui é a cara do grupo, que vai representar a voz das Paquitas!”. Era um coro de meninas. A Fada Madrinha que nos ensinou Xuxa foi presente em todo o processo, desde a concepção das fotos para a capa até as sessões em estúdio. Ela, melhor do que ninguém, sabia o que era enfrentar a gravação de um disco sem ser cantora e lidar com toda a expectativa para que desse certo. “Lembro que estávamos muito felizes com a possibilidade de estarmos gravando um disco, e todo o processo de gravação foi incrível. A influência da Xuxa foi 100%, ela estava presente em tudo. Ela acompanhava a gente nas gravações, segurava nossa mão, incentivava, ajudava quando alguém tinha alguma dificuldade”. (Priscilla Couto, setembro de 2019) “A Xuxa acompanhou todo o processo de gravação, ela ficava com a gente e sempre dava muita força e positividade. Ela demonstrava muita alegria de ver a gente gravando e sempre torceu muito por isso”. (Andreia Sorvetão, setembro de 2019) As lembranças de Priscilla e Andreia só reforçam o que Xuxa disse ao jornal O Globo em 10/09/1989: Chegamos ao que se pode chamar de o “Ilariê” das Paquitas. Sem dúvida, Fada Madrinha ocupa o posto de música mais conhecida das meninas. E olha que ela nem foi feita pensando no repertório de um disco. Composta especialmente para o Especial de 3 Anos do “Xou da Xuxa”, a música era uma surpresa para Xuxa e foi cantada logo no 1º bloco do programa. A partir disso, a música começou a tocar de fundo no programa até que as meninas voltaram a apresentá-la, mas agora a história era outra. A homenagem à Fada Madrinha tinha aberto uma nova porta. Depois que gravamos Fada Madrinha é que foi decidido que gravaríamos o disco. Fizeram essa homenagem pra Xuxa pra gente cantar e dali surgiu a ideia de gravar com as “gralhas”. (Andreia Sorvetão – agosto / 2019) A primeira música a ser gravada foi “Fada Madrinha", claro que a intenção, a princípio, era apenas uma homenagem a Xuxa nos 3 anos de Xou da Xuxa, mas a música aconteceu!. Não é à toa que ela acabou se tornando o carro chefe do disco. Creio que foi o ‘start’ para o nosso disco. Após a gravação dessa música, tudo ganhou forma. (Priscilla Couto – setembro / 2019) A principal música do disco, "Fada Madrinha", nasceu de uma homenagem surpresa para Xuxa no programa especial de 3 anos na Rede Globo A letra faz referência a prévios sucessos de Xuxa: Doce Mel e Quem Qué Pão (ambos de 1986), por isso quem não sabe a real origem da música pode se questionar o que o verso “quem quer pão, pão, pão?” tem a ver com estar na televisão. Já Doce Mel é lembrada de forma menos explícita: “Bom estar contigo na televisão = Bom estar com você” / “Nem sempre a gente faz de conta, um dia a gente vai crescer = Em qualquer faz-de-conta a gente apronta, é bom ser moleque enquanto puder...” “É uma homenagem, mais que merecida, para a Xuxa que tem sido sempre nossa superamiga” (Letícia Spiller para a revista Sétimo Céu em agosto de 1989) Lançamento e divulgação “Paquitas” foi lançado pela Xuxa Discos e pode ser considerado o primeiro disco do selo, que era uma ramificação da RGE. Diferente do que acontece nos dias de hoje em que gravar músicas se tornou uma atividade quase caseira graças ao alcance dos programas de gravação; nos anos 80 e 90, o papel de uma gravadora era fundamental. A "Xuxa Discos" foi como uma ramificação da RGE, uma forma de se aproveitar melhor a "vitrine" que era o "Xou da Xuxa" Quem melhor conhecia quem eram as Paquitas? Xuxa, claro! A Xuxa Discos vinha de bons resultados com o lançamento de duas coletâneas: Carnaval dos Baixinhos (regravação de vários sucessos da época em ritmo de carnaval) e Paradão dos Baixinhos (compilado de fonogramas já lançados, mas que eram atração do programa). Era hora de ir adiante e montar seu próprio casting, produzir coisas novas, lançar gente nova. E a RGE entrou para fazer a distribuição do discos nas lojas. Os primeiros lançamentos da Xuxa Discos foram coletâneas e mesmo assim garantiram disco de ouro! E tudo conspirava para dar certo: sete meninas já conhecidas do público alvo, carismáticas e com o aval de Xuxa. Não é à toa que sete é considerado um número de sorte. O disco saiu em LP, K7 e CD ao mesmo tempo, o que ainda era raro. Geralmente saíam as versões em LP e K7 e somente depois vinha a versão em CD, isso se a aceitação fosse boa. Mesmo que tivesse acontecido assim, Paquitas sairia em CD, pois os resultados foram excelentes... "Paquitas", o primeiro disco de conteúdo inédito da Xuxa Discos. As meninas foram as primeiras a integrar o casting do selo. Lançado em LP, K7 e CD no dia 29/08/1989 A divulgação principal, claro, era no “Xou da Xuxa”. Não havia melhor vitrine, mas as Paquitas tinham uma carta na manga; algo que nem a própria Xuxa tinha... Trânsito livre pelas outras emissoras de TV. Diferente de Xuxa que quase nunca era liberada para aparecer em programas que não fosse da Rede Globo. Além de divulgar o disco nos programas da casa (Domingão do Faustão, Os Trapalhões e Globo de Ouro), as meninas foram ao SBT (Hebe, Corrida Maluca e Viva a Noite) e à TVE (Sem Censura). A mídia impressa também teve participação: a revista Amiga (Bloch Editores) em setembro de 1989 fez uma promoção onde 15 pessoas que acertassem o nome dos compositores de Fada Madrinha ganhariam uma boneca “Paquita” da Mimo. Vendagem A expectativa era grande, pois se os dois discos anteriores da Xuxa Discos tinham batido a casa das 100 mil cópias, sem qualquer conteúdo inédito, imaginem um disco das Paquitas cheio de novidades. É um disco lindo com músicas de Sullivan e Massadas, José Augusto e Paulo Sérgio Valle. Só gente boa. Esperamos vender bem (Roberta Cipriani para a Contigo em agosto de 1989) O desejo de Roberta se concretizou e com louvor! O disco saiu com 100 mil cópias vendidas antecipadamente, o que já garantia disco de ouro. Em menos de um mês o número já chegava a 160 mil (revista Afinal, 10/10/1989). No final de novembro, o número estava em 400 mil e em janeiro de 1990 havia ultrapassado as 500 mil cópias (revista Vogue, janeiro 1990). Anúncio na revista Vogue confirmava o sucesso em vendas do disco: mais de 500 mil cópias em menos de 6 meses! Na véspera de Natal de 1989, Xuxa foi na casa de cada uma das Paquitas entregar a certificação de ouro. A emoção de receber o disco de ouro (vendagem com mais de 150 mil cópias) na minha casa pelas mãos da Xuxa foi maravilhoso!! Não esperava, eu estava fazendo massagem no meu cabelo, pois seria a noite de Natal. De repente toca a campainha da minha casa e quando abro a porta era a Xuxa com o disco de ouro na mão, minha felicidade foi imensa, muita emoção naquele dia! Inesquecível! (Roberta Cipriani, agosto de 2019) No total, foram 800 mil cópias vendidas (número confirmado por Andreia Sorvetão no primeiro programa “Xuxa 12 Anos” de 1998). As meninas receberam das mãos de Xuxa, Sullivan e Massadas a certificação pelas vendas Premiação Em 1990, o disco ainda rendia frutos; as Paquitas foram indicadas na categoria "Revelação 1989" da premiação da Rádio Globo e levaram o prêmio! As Paquitas recebem o prêmio "Revelação 1989" pelo sucesso do disco ▶️ Shows As Paquitas já estavam acostumadas com a rotina de viagens para fazer shows em outras cidades pois acompanhavam Xuxa em suas turnês. Mas agora era hora de vender o próprio peixe, com o sucesso do disco os convites para se apresentarem só aumentavam. Descanso? Que nada! Nos fins de semana que não faziam shows com a rainha, elas tinham sua própria agenda para cumprir. A maratona de shows ainda teve um momento cereja do bolo: as meninas se apresentaram na tradicional Chegada do Papai Noel no Rio de Janeiro, no dia 02/12/1989. Sem descanso: turnês com a Xuxa, gravação do programa e nos finais de semana livre: mais shows, só que sozinhas para divulgar o próprio disco
  10. Ontem eu tava pulando de canal em canal, aí vi que tava passando "rambo" em uma tv pequena, n lembro se era gazeta ou marajoara o nome, mas só me veio na cabeça q eles n tinham os direitos pra exibirem aquele filme
  11. VIVA deve subir horrores com a chegada de O Clone e Cabocla, ainda vai vim Mulheres de Areia e Chocolate com Pimenta ano q vem


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