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Mik

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  1. Cadê Glória Maria pra fazer um Globo Repórter especial sobre a amiga? Se bobear conseguiria até uma entrevistinha exclusiva, Madonna podia até usar o colar que a Glória deu pra ela. Marília Gabriela que vai querer passar longe. Mas falando sério, tô achando lindo ver todo mundo celebrando a vida e a carreira da Madonna. É raro essas lendas serem reconhecidas assim em vida, mais ainda quando a artista é mulher. Ver todo mundo lembrando as coisas que a Madonna fez e abriram caminho pra transformar a música pop como conhecemos hoje; que a Madonna já falava em defesa dos LGBT láaa nos anos 80, quando pink money era algo inimaginável; lembrando as campanhas que ela fez pelo uso de camisinha e desmistificando coisas sobre o HIV que faziam os portadores serem tratados como leprosos; as mulheres reconhecendo como ela colocou a própria carreira em risco pra falar pela libertação sexual e ser dona do próprio corpo; e todas as manifestações políticas. Tô gostando de ver que não tá passando em branco.
  2. Esse dia deve ter sido bem especial pra Britney, foi a primeira vez que ela se apresentou ao vivo desde a apresentação dela no VMA que tinha sido no ano anterior ainda. Sem contar que ela já tinha gravado as cenas dela no elevador que passavam durante Human Nature, convidada pela própria Madonna. Sempre cuidando da filha perdida. Imagina que incrível se a Madonna um dia escrevesse uma autobiografia, contando tudo o que viveu, todas essas pessoas icônicas que conheceu, o ponto de vista dela sobre fama e sobre ela própria como ícone pop. Ela já disse que escreveria uma, mas não boto muita fé não.
  3. Até os anos 90 não era raro ter filmes blockbuster e/ou bem populares que concorriam ao Oscar, como Tubarão, Rocky, Star Wars, ET, Ghost, Forrest Gump, Babe (sim, do porquinho), Titanic, e vários outros. Se isso mudou é porque os blockbusters é que ficaram piores, mirando só no dinheiro e esquecendo a qualidade, ou então a própria Academia é que mudou seu perfil. Criar essa categoria nova aí só vai diminuir a categoria principal. Os filmes "populares", automaticamente, serão considerados inferiores, mas vão levar um Oscar do mesmo jeito, igual os filmes "maiores" e "melhores". Qual é a lógica disso? É um demérito enorme pra todo mundo. A mudança tinha que começar nos próprios jurados, que deveriam olhar com mais atenção os blockbusters bons (os poucos que existem) e pressionar pra eles serem indicados.
  4. E em vez delas melhorarem o serviço, melhorarem o atendimento, oferecerem mais variedade, baixarem os preços, brigarem por impostos menores pra poderem repassar isso pros clientes, o que elas fazem? Brigam pra Netflix, que recebe bem menos que elas, ter impostos maiores, pra também cobrar mais caro e o cliente voltar a ficar sem opção. É uma beleza. Torço muito pras operadoras todas se ferrarem até haver uma mudança nesse sentido por aqui.
  5. Tenho muita coisa abandonada na minha lista: - American Horror Story (a temporada da Lady Gaga vampira foi o fim pra mim) - Community (com a saída do produtor genial virou só mais uma série ruim de comédia) - Doctor Who (depois do Moffat forçar um Doctor velho a ser moderninho botando ele pra tocar guitarra) - Downton Abbey (Grey's Anatomy britânica de época, muita gente morrendo do nada, pouca história) - Grey's Anatomy (depois do 56º personagem morrer de forma trágica, não tem como seguir levando a sério) - Homeland (a temporada na Alemanha até foi interessante, mas chega, né) - Marvel's Daredevil (dormi num episódio que termina num cemitério e nunca mais acordei) - Mr. Robot (série vazia que acha que uma direção feia e uma montagem moderninha a tornam cult) - Once Upon a Time (só a primeira temporada seria uma minissérie linda, mas aí fizeram outras 20) - Revenge (na segunda temporada ela tinha todas as provas pra se vingar, aí jogou tudo no mar, então tchau) - Pretty Little Liars (eu era jovem e inocente, jurei que saberiam fazer uma série decente de suspense teen) - The Newsroom (era sem graça quando tentava ser comédia, era cafona quando tentava ser dramática) - The Walking Dead (hahahahahahahahaha) Meu Deus, como eu via lixo. E tem várias outras, mas essas são as principais, mais famosinhas, acho.
  6. Mik

    série The Handmaid's Tale

    É, além de diminuírem o ritmo que acaba queimando algumas etapas (eu gostaria de ter visto melhor a Serena conquistando apoio das outras esposas, ou o relacionamento da menina esposa do Nick com o segurança lá, que foi muito abrupto), seria interessante a série sair um pouco do ponto de vista da June. Acho difícil isso acontecer, pela Elisabeth ser a estrela da série e tal, mas seria muito legal a gente ver melhor as Marthas, ver os outros líderes da Gilead, ver os traidores da Gilead que estão no poder, ter maior participação da turma que tá no Canadá, etc. Também acho que o que a série tinha pra mostrar sobre o sofrimento e regime de escravidão das aias ela já mostrou, não tem mais o que sair daí. Agora eles vão ter que partir pra um outro ponto de vista, que envolva a tal revolução pra derrubar o regime, se quiserem manter nossa atenção.
  7. Que ridículo indicarem o David por Stranger Things e não o Noah Schnapp. O menino arrasou, teve muito mais momentos dramáticos e difíceis na temporada do que ele. Se era pra indicar alguém, tinha que ser o Noah. Falando em quem não merecia, que que esses atores de Game of Thrones tão fazendo concorrendo? Que que o Peter ou o Nikolaj fizeram nessa sétima temporada que justifique uma indicação? No mais, tá meio óbvio que The Handmaid's Tale vai papar tudo em drama e Atlanta tudo em comédia. Por sinal, preciso ver Atlanta...
  8. Mik

    série The Handmaid's Tale

    Concordo com o GB. A temporada foi magnífica, difícil de ser assistida com tanto drama e violência, com atuações magistrais da Elisabeth e do restante todo do elenco, mas ela chegou num ponto em que as coisas precisam mudar drasticamente ou então não fará mais muito sentido continuar acompanhando uma trama que parece não seguir as próprias regras que estabeleceu e que só anda em círculos. spoilers* Não dá mais pra June voltar pra casa, por exemplo. Nada no mundo faria com que ela fosse perdoada ou conseguisse enganar alguém sobre sua participação em tudo o que aconteceu. Se a série fizer ela voltar a ser aia e não ser imediatamente enforcada ou no mínimo mandada pras colônias (o que repetiria a trama da Emily, então seria sem graça), a gente deixa de acreditar que ela em algum momento estará realmente em perigo. Fred é outro que não tem mais condições de continuar tão poderoso. O cara teve uma aia que fugiu, não previu o atentado na convenção que ele liderou, falhou em negociar com os canadenses, a menina protegida dele tentou fugiu com um amante, a esposa dele o desafiou na frente de todos e ainda por cima agora perdeu a própria filha debaixo do nariz. Na próxima temporada ele precisa no mínimo ser afastado da liderança de Gilead pra gente seguir levando a sério. Serena é outra que não pode mais ficar alternando entre apoiar o regime ou não. Agora ela precisa estar resoluta que aquilo não funciona e não voltar mais atrás. Aliás, a própria Gilead vai ter que ter mudanças bruscas na próxima temporada. Depois do atentado (que foi até esquecido em seguida), da traição das Marthas, da Tia Lydia esfaqueada na casa de um dos criadores da Gilead (que ajudou sua própria aia a fugir) e agora o "sequestro" de um bebê... Se a terceira temporada começar como se nada tivesse acontecido, Gilead continuar parecendo intocável como sempre, o fator realidade que a série sempre abordou vai ser perdido. THT não é mesmo uma série com potencial pra ser estendida por diversas temporadas, mas se os produtores forem corajosos e fieis ao próprio universo que criaram, ela ainda tem fôlego pra seguir adiante como uma das melhores séries do momento.
  9. Eu tava torcendo pra Keri Russell, de The Americans, que fez um trabalho simplesmente impecável nessa última temporada e merecia um Emmy pela série em si. Mas não vejo como esse Emmy vai parar nas mãos de outra pessoa que não seja a Elisabeth. Se ela mandar o episódio 10 ou 11, não vai ter pra ninguém, a Academia nunca vai ignorar o que essa mulher foi capaz de fazer nesses episódios. Sorte minha que amo desde Mad Men, isso vai tornar menos sofrido ver a Keri perdendo.
  10. A não ser que eles incluam o Jesse na trama do tempo presente, em que o Saul tá com outra identidade, fugindo da polícia, etc, mas acho que isso também afetaria muito o que foi estabelecido no fim de BrBa e eu não gostaria que trouxessem o Jesse de volta pra esse mundo. Hank seria perfeito mesmo, já que o trabalho dele é justamente esse.
  11. É maravilhosa mesmo, eles têm um cuidado com o roteiro e a construção de cada trama que é muito envolvente. E a própria direção e montagem dos episódios, é muito caprichado, lembra muito cinema a maneira como eles posicionam as câmeras em momentos chave ou fazem uns cortes imprevisíveis. Eu acho ela viciante. Só espero que nem Walt nem Jesse apareçam, porque isso cagaria demais com a cronologia de BrBa. Fora que não tem como mais o Aaron voltar a interpretar um jovem de 20 e poucos anos como foi na primeira temporada. Tirando eles, pode aparecer qualquer um.
  12. Vem cá, amigo. Você tá vendo Better Call Saul? Ela é muuuuito boa, um dos poucos spin-offs de séries dignos que já vi produzirem. E é cheio de easter egg de Breaking Bad pra gente caçar.
  13. Que desnecessário esse primeiro parágrafo, e ainda por cima a informação é bem incorreta. Em 2003 a Britney não era essa novata que tava começando como a matéria dá a entender, e aconteceu muita coisa na vida da Britney pra ter esfriado a carreira dela nos anos seguintes, não tem nada a ver com "Madonna a ofuscou". Pelo contrário, depois da Madonna a Britney foi a artista pop que mais chegou perto de se equiparar ao fenômeno pop que a Madonna é, e a própria Madonna sempre gostou da Britney e a apoiou nos momentos difíceis. Então, nada a ver. Dito isso, Madonna é única mesmo. Tudo o que ela fez nos primeiros anos de carreira, com tanta polêmica, provocação, abordagem de assuntos espinhosos, momentos escandalosos, poderiam ter enterrado a carreira dela, mas foram o combustível que ela precisava pra explodir, sem nunca esquecer de colocar a qualidade de seu trabalho, na música e nos shows, acima de tudo. É um ícone musical, ícone no feminismo, ícone na cultura pop. Uma lenda, e viva. Devemos aproveitar esse privilégio.
  14. O fato de qualquer coisa poder ser um gatilho que leve pessoas depressivas ao suicídio não exime a série do papel dela, pelo contrário, a faz ser usada como exemplo disso. Uma pessoa depressiva precisa de tratamento dado por um psiquiatra, mas a maioria que tem depressão não procura ajuda profissional e tenta superar isso com o que tem em volta, seja a harmonia da família, seja com amigos, seja através de seus ídolos, seja através de séries de tv... Não é o ideal, mas é uma válvula de escape. Aí aparece uma série voltada pra jovens que diz tratar de suicídio de maneira correta e realista, e ela não apenas aborda de maneira medíocre os "motivos" pro suicídio, colocando tudo num saco só, como ainda, contrariando as regras mais básicas do tratamento sobre o assunto, literalmente ensina como se matar efetivamente. O fato daqueles que cometeram suicídio inspirados pela série serem pessoas depressivas não é desculpa pra irresponsabilidade dela.
  15. Esse casal sempre me pareceu tão estranho. As fotos deles beijando eram constrangedoras de tão esquisitas. E não tem nada errado em diferença de idade entre casais, mas o fato do Sam ser tão jovem e parecer ter uns 45 anos deixava tudo mais peculiar. E ele tem cara que chora depois que ejacula. Sei lá.
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