Jump to content


Carlos Eduardo

VIP Premium
  • Content Count

    17,118
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    3
  • Pontos

    49,904 [ Donate ]

Everything posted by Carlos Eduardo

  1. [[Template core/front/system/searchResult is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]]
  2. Hino de quando a gente pensava que a carreira internacional finalmente ia decolar
  3. [[Template core/front/system/searchResult is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]]
  4. O presidente Jair Bolsonaro disse a apoiadores, na manhã desta quarta-feira, 1º, que o projeto de lei 2630/2020, conhecido como PL das fake news, "não vai vingar". Caso a Câmara dos Deputados confirme a aprovação que ocorreu ontem no Senado, Bolsonaro cogita vetar o texto. "Acho que na Câmara vai ser difícil aprovar... Agora, se for, cabe a nós ainda a possibilidade de veto, tá ok? Acho que não vai vingar esse projeto, não", disse Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada, pela manhã. O projeto tenta alterar a lei e implantar um marco inédito na regulamentação do uso das redes sociais, criando a chamada Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. O tema ganhou relevância nas eleições de 2018 e foi pautado pelo Senado neste ano de disputas municipais. Companhias do setor, porém, apontam risco de censura à livre manifestação do pensamento com a mudança na legislação. Segundo Bolsonaro, ele conversou na terça-feira com um senador que participou da votação da PL das fake news. De acordo com o presidente, o parlamentar contou que se equivocou ao votar favoravelmente à medida e acredita que isso ocorreu com outros congressistas. "Foi aprovado o projeto ontem, uma diferença pequena de votos. Eu falei com um senador que votou favorável, ele falou que como era virtual ele se equivocou, assim deve ter acontecido com outros", relatou o presidente. O texto-base teve 44 votos favoráveis e 32 contrários após um "vai e vem" de versões e uma série de polêmicas em torno da proposta. Ao final da conversa, o presidente disse que "tem que ter liberdade". "Ninguém mais do que eu é criticado na internet. Nunca reclamei. E, no meu Facebook, quando o cara faz baixaria eu bloqueio. É um direito meu", reagiu Bolsonaro. FONTE
  5. [[Template core/front/system/searchResult is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]]
  6. Os israelenses aguardam nesta quarta-feira, 1º, notícias do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu sobre seu polêmico projeto de anexação de zonas da Cisjordânia. O plano, declarado ilegal pelo Alto Comissariado da ONU, pode deslocar as "fronteiras" de Israel pela primeira vez em décadas, sob o risco de aumentar as tensões regionais. Pelo acordo entre Netanyahu e seu ex-rival eleitoral Benny Gantz, o governo de união se pronuncia a partir desta quarta-feira sobre a aplicação do plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o Oriente Médio, que prevê a anexação de colônias e do Vale do Jordão na Cisjordânia. Netanyahu optará por anexar o Vale do Jordão e uma centena de colônias judaicas na Cisjordânia, ou vai escolher uma abordagem minimalista, acrescentando a seu território alguns assentamentos? Outra pergunta: ele tomará uma decisão nesta quarta-feira, ao longo da semana ou nos próximos meses? O primeiro-ministro dispõe de uma margem de alguns meses porque uma vitória em novembro na eleição presidencial dos Estados Unidos, principal aliado de Israel, do democrata Joe Biden, contrário à anexação, poderia aniquilar o apoio estrangeiro ao projeto, criticado pela União Europeia, ONU e os países árabes. Na terça-feira, em Jerusalém, Netanyahu conversou com Avi Berkowitz, assessor especial de Trump, e David Friedman, embaixador americano em Israel, sobre a "soberania" de Israel na Cisjordânia, o termo utilizado pelo Estado hebreu para fazer referência à anexação. Netanyahu disse que estava trabalhando nos últimos dias no tema e que continuaria "nos próximos dias", sem revelar o conteúdo das discussões ou suas intenções. O chefe da diplomacia israelense, Gabi Ashkenazi, afirmou nesta quarta-feira que a confirmação da anexação parece "improvável que aconteça hoje", em uma entrevista à rádio militar. "Estou convencido de que acontecerá, mas não amanhã (quarta-feira)", declarou na terça-feira Tzachi Hanegbi, ministro sem pasta, mas considerado muito próximo de Netanyahu. A partir desta quarta, o cronômetro está ligado, afirmou o ministro da Água, Zeev Elkin, que considera equivocada a ideia de que tudo acontecerá em 1º de julho. Os palestinos, categoricamente contrários ao plano de Trump e ao projeto de anexação israelense, convocaram manifestações para esta quarta-feira no Vale do Jordão, em Ramallah, sede da Autoridade Palestina, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, um território controlado pelo movimento islamita Hamas. Qualquer anexação, sem negociações prévias de paz, seria uma "declaração de guerra", afirmou recentemente o Hamas, que, depois de protagonizar três guerras com Israel (2008, 2012, 2014), tenta expressar sua oposição ao projeto sem buscar um novo confronto, de acordo com vários analistas. Nesta quarta-feira, o Hamas lançou 20 foguetes de teste a partir de Gaza em direção ao mar Mediterrâneo, como forma de advertência, afirmaram à AFP fontes do movimento. FONTE
  7. Os casais LGBT chineses estão cansados de esperar a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo em um país de moral conservadora. Decidiram, portanto, confiar na internet para que seu relacionamento seja reconhecido. A ideia de uma união entre duas pessoas do mesmo sexo ganhou adeptos nos últimos anos na China, principalmente entre os jovens, mas ainda não é o suficiente para ser aceita por toda a sociedade. "Não podemos mais viver na sombra", disse Guo, que mantém um relacionamento de 11 anos com seu parceiro Zhu. Ele forneceu apenas seus sobrenomes para preservar o anonimato. Eles escolheram fazer como milhares de homossexuais: "celebrar" sua união por meio de um aplicativo de celular que emite certidões de casamento digitais, que podem ser compartilhadas com amigos, parentes ou colegas. Na China, apenas os casados podem adotar uma criança, ter acesso à reprodução assistida ou compartilhar a escritura de uma propriedade. A legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo foi uma das principais pautas sugeridas no ano passado pela opinião pública quando os deputados pediram ideias para a elaboração do primeiro Código Civil chinês. No entanto, a votação e publicação no mês passado deste texto foi um balde de água fria para a comunidade LGBT: o casamento foi claramente definido como "a união entre um homem e uma mulher". "É uma grande decepção", lamenta Sun Wenlin, um ativista, o primeiro na China a iniciar um processo (frustrado) para obter autorização para casar-se com seu parceiro, em 2015. Após a adoção do Código Civil, ele decidiu inaugurar seu aplicativo de celular para aumentar a visibilidade dos casais homossexuais: 3 mil deles já o utilizaram. "Você não pode tirar folga quando seu esposo ou seus pais estão doentes. Pelo menos não tão facilmente quanto é para os casais heterossexuais", diz Guo. A China descriminalizou a homossexualidade em 1997 e em 2001 deixou de classificá-la como "doença mental". Mas, embora a causa LGBT tenha ganhado visibilidade nos últimos anos, especialmente na imprensa, o assunto raramente é abordado na televisão ou nos filmes. Os casais chineses do mesmo sexo que desejam ter um filho se veem obrigados a viajar para o exterior para ter acesso à reprodução assistida ou uma barriga de aluguel. Contudo, os valores morais estão mudando lentamente. O novo Código Civil contém uma cláusula que mantém a esperança de uma melhor proteção para os casais de mesmo sexo: autoriza o proprietário de um bem a conceder a uma pessoa o direito de morar nele pelo resto de sua vida. FONTE
  8. Dos que eu votei só Heloisa Helena (como vereadora) e Rodrigo Cunha ganharam Votei nela pra deputada federal na última eleição mas infelizmente não deu
  9. [[Template core/front/system/searchResult is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]]
  10. Maria rainha esperta O pisão nessas amebas escravas da Sandra
  11. Sem fone até dá pra relevar, mas sem carregador? Putz Ainda há quem defenda essa marca elitista lixosa
  12. [[Template core/front/system/searchResult is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]]
  13. Queda em pesquisas torna Trump mais agressivo e Obama entra na campanha Desde o dia em que assumiu o cargo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem implantado políticas que levam em conta quase que exclusivamente o interesse dos republicanos, mostrando se importar pouco com os apelos de eleitores independentes e moderados – que são fundamentais na corrida presidencial americana. O resultado para Trump é um desempenho ruim em Estados decisivos para quem almeja vencer a disputa de novembro. Essa fragilidade cada vez mais evidente da campanha republicana – em que o presidente tem subido cada vez mais o tom contra os adversários democratas – levou o ex-presidente Barack Obama, que desejava se aposentar da política quando saiu da Casa Branca, a entrar cada vez mais na campanha presidencial em apoio ao candidato democrata, Joe Biden. Uma pesquisa nacional entre eleitores registrados feita pelo The New York Times e o Siena College mostra que Trump teria hoje 36% dos votos, muito longe dos 46% que ganhou em 2016. Ainda mais preocupante para o candidato à reeleição talvez seja o fato de ele não ter se preocupado em estabelecer um amplo apoio de eleitores que não são de seu partido, o que é fundamental para a conquista de Estados que não votam historicamente na mesma legenda em todas as eleições, os chamados Estados-pêndulo. Enquanto os republicanos o sustentam esmagadoramente, Trump tem o apoio de apenas 29% dos eleitores independentes e não filiados – 18 pontos porcentuais atrás de Biden. Para os democratas, a sedimentação dos resultados dessas pesquisas pode vir de um velho conhecido: Barack Obama. Logo depois da vitória de Trump, Obama se afastou da política. Na ocasião, disse a um assessor: “Estou cansado disso”. Ele sabia, porém, que uma aposentadoria convencional da Casa Branca não seria uma opção. Aos 55 anos, Obama imaginava que passaria a presidência para Hillary Clinton, mas foi forçado a entregar o cargo para um sucessor cuja fixação nele, acreditava, estava enraizada numa antipatia pessoal e uma discriminação racial. Mais de três anos após sua saída, o 44.º presidente dos Estados Unidos volta ao campo de batalha, arrastado para a luta contra um inimigo, que é Trump, e por um amigo, Biden, que foi seu vice. As apostas de um novo engajamento sempre foram altas. Obama deseja proteger seu legado, especialmente diante dos muitos ataques de Trump. No entanto, ele tem dito a políticos próximos que precisa equilibrar a profunda irritação com seu sucessor e o desejo de se abster, temendo uma rixa que, ele diz, poderia abalar sua popularidade e ameaçar seu lugar na história. Esse cálculo, contudo, talvez esteja mudando após a morte de George Floyd pela polícia em Minneapolis. Como primeiro presidente negro dos EUA, Obama vê no atual despertar social e racial uma oportunidade para transformar a eleição em algo mais construtivo. A ideia de Obama é fazer isso cuidadosamente, para manter sua reputação, seu capital político e sua aposentadoria. “Não acho que ele hesite. Acho que ele é estratégico”, disse Dan Pfeiffer, que foi seu assessor por mais de uma década. Já o presidente tem preocupado assessores. “Trump está indo mal e precisa mudar tanto na substância do que está discutindo quanto da maneira como se aproxima do povo americano”, disse em um programa de TV da ABC Chris Christie, ex-governador republicano de Nova Jersey e um ex-conselheiro próximo de Trump. “Nesse ambiente, será difícil vencer uma eleição sem expandir o número de pessoas que o apoiam”, afirmou Sara Fagen, diretora da campanha do ex-presidente George W. Bush. Trump não se convence e já disse a consultores e aliados que ele tem de ser “ele mesmo” e que já desafiou pesquisas antes, apontando o resultado de 2016, quando conquistou a presidência apesar de perder o voto popular, com vitórias em Michigan, Wisconsin e Pensilvânia, o que garantiu a ele o Colégio Eleitoral. https://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,queda-em-pesquisas-torna-trump-mais-agressivo-e-obama-entra-na-campanha,70003348788?utm_source=twitter:newsfeed&utm_medium=social-organic&utm_campaign=redes-sociais:062020:e&utm_content=:::&utm_term=
  14. O ministro da Economia, Paulo Guedes, foi mais um integrante do governo a sair em defesa da política ambiental brasileira, após grupos de investidores estrangeiros ameaçarem deixar o País por críticas à conduta das autoridades em relação ao desmatamento na Amazônia. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmaram que esses investidores estariam "desinformados" sobre o Brasil. Nesta terça-feira, 30, Guedes avaliou que existiria uma campanha de difamação sobre o País na área ambiental derivada do protecionismo de economias avançadas. "Nossa imagem está muito ruim lá fora, até mesmo uma parte de nós falamos muito mal do País. Lá fora há muito oportunista protecionista, como a França, que é uma parceira, investe aqui, mas não quer que exportemos produtos agrícolas para lá. Os Estados Unidos querem entrar com etanol no Brasil e não aceitam açúcar brasileiro lá", afirmou. "Esses países jogam uma 'pecha' (de destruição do meio ambiente) no Brasil, independentemente de dados embasados. Vamos proteger meio ambiente sem cair na armadilha de outros países em falar mal do Brasil", acrescentou. O governo tem tentado uma contraofensiva de informação na área. No começo de junho, Bolsonaro assinou decreto criando as debêntures verdes incentivadas. Na segunda-feira, 29, o vice-presidente Hamilton Mourão se reuniu com diversos ministros - incluindo o presidente do BC - para discutir uma estratégia de reação às cobranças internacionais. Uma reunião com esses investidores foi marcada para a próxima semana. Segundo o ministro, o governo não tem “obsessão” pelo capital estrangeiro. “Não existe essa obsessão por capital estrangeiro. Capital estrangeiro não é salvação, a salvação é investimento”, afirmou, em audiência pública por videoconferência na Comissão Mista do Congresso Nacional que monitora a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas à covid-19. Guedes criticou o sistema de partilha na exploração de petróleo, que, segundo ele, foi criado por empresas francesas para negociar com ditaduras africanas. “O sistema de partilha no petróleo é desastroso. As maiores petroleiras do mundo recusam esse modelo que significa um sistema de corrupção.” FONTE


×
×
  • Create New...

Important Information

By using this site, you agree to our Terms of Use.