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Paulo Santini

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  1. James Ackel agora escreve as coisas e o Sandro Nascimento assina no Na Telinha.
  2. Gente... até parece, né? Bonner substituído daqui a 3 anos? Troféu Maionese 2019.
  3. Escrever sobre audiência da TV é uma tarefa deliciosamente provocante. Os números só são considerados pelos profissionais quando eles são positivos para os produtos com os quais estão envolvidos. Engraçado, não? Na terça-feira (28), o RD1 publicou a seguinte matéria: “Fofocalizando” agoniza e registra pior audiência da tarde do SBT. O repórter Duh Secco anotou uma série de informações relevantes sobre o vespertino, que registrou, na segunda-feira (27), entre 14h59 e 16h16, modestos 4,7 pontos de média com pico de 5,8 e share (número de televisores ligados) de 10,2%, ante 12,0 da Record e 11,3 da Globo Pior, dos 16 programas exibidos pelo SBT na ocasião, o “Fofocalizando”só deu mais audiência que três deles: a reprise do “Roda a Roda Jequiti” (4,3), o “Operação Mesquita” (3,9) e as duas edições do “SBT Notícias” (3,8 e 3,9, respectivamente). Detalhe, todos ocupantes das madrugadas do canal. Um verdadeiro vexame. No Twitter, o diretor do “Fofocalizando”, Caco Rodrigues, não reagiu bem à verdade (veja o print no final deste texto) e escreveu: “Kkk só rindo com tanta confiabilidade e independência… fala sério”. Caco, falamos sério. Quer provas? Desde a troca de Márcio Esquilo por você, Caco, em 19 de abril, o “Fofocalizando” perdeu uma considerável parcela de público. Os 4,7 da segunda não são algo inédito. Há dias o vespertino firmou-se na casa dos “quase 5” ou “5 e um pouquinho”. E perdeu com a troca de direção, não com a saída de sua grande amiga Mara Maravilha, como prega uma patota nas redes sociais. Sem Mara, o programa manteve-se nos patamares de audiência e na disputa pela vice-liderança. Com você, Caco, o “Fofocalizando” deixou de disputar com Globo e Record e passou a ser tratado de igual para igual por Band e RedeTV!. Encolheu, sabe? Caco, você é o diretor, a culpa é sua. Só sua. Leo Dias, Lívia Andrade, Décio Piccinini, Mamma Bruschetta e Leão Lobo são a solução. Aqui, Caco, faço um desafio: desminta a matéria do RD1 e prove que os dados estão incorretos. Acusar um veículo de parcialidade é comum no discurso dos desprovidos de argumentos. O problema não está no RD1, Caco. O problema está no programa que você dirige. O grande charme da isenção é publicar fatos doa a quem doer, Caco. E aqui estou te trazendo uma série deles. Uma dúvida: qual a meta de audiência do “Fofocalizando”, Caco? Esta coluna ouviu de duas pessoas respeitáveis que alguém prometeu ao Silvio Santos “até 10 pontos”. Só para esclarecer esse ponto, Caco, qual é a meta do programa? Outra coisa, Caco, quando que a Mara Maravilha, sua grande amiga, volta? A coluna também ficou sabendo que são frequentes as visitas da baiana à sua sala no SBT. Estão planejando os últimos detalhes? Como alguém que vê TV para poder falar dela, faço o seguinte alerta, Caco: Mara, Lívia e Leo, este o grande trunfo do “Fofocalizando”, não ocupam o mesmo espaço. É física. Cuidado, Caco, cuidado. Ah, não posso esquecer, Caco, uma última coisa. Seu patrão, o Silvio Santos, não é lá muito paciente, né? Aliás, comprovadamente ele desconhece o significado desta palavra. Com um produto tão engessado, que não repercute mais como antes, e com uma audiência tão insatisfatória, será que o “Fofocalizando” chega ao final do ano ou morrerá feito peru, às vésperas? fonte: https://rd1.com.br/desafio-ao-diretor-do-fofocalizando-caco-rodrigues/
  4. Entendam, Padiglione é desafeto do Walcyr. Perguntem o motivo a ela ou ao Aguinaldo... rs. Aí fica nessa picuinha idiota e ele cagando e andando. Só um cego para pôr defeito naquela sequência de ontem com Fernandona ou nessa primeira fase de A Dona do Pedaço.
  5. Gente, sem querer polemizar, mas, se formos olhar, de Em Família para cá (e isso tem 500 anos já), só A Força do Querer foi redondinha. É um saldo muito negativo.
  6. Também saiu no Extra, do Grupo Globo >>>>>> Globo quer remake de 'Pantanal' para homenagear os 30 anos da novela Há uma corrente na alta cúpula do departamento de dramaturgia da Globo que defende o remake de “Pantanal” para homenagear os 30 anos da novela, que foi exibida entre março e dezembro de 1990. O autor Benedito Ruy Barbosa vendeu os direitos do texto à Globo em 2006 porque a emissora teria lhe prometido um remake da trama. A ideia é que a novela vá ao ar em 2020 no horário das nove. O único fator contrário à refilmagem de “Pantanal” seria a eterna comparação com a novela original, o que seria um fardo muito pesado para a Globo e o elenco escolhido. A emissora, no entanto, avalia que “Ti ti ti” e “Haja coração” foram cases de sucesso. https://extra.globo.com/tv-e-lazer/telinha/globo-quer-remake-de-pantanal-para-homenagear-os-30-anos-da-novela-23329442.html
  7. Executivo de Goiás e os 2 apresentadores de SP (um do SBT matutino e outro da Record vespertino) contam com o serviço da mesma pessoa, cujo nome é palavrão neste fórum (sabiamente).
  8. A saída de alguns nomes nos últimos anos vem fazendo a direção da GloboNews quebrar a cabeça para o canal não perder a sua identidade. Ainda que as baixas de Eduardo Grillo, Sidney Rezende, Heloísa Gomyde, Luciano Cabral e Sérgio Aguiar tenham sido compensadas pelas entradas de José Roberto Burnier, Aline Midlej, Christiane Pelajo e Heraldo Pereira, o canal de notícias do Grupo Globo vem sofrendo com a falta de âncoras. Para se ter ideia do nível que a coisa anda, alguns apresentadores têm dobrado o expediente e dado as caras em dois telejornais. Com Aline de férias por 15 dias, Pelajo foi anunciada como sua substituta na semana passada, tendo que acumular a coapresentação do “Edição das 10h”, ao lado de Raquel Novaes, com a apresentação do “Edição das 16h”. A medida, porém, durou apena dois dias, e Christiane voltou a se dedicar apenas ao vespertino. Para tal, Leila Sterenberg, que é do Rio de Janeiro, a exemplo de Raquel, foi convocada às pressas e passou a ancorar o “Edição das 10h” com a colega. Na última sexta (22), Leila apresentou o longo (3h de duração) telejornal sozinha, a exemplo de Novaes na quarta-feira (20). No “Estúdio i”, Maria Beltrão curtiu folga entre quarta e sexta, em razão da transmissão do Oscar 2019. A GloboNews, então, recorreu a Cecília Flesch, que já cedeu a cadeira à titular na edição desta segunda-feira (25). No “Em Pauta”, ainda em caráter de interinidade (como a direção da emissora prefere tratar) desde a saída de Sérgio Aguiar, Marcelo Cosme vem tocando o barco à medida que o canal ainda não o anuncia como titular – o repórter, porém, foi alçado ao posto sem estardalhaço, conforme adiantou o RD1. Ainda que a direção da GloboNews, via Miguel Athayde, aborde a saída de profissionais como algo normal (e de fato é), e destaque a entrada e promoção de novos nomes, é claro que as últimas movimentações têm providenciado um acelerado ritmo de perda de identidade do canal. Ao mesmo tempo, será cada vez mais comum repórteres de algumas praças serem testados nos plantões de fim de semana, a exemplo de Wanessa Andrade, do Recife, como parte do processo de busca por novos rostos. https://rd1.com.br/globonews-sofre-com-falta-de-apresentadores-e-possivel-perda-de-identidade/
  9. Os resultados obtidos com a “Central das Eleições” e a “Central da Transição” levaram a direção da GloboNews a providenciar uma atração fixa com a mesma cara e pegada, sim, vem aí a “Central GloboNews”. Espécie de “Roda Viva” (guardadas as devidas e benditas proporções) do canal de notícias, a atração estreará em abril e ocupará, de início, um hora da faixa noturna (podendo chegar a uma e meia a depender do entrevistado), com exibição semanal – ao que tudo indica, às terças-feiras. Todavia, sempre que o noticiário político permitir (e provável que o faça), o programa poderá ocupar outro dia da semana. No elenco, um timaço de jornalistas da GloboNews: Heraldo Pereira, Miriam Leitão, Merval Pereira, Cris Lobo, Valdo Cruz, Natuza Nery, Gerson Camarotti e Andreia Sadi. A ancoragem caberá a Heraldo, que acumulará a função com a titularidade do “Jornal das 10”. Depois de entrevistar candidatos à presidência e vice-presidência da República, com a “Central das Eleições”, e senadores e deputados eleitos, bem como ministros e presidentes de poderes, com a “Central da Transição”, a “Central GloboNews”, a exemplo do “Roda Viva” (TV Cultura) e “Canal Livre” (Band), vai ter no foco do seu debate personalidades que dominam o atual cenário brasileiro. Foco na Andreia Sadi Outra novidade que a equipe do diretor Miguel Athayde tira do papel em breve envolve uma das repórteres mais incansáveis do canal: Andreia Sadi. Com a lacuna deixada pelo fim do “GloboNews – Alexandre Garcia”, a GloboNews lança, provavelmente também em abril, o “Em Foco com Andreia Sadi”. Semanal, a atração vai discutir os assuntos mais quentes de Brasília direto dos estúdios da emissora. A exemplo do “GloboNews – Miriam Leitão”, “Fatos e Versões” e “Diálogos, com Mário Sérgio Conti”, o “Em Foco com Andreia Sadi” irá dispor de 30 minutos – fala-se na faixa das 21h30 às quartas-feiras. https://rd1.com.br/globonews-prepara-versao-do-roda-viva-e-mais-espaco-para-andreia-sadi/
  10. Como interpretação de texto é importante, hein? "A fonte do Na Telinha é a mesma de sempre e tem um propósito: derrubar 2 diretores para emplacar um projeto." Quem é a mesma de sempre? A fonte do Na Telinha. Quem tem um propósito? A fonte do Na Telinha. Quem quer emplacar um projeto? A fonte do Na Telinha.
  11. A fonte do Na Telinha é a mesma de sempre e tem um propósito: derrubar 2 diretores para emplacar um projeto.
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